Bruno Soares e Mate Pavic são superados em Roma

Bruno Soares e Mate Pavic derão adeus ao Masters 1000 de Roma. Nesta sexta-feira, a dupla foi superada nas quartas de final por Marcel Granollers e Horacio Zeballos, cabeças de chave 4 do torneio italiano, por 4/6, 7/6(7) e 10-6.

“Foi mais um jogo de altíssimo nível. Em Nova Iorque, eles jogaram melhor e deixaram escapar a vitória, e hoje lideramos e deixamos escapar o match point e a vitória. Mérito deles, que jogaram bem nos momentos importantes”, disse Bruno, relembrando o duelo entre os times na primeira rodada do US Open. “Mas estou feliz com a semana, foram três grandes jogos e mais uma quartas de final vindo direto da quadra rápida para o saibro”, continuou.

Agora, os campeões do US Open seguirão para Paris, na França, onde começarão a preparação para Roland Garros, o terceiro e último Grand Slam da atípica temporada de 2020.

“É descansar e ir com tudo pra Roland Garros. Temos mais 11 dias para preparar o corpo. Precisamos de um descanso. As últimas três semanas foram bem pegadas com a viagem, o fuso horário e a mudança de piso. A energia continua boa e a confiança está lá em cima, agora é levar tudo isso para Paris”, finalizou o mineiro.

Nas duplas masculinas, Soares conta com duas semifinais como seus melhores resultados no torneio francês, em 2008 (com Dusan Vemic) e 2013 (Alexander Peya). Nas duplas mistas, outras duas semifinais, com a última acontecendo na temporada passada.

Soares e Pavic seguem vencendo e vão às quartas

Embalados, Bruno Soares e Mate Pavic continuam vencendo. Em partida válida pelas oitavas do Masters 1000 de Roma, na Itália, os campeões do US Open superaram os belgas Sander Gillé e Joran Vliegen por 6/3 e 6/2, aumentando a sequência de vitórias do time para sete.

Soares e Pavic continuam a sua ótima forma derrotando mais um grande time e se garantindo nas quartas de final do torneio que inicia a gira de saibro europeia. “Foi mais um jogão aqui. Foi duro, mas jogamos super bem hoje. Estamos com a energia alta e mantendo o ritmo, a confiança e o embalo”, disse Bruno.

“Vai ser mais uma pedreira, é quartas de um Masters 1000. Vamos com tudo em busca dessa semifinal”, completou o brasileiro, que já fez duas semis, em 2009 e 2018, no torneio italiano. Na próxima rodada, o mineiro e o croata enfrentarão os cabeças de chave 4 Marcel Granollers e Horacio Zeballos.

Com ombro machucado, Melo para na estreia em Roma

Nesta quarta-feira, Marcelo Melo e Lukasz Kubot pararam na primeira rodada do Masters 1000 de Roma, na Itália. Com o ombro machucado o mineiro não entrou 100% em quadra e, ao lado de Lukasz Kubot, foi superado pelos franceses Nicolas Mahut e Benoit Paire em dois sets a um, com parciais de 7/6(8-6), 2/6 e 10-6.

“Foi um jogo muito duro. De qualquer maneira, eu não estava 100%, com o ombro machucado, fazendo fisioterapia. Agora, vou continuar tratando para ver se consigo me recuperar a tempo de jogar Hamburgo, na semana que vem. Senão, o próximo torneio será Roland Garros”, disse Melo, ainda sem saber se conseguirá se recuperar para o torneio alemão.

“Praticamente não consegui sacar, jogava mais com o segundo saque. Vamos torcer para que melhore e dê tudo certo. Era também um jogo muito difícil. Mahut joga muito bem, todos sabem, Benoit é um jogador perigoso. E, infelizmente, não deu para nós”, finalizou o mineiro.

Soares e Pavic vencem a sexta seguida e estreiam com vitória em Roma

Nesta quarta-feira, Bruno Soares estreou com vitória no Masters 1000 de Roma, na Itália. Ao lado do croata Mate Pavic, o mineiro venceu a sua sexta partida consecutiva após superar os cabeças de chave 5 Ivan Dodig e Filip Polasek em 6/1 e 6/3.

“Estou muito feliz com a estreia. A adaptação da quadra rápida para o saibro nunca é fácil, mas o mais importante é trazer na bagagem a confiança e a motivação. É tão difícil conseguir um momento assim que temos que aproveitar, e foi o que fizemos hoje super bem”, disse Soares, que vem de título no US Open, Grand Slam disputado nos Estados Unidos. A dupla chegou em Roma no sábado para iniciar a preparação no saibro.

“Independentemente da situação, das condições e do fuso horário, nós conseguimos jogar o nosso melhor e é o que precisamos continuar fazendo. Temos mais uma chave difícil, cheia de pedreira, e amanhã tem mais uma, mas é seguir neste mesmo embalo”, encerrou o brasileiro. Na próxima rodada, Soares e Pavic enfrentarão os belgas Sander Gillé e Joran Vliegen em um confronto inédito.

Soares e Pavic garantem classificação no ATP Finals

O título no US Open já rendeu frutos para Bruno Soares. Nesta segunda-feira, o mineiro e o seu parceiro, o croata Mate Pavic, receberam a confirmação da classificação para o ATP Finals, torneio que reúne os oito melhores times do mundo em Londres, na Inglaterra. Esta será a sexta participação de Soares na competição.

Foto: Darren Carroll/USTA

“Super feliz com mais uma classificação para o Finals, é sempre o objetivo número 1 quando começamos a temporada. Ainda mais num ano como este, em que vai estar mais duro pra classificar por ter menos torneios, a gente já conseguir se garantir agora é muito bom”, disse Soares, contente com o retorno ao Finals.

Bruno já esteve no Finals em outras cinco oportunidades, fazendo semifinal em quatro edições. A dupla do brasileiro foi a segunda se classificar para o torneio, seguindo Joe Salisbury e Rajeev Ram, os campeões do Australian Open. Encerrando a temporada, o ATP Finals acontecerá na O2 Arena, em Londres, entre os dias 15 e 22 de novembro.

O mineiro já está na Itália se preparando para o Masters 1000 Roma, que teve início nesta segunda-feira. “A transição da quadra rápida para o saibro não é fácil, são condições completamente diferentes, mas precisamos esquecer estas dificuldades para manter a energia e o embalo. Mais uma vez pegamos pedreira logo na estreia, mas vamos seguir firmes”, encerrou Bruno. Na estreia, Soares e Pavic enfrentarão Ivan Dodig e Filip Polasek, cabeças de chave 5 da competição.

O título do US Open, além da classificação para o ATP Finals, também foi positivo para o ranking de Soares. O brasileiro, que já foi número 2 do mundo, subiu nove posições e retornou ao top 20, figurando na 18º colocação.

Melo detalha os protocolos de Roma: “Estamos tomando todos os cuidados”

Após a disputa do US Open, Marcelo Melo partiu para a Europa. Já na Itália, o mineiro está se preparando para a disputa do Masters 1000 de Roma, que teve início nesta segunda-feira. No torneio que dá o pontapé inicial na gira europeia de saibro, Melo e seu parceiro, o polonês Lukasz Kubot, são os cabeças de chave 3 e enfrentarão os franceses Nicolas Mahut e Benoit Paire na estreia.

“O protocolo aqui em Roma está um pouco mais leve em comparação com os Estados Unidos. De qualquer maneira, tivemos de fazer o teste da Covid-19 e esperar 24 horas até sair o resultado. Negativo, eu já pude treinar. Deu para treinar tranquilo. Está tudo certo. O pessoal de braços abertos, todos receberam bem, tomando os cuidados”, disse Melo, detalhando os cuidados tomados no torneio italiano.

“Temos de usar, logicamente, a máscara, mas não está tão restrito assim. Bom que podemos fazer as refeições também no hotel. E o próprio hotel tem duas quadras de treino, se for o caso. Estamos tomando os devidos cuidados, mesmo com protocolos menos rígidos comparados aos Estados Unidos. No geral mesmo, vai ficar tudo igual. Os jogadores já vêm se protegendo. Só tiram a máscara quando estão comendo ou treinando. Tenho certeza que todos vão seguir assim, o que é muito importante”, completou o mineiro. Assim como Cincinnati e o US Open, o Masters 1000 também não contará com a presença do público.

No ano passado, Melo e Kubot chegaram até a semifinal em Roma. O torneio italiano é o primeiro da sequência do saibro europeu, que terminará em Roland Garros, o terceiro e último Grand Slam a ser disputado nesta temporada atípica.

Ao lado de Pavic, Bruno Soares conquista o título do US Open

Bruno Soares conquistou mais um título de Grand Slam. Nesta quinta-feira, ao lado do croata Mate Pavic, o mineiro conquistou o US Open ao superar a dupla formada pelo holandês Wesley Koolhof e o croata Nikola Mektic em 7/5 e 6/3. A conquista em Nova York marca o terceiro título de Grand Slam nas duplas masculinas e o sexto na vitoriosa carreira de Soares.

Foto: Darren Carroll/USTA

“É uma sensação incrível. Mais um título de Grand Slam e mais um título em Nova York. É uma cidade que sempre joguei o meu melhor, desde a primeira vez que pisei aqui. Grandes jogos, grandes resultados e muita história. Pra mim, aos 38 anos de idade, depois de altos e baixos e quatro anos após o meu último título de Grand Slam, poder segurar um troféu desse é uma sensação muito especial. Sei que estou no estágio final da minha carreira e cada momento assim passa a ter um gostinho especial. Me dá muita força pra seguir trabalhando duro e seguir acreditando”, disse Soares, contente com a quarta conquista em Nova York.

O jogo foi marcado pela solidez da dupla. Seguros no saque, Bruno e Pavic não deram nenhuma chance de quebra para seus adversários durante toda a partida. A devolução foi chave para a dupla, e foi justamente com uma de Bruno que o time conseguiu a quebra e o set, fechando a parcial em 7/5. No segundo set, a quebra veio no sexto game após um lob de Pavic, que fez a dupla abrir 4/2 no placar. O time segurou a vantagem até o fim, trazendo o título para o Brasil e a Croácia.

“O nosso US Open foi uma trajetória bem 2020, né, bem maluca. Foi tudo muito diferente, desde o início, quando contraí o coronavírus 15 dias antes de viajar e tive que ficar isolado, sem treinar, e aí chegar nos Estados Unidos completamente despreparado. Em Cincinnati, acho que foi até bom perder na primeira rodada, porque conseguimos fazer uma bela semana de treino para o US Open. Consegui recuperar o meu físico, que estava bem abaixo depois de tudo isso, e a chave foi duríssima, né? O fato da chave estar pela metade fez tudo ficar mais difícil. Seríamos cabeça de chave num Grand Slam normal, mas aqui ficamos de fora e tivemos que matar um leão logo na primeira rodada. Foi tudo muito complicado, mas superamos e conseguimos crescer muito”, resumiu o mineiro, contando os altos e baixos do caminho até o título.

Soares comentou que descobriu que estava com o coronavírus após sentir um leve cansaço. “Eu estava treinando e senti um cansaço um pouco maior que o normal, além do nariz entupido. Fui lá testar para tirar isso da cabeça e deu positivo. O único problema é que foi exatamente 15 dias antes de viajar, mas quando deu negativo eu já fui pros Estados Unidos. Em Cincinnati senti que estava um pouco mais ofegante, mas no meu isolamento eu não tinha nada, foi assintomático”, relatou o mineiro.

“Eu e o Mate temos algo em comum, nós dois precisamos de uma ‘estilingada’ pra aumentar o nível. Ele tem um jogo muito agressivo, então quando ele encaixa as bolas é muito perigoso. Canhoto, saca bem e ser 10 anos mais novo ajuda na movimentação e na explosão. Eu sou um cara que meu ponto forte é ser consistente, tanto no mental quanto em quadra, e acho que foi o que fez a diferença hoje, passar essa tranquilidade pro Mate. Ele começou um pouquinho nervoso na devolução, mas ele me viu tranquilo e foi acalmando, entrando mais nas devoluções. Nós controlamos os nervos e sacamos super bem, não tivemos nenhum break point contra. Sempre acreditei no nosso potencial. No ano passado a gente perdeu muitos jogos de uns jeitos esquisitos e aqui conseguimos virar essa situação”, continuou Soares. Durante a semana, a dupla destacou a positividade como a chave para as conquistas durantes as duas semanas do Grand Slam.

Soares adiciona mais um Grand Slam em sua vitoriosa carreira. O mineiro, que foi campeão do Australian Open e do US Open em 2016 com Jamie Murray, aumentou o número de conquistas em majors nas duplas masculinas para três. Nas mistas, Bruno também foi campeão em três oportunidades: US Open 2012 (com Ekaterina Makarova) e 2014 (Sania Mirza), e Australian Open em 2016 (Elena Vesnina). Ao todo, Bruno Soares é dono de 33 troféus em 63 finais disputadas no circuito da ATP. A parceria com Pavic, que foi iniciada durante a temporada de grama no ano passado, já havia rendido um título no Masters 1000 de Xangai, na China, além de uma final no ATP 250 de Estocolmo, na Suécia.

O brasileiro, ex-número 2 do mundo, é o atual 27º no ranking da ATP. Com a conquista do US Open, Soares voltará a figurar entre os 20 melhores do mundo. “Não estar tão bem ranqueado entra um pouco na cabeça, mas tenho uma coisa muito clara para mim: quando estou jogando o meu melhor sei que venço qualquer um. É isso que me faz seguir jogando tênis.”

Agora, a dupla seguirá para Roma, onde começará a gira europeia do saibro no Masters 1000 italiano. “Viajaremos amanhã para Roma. Com o título aqui e praticamente classificados pro Finals, vamos poder dar uma reajustada no calendário e disputar menos torneios do que estávamos planejando”, finalizou o mineiro.

Pavic/Soares superam Rojer/Tecau e disputam a final do US Open

Bruno Soares está de volta à final do US Open. Quatro anos após a sua conquista ao lado do britânico Jamie Murray, o mineiro disputará mais uma vez a decisão do Grand Slam norte-americano, desta vez com o croata Mate Pavic. Nesta terça-feira, a dupla superou o forte time do holandês Jean-Julien Rojer e do romeno Horia Tecau em 6/4 e 7/5, se garantindo na primeira final de Grand Slam da parceria.

Foto: Pete Staples/USTA

“Era difícil esperar qualquer coisa depois do tempo em que ficamos parados, era uma incerteza muito grande para todo mundo. Mas depois de alguns dias de treino aqui nós sentimos que estávamos jogando bem, muito próximos de pegar ritmo, e acabamos pegando uma primeira rodada muito dura e que subiu muito o nosso nível e a nossa energia”, disse Bruno, destacando que o desempenho na estreia foi essencial para o embalo da dupla.

“Nova York é um lugar muito especial para mim, é a minha quinta final de Grand Slam aqui”, continuou o mineiro. “A decisão vai ser mais uma pedreira, pegamos uma chave duríssima e não seria diferente em uma final de Grand Slam. O mais importante é a gente manter o nível de tênis que estamos jogando e também a nossa energia. Se conseguirmos colocar em prática, com certeza vamos ter as nossas chances. Agora é ir com tudo, descansar, fazer um bom dia de treino amanhã e preparar bem a cabeça para enfrentar mais esse grande desafio”, encerrou Soares, focado na conquista de um terceiro Grand Slam nas duplas masculinas.

Os adversários da final, que será disputada na quinta-feira, às 16h, horário de Brasília, serão o holandês Wesley Koolhof e o croata Nikola Mektic. A dupla, que iniciou a parceria neste ano, é formada por dois estreantes em finais de Grand Slam nas duplas masculinas.

Esta será a oitava final de Grand Slam da carreira de Bruno Soares, sendo a quinta no US Open. Além do título em 2016 com Jamie Murray, o mineiro também foi duas vezes campeão nas duplas mistas, em 2012 e 2014, e finalista nas duplas masculinas em 2013 com Alexander Peya. Nos outros Grand Slams, Bruno foi campeão do Australian Open em 2016 tanto nas duplas masculinas (com Jamie Murray) quanto nas duplas mistas (com Elena Vesnina). A final de duplas mistas com Lisa Raymond em Wimbledon na temporada de 2013 completa o grande desempenho de Soares nos majors.

Bruno e Pavic vencem britânicos e vão à semi

Bruno Soares continua vencendo em Nova Iorque. Em mais uma grande partida, Soares e seu parceiro, o croata Mate Pavic, derrotaram os britânicos Jamie Murray e Neal Skupski por 6/2 e 7/6(4), e avançaram às semifinais do Grand Slam americano. O mineiro e o croata esperam agora os vencedores do duelo entre a dupla de Jean-Julien Rojer e Horia Tecau e a parceria de Rohan Bopanna e Denis Shapovalov.

Foto: Mike Lawrence/USTA

“Hoje foi um jogaço, nós conseguimos jogar bem do início ao fim. Eles começaram um pouco erráticos, mas depois subiram muito o nível. Ficamos muito firmes na partida, o segundo set foi de altíssimo nível. Estou muito feliz de estar em uma semifinal de Grand Slam outra vez. Agora é seguir concentrado, descansado e preparado”, disse Bruno. Esta semifinal é a melhor campanha de Soares em Grand Slams desde 2016, quando foi campeão de duplas masculinas em Nova Iorque.

“Acho que o mais importante foi a nossa energia. Independente do nível que a gente esteja apresentando, a energia está sempre muito alta e a vontade de ganhar está se sobressaindo. Sempre esperamos jogar o melhor possível, mas sabemos que não temos controle disso. A energia e a vontade de ganhar, porém, nós temos”, finalizou o mineiro, destacando a motivação do time.

O resultado já é o melhor em Grand Slams da dupla, que iniciou a parceria no ano passado e disputa seu quarto major. No circuito, o time conquistou um título no Masters 1000 de Xangai, na China. Na carreira de Bruno, o US Open é o seu Grand Slam de maior sucesso. Além do título em 2016, ao lado de Jamie Murray, o mineiro foi vice em 2013, com Alexander Peya e também foi campeão nas duplas mistas em duas oportunidades.

Demoliner/Middelkoop viram e estreiam com vitória no US Open

O último brasileiro a estrear no Grand Slam, Marcelo Demoliner começou com o pé direito no US Open. Ao lado de Matwe Middelkoop, o gaúcho superou a forte dupla formada pelo francês Nicolas Mahut e o alemão Jan-Lennard Struff de virada, com parciais de 6/7, 7/6 e 6/3.

Foto: Mike Lawrence/USTA

Já nas oitavas, a dupla enfrentará Jamie Murray e Neal Skupski por uma vaga nas quartas, em dia a ser definido. Os britânicos foram os responsáveis pela eliminação de Ivan Dodig e Filip Polasek, os cabeças de chave 4, em sets diretos, por 6/3 e 7/5. Em ótima fase, Murray e Skupski terminaram vice-campeões do Masters 1000 de Cincinnati, disputado na última semana.

Perto de completar um ano de parceria, Demoliner e Middelkoop já conquistaram dois títulos juntos. Campeões nos ATPs 250 de Moscou (2019) e Córdoba (2020), a dupla busca um título inédito de Grand Slam na carreira. Para isso, porém, Demoliner poderá enfrentar o compatriota Bruno Soares nas quartas de final. Caso vençam suas partidas, os brasileiros disputarão diretamente uma das vagas da semifinal do US Open.