38 momentos de Marcelo Melo

  1. Quando ele não aguentava mais escutar ‘Ricardo Mello’
  2. Ou quando ele virou ator global
  3. Ou até mesmo quando ele virou eco. Marcelo celo elo elo elo…
  4. E aquela vez que ele virou outro animalCG_12dCUcAAo6P2
  5. Quando a bolinha foi embolsada
    bola
  6. Quando ele tentou ganhar o coração de André Sá e foi rejeitado
  7. Quando a Billie Jean King flagrou ele dormindo
  8. Quando ele mostrou que é o Elton John nacional
  9. Quando ele faz pontos incríveis de um modo casual
  10. Quando ele dá uma daquelas entre as pernas
  11. Uma coisa que acontece sempre
  12. Sempre MESMO
  13. Tipo, MUITO
    copadavis
  14. Praticamente o rei disso
    rg16
  15. Quando ele foi curtir uma aula de tai chi na China com o Zverev e botaram uma espada na mão desses dois
    marcelo espada e kung fu
    (Inclusive estou aguardando a sequência de Kung Fu Panda, o Kung Fu Giraffes)
    DoNIFGuXUAAfEWM
  16. Quando ele precisou abaixar no discurso
  17. Quando ele entra no modo “pai orgulhoso assistindo o filho ser a árvore na peça de teatro da escola” quando está assistindo o Zverev
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  18. Quando um gato quase perdeu uma das sete vidas num smash dele
  19. Quando a coberturinha era muito baixa pra ele
  20. Quando a ATP pediu pra ele cantar uma música de Natal em inglês
  21. Quando ele mostrou todo o gingado
  22. Quando ele perdeu pro Sascha no jogo da torta na cara
  23. Quando ele tomou um saque do Kubot na cabeça e precisou de um saquinho de gelo
  24. Quando ele desejou um feliz dia das mães pra Dona Roxane ♥
  25. E dedicou uma vitória para o pai. ❤
    marcelo pai
  26. Quando ele foi zoado pelo amigo em plena premiação
  27. Quando ele foi definido como ‘girafa com mãos de polvo’
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  28. Quando ele precisa colocar um monte de toalha pra sentar, já que os bancos são muito pequenos para ele
  29. Quando ele descobriu que não sabia pronunciar ‘Aegon’
  30. Quando ele jogou ao lado de Andy Murray e deu show
    Marcelo Andy ponto
  31. Quando ele resolveu atrapalhar a entrevista do Cilic
    marcelo marin atrás
  32. Quando ele estava empolgado dançando com Federer e Zverev e aí percebeu que a câmera pegou a imagem e saiu de fininho
    marcelo sascha roger dança
  33. Quando ele foi visitar as amigas girafas no zoológico
  34. Quando ele quebrou o microfone e teve que usar o do Schwartzman… desse jeito
    marcelo diego
  35. Quando ele, cansado de tomar bolada do Kubi na cabeça, apareceu no treino de capacete
    marcelo capacete
  36. Quando ele não fazia a menor ideia do que era Spice Girls
  37. Mas os melhores momentos foram quando ele ganhou Roland Garros…
    rg18
  38. …e realizou o sonho de ganhar Wimbledon! Você merece, Marcelo. 🙂

Melo celebra o retorno com Dodig: “Nós mudamos e evoluímos muito de lá pra cá”

A novidade desta sexta-feira foi o retorno da parceria de Marcelo Melo e Ivan Dodig. Pegando os fãs de surpresa, a dupla dona de seis títulos no circuito já iniciará as atividades no próximo mês de outubro, no Masters 1000 de Indian Wells. Em conversa com o blog, o mineiro contou os motivos para não continuar ao lado de Lukasz Kubot e a retomada ao lado de Dodig.

Foto: ATP World Tour/Peter Staples

Melo esteve ao lado de Kubot por quase cinco temporadas. A dupla tentou um retorno no meio deste ano, jogando entre Roland Garros e o US Open, mas decidiu seguir caminhos diferentes definitivamente. “A gente tinha combinado de jogar até Wimbledon. Depois nós acabamos prolongando até o US Open. Acho que os resultados não vieram iguais aos de Wimbledon, sabe. A gente jogou bem lá, mas depois não conseguimos colocar em prática tudo o que a gente já jogou junto. Nós tivemos muitos resultados aquém do nosso nível real. Não estávamos conseguindo encaixar muito bem e, por isso, nós resolvemos cada um buscar o seu caminho, em busca de melhores resultados”, disse o mineiro.

Com Dodig, Marcelo atingiu novos níveis em sua carreira. A dupla esteve em atividade entre as temporadas de 2012 e 2016, conquistando Roland Garros em 2015, os Masters 1000 de Xangai, Paris, Toronto e Cincinnati, e o ATP 500 de Acapulco. Foi também com o croata que Melo chegou ao número 1 do mundo no ranking individual de duplas, além de ter feito mais outras oito finais, com destaque para Wimbledon (2013) e o ATP Finals (2014).

Cinco anos após o encerramento da parceria, a dupla resolveu retomar as atividades. “A ideia do retorno surgiu de uma combinação de fatores. O Ivan encerrou a parceria com o Polasek e tinha combinado de jogar com o Bopanna até o US Open, estando sem parceiro para o restante do ano. Depois que eu e o Kubot decidimos não seguir adiante, acabei convidando o Ivan para jogar. Eu acho que ele é um jogador que sempre se comprometeu muito e todo mundo sabe o tanto que a gente jogou bem junto. Independentemente da maneira que a gente terminou ou não a parceria, eu acho que nós mudamos muito de lá para cá. Nós evoluímos bastante. A conversa que nós tivemos foi muito legal, foi positiva de todas as maneiras”, continuou.

Nas cinco temporadas que não estiveram juntos, Melo jogou ao lado de Kubot e conquistou Wimbledon em 2017. O mineiro voltou ao posto de número 1 naquele mesmo ano e também terminou a temporada no topo do ranking de times. Dodig também conquistou outro Grand Slam, sendo campeão do Australian Open deste ano com Polasek.

A primeira partida de Melo e Dodig será daqui um mês, no torneio de Indian Wells, que acontece na segunda semana de outubro. Animado com o futuro, Marcelo celebrou a evolução da carreira de ambos durante estes cinco anos. “Nós vemos essa retomada de parceria com bons olhos. Ele teve outras opções de parceiros, assim como eu também tive, mas nós acabamos nos escolhendo. É importante a gente resgatar as memórias das coisas boas que fizemos juntos, independentemente do término da parceria. E quando terminamos, nós tínhamos acabado de ganhar dois Masters 1000 seguidos. Muita coisa mudou e a nossa experiência é muito maior hoje em dia. Ele até falou pra gente que hoje entende muito mais as coisas quando comparado com antigamente, quando ainda estava focado em simples. Tenho convicção que a gente vai fazer um bom retorno. Eu complemento o jogo dele muito bem, assim como ele complementa o meu. Além disso, ele vem jogando muito bem, está muito sólido mesmo”, finalizou.

Murray e Soares são vice-campeões do US Open

Bruno Soares e Jamie Murray ficaram com o vice-campeonato do US Open. O mineiro e o britânico foram superados pela dupla do norte-americano Rajeev Ram e do britânico Joe Salisbury em dois sets a um, com parciais de 3/6, 6/2 e 6/2 em 1h45 de duração.

Foto: Darren Carroll/USTA

“Nós começamos super bem a partida. Só que no início do segundo set perdemos um pouco do momento, levamos uma quebra e não conseguimos recuperar o nível. Não sacamos bem nesse jogo e eles subiram demais o nível, além de terem sacado melhor, o que acabou dificultando ainda mais”, analisou o atual número 11 do mundo.

“Obviamente estou triste de ter estado tão perto de um título de Grand Slam e ter escapado, mas sempre busco olhar pelo lado positivo também. Depois de tudo o que aconteceu comigo, da apendicite e todo esse tempo fora das quadras, estar em uma final de Slam é realmente especial. E sem dúvidas foi o nosso melhor torneio do ano, jogamos melhor que na Austrália. Agora estamos na briga por uma vaga no ATP Finals, então é aproveitar esse embalo e levar isso para esse fim de temporada”, continuou. Com a campanha em Nova Iorque, Bruno e Jamie subiram para a oitava colocação na corrida do Finals e têm como próximo desafio o torneio de Indian Wells.

“Vim para cá só querendo aproveitar o momento e deu no que deu. Queria agradecer o carinho da torcida e todas as mensagens que recebi nessas duas semanas. Agora é levantar a cabeça e seguir firme”, finalizou. O US Open foi o primeiro torneio de Bruno após ser diagnosticado com apendicite durante os Jogos Olímpicos de Tóquio e ter que passar por cirurgia. No total, o brasileiro ficou sem disputar torneios por dois meses, com o último sendo em Wimbledon.

Esta foi a sexta final de Grand Slam nas duplas masculinas de Bruno Soares. O mineiro foi campeão de major em três oportunidades: no Australian Open, em 2016 (com Jamie Murray), e duas vezes no próprio US Open, em 2016 (Murray) e 2020 (Mate Pavic). Nas mistas, Bruno também foi campeão em três oportunidades: US Open 2012 (com Ekaterina Makarova) e 2014 (Sania Mirza), e Australian Open em 2016 (Elena Vesnina). Ao todo, Bruno Soares é dono de 34 troféus em 67 finais disputadas no circuito da ATP.

Marcelo Melo e Ivan Dodig retomam a parceria após cinco anos

Foram cinco anos de parceria e cinco anos de hiato. Após o término em 2016, Marcelo Melo e Ivan Dodig estão de volta. O time irá retornar já neste fim de ano, mirando numa boa preparação para começar bem a temporada de 2022.

Foto: ATP World Tour/Peter Staples

Foram 134 vitórias conquistadas entre 2012 e 2016, incluindo os títulos em Roland Garros (2015), os Masters 1000 de Xangai, Paris, Toronto e Cincinnati, e o ATP 500 de Acapulco. A parceria rendeu muitas novidades na carreira de Melo, como o posto de número 1 do mundo pela primeira vez, o seu primeiro Masters 1000 e também o primeiro título de Grand Slam. Elevando as suas carreiras para um outro nível, Melo e Dodig, agora com mais experiência e títulos importantes em seus currículos, vão com tudo para o retorno.

O primeiro torneio do retorno de Melo e Dodig será em Indian Wells. “Estamos muito empolgados. Vamos buscar trazer todas as boas memórias que tivemos juntos e criar novas e melhores daqui para frente. É um grande retorno para nós e vamos com tudo”, disse Melo.

Melo e Kubot, que terminaram a parceria no fim de 2020, tentaram um retorno entre Roland Garros e o US Open, mas decidiram encerrar de vez a colaboração. O polonês foi a parceria mais bem-sucedida da carreira de Marcelo, tendo conquistado 171 vitórias e 15 troféus juntos, com destaque para Wimbledon e os Masters 1000 de Miami, Madri, Paris e Xangai. Juntos, Melo e Kubot chegaram ao topo do ranking de duplas, tanto de times, terminando 2017 como a melhor dupla da temporada, quanto no individual.

Dodig também teve uma boa sequência após o término com Melo. O croata foi campeão em 10 torneios e voltou a conquistar um título de Grand Slam neste ano, no Australian Open, com o eslovaco Filip Polasek. Dodig e Polasek formaram uma parceria por três temporadas e também foram campeões em Cincinnati e Pequim, em 2019. Após a conquista do Grand Slam australiano, porém, o time não viu mais os resultados que gostariam e decidiram encerrar a parceria após Wimbledon.

Bruno Soares e Jamie Murray disputam a final do US Open

Bruno Soares está de volta à final do US Open. O atual campeão do torneio e o seu parceiro, o britânico Jamie Murray, superaram a dupla do australiano John Peers com o eslovaco Filip Polasek em dois sets a um, com parciais de 6/3 3/6 6/4 e 1h45 de partida. Na final, a dupla enfrentará o norte-americano Rajeev Ram e o britânico Joe Salisbury.

Foto: Rhea Nall/USTA

“É muito difícil de explicar essa situação toda. É uma combinação de fatores: a energia desse lugar é diferente para mim, as condições estavam boas, o astral estava lá pra cima, o meu filho Noah está aqui comigo… juntou tudo. Sabíamos que não ia ser nada fácil. Eu não vinha jogando bem, estava sem ritmo nenhum e sabia que ia ser questão de sobrevivência nas primeiras rodadas. Na minha preparação para cá pude treinar apenas uma semana com intensidade. O meu físico não estava nas melhores condições, estava muito abaixo e, quando comecei a treinar mais forte, o meu corpo ficou muito dolorido”, destacou o mineiro. O US Open foi o primeiro torneio de Bruno após ser diagnosticado com apendicite durante os Jogos Olímpicos de Tóquio e ter que passar por cirurgia. No total, o brasileiro ficou sem disputar torneios por dois meses, com o último sendo em Wimbledon.

“Eu sabia que ia ser na superação e que essas duas primeiras rodadas iam ser para sobreviver no torneio e pegar ritmo, confiança e subir o nível. E foi exatamente isso o que fizemos, desde a terceira rodada a gente está jogando num nível super bom e com o mental muito firme, não deixando se abalar com pequenas coisas ou situações que sabíamos que iam acontecer. Agora é curtir o momento e não abaixar a guarda. Ainda falta um jogo para conquistar o caneco”, continuou o atual número 11 do ranking de duplas.

Após a cirurgia, Bruno ficou parado por um mês em casa. A situação deixou o mineiro com dúvidas. “Por algumas vezes, ao longo desse mês parado, eu pensei em mudar a minha estratégia e até de não jogar mais neste ano, me preparando para o ano que vem. Num mês parado você perde todo o seu físico, massa muscular, explosão… Mas aí pensei: quer saber? É o último Grand Slam do ano e não sou mais tão jovem assim, então eu vou lá para curtir o momento e fazer o meu melhor. Curtir no sentido de ir com a cabeça aberta, lutando do início ao fim, mas aceitando mais as adversidades. E foi isso que aconteceu”, finalizou Bruno, contente com a escolha de ir para Nova Iorque.

Bruno e Jamie voltam a fazer final no US Open após 5 anos da conquista de 2016. O mineiro foi campeão de major nas duplas masculinas em três oportunidades: no Australian Open, em 2016 (com Jamie Murray), e duas vezes no próprio US Open, em 2016 (Murray) e 2020 (Mate Pavic).

Melo e Kubot não continuam juntos

Após tentarem uma retomada da parceria, Marcelo Melo e Lukasz Kubot não continuarão juntos. O mineiro e o polonês, que haviam terminado a colaboração no fim da temporada de 2020, tentaram retornar em Roland Garros e jogaram juntos até o US Open, decidindo encerrar a dupla mais uma vez.

Foto: Getty Images

O brasileiro já está em busca de um parceiro para a próxima temporada. “Tínhamos combinado de jogar até o US Open e resolvemos não continuar. Nos próximos dias vou definir o meu novo parceiro”, disse Marcelo.

O polonês foi o parceiro mais bem-sucedido da carreira de Melo, tendo conquistado 171 vitórias e 15 troféus, com destaque para Wimbledon e os Masters 1000 de Miami, Madri, Paris e Xangai. Juntos, Melo e Kubot chegaram ao topo do ranking de duplas, tanto de times, terminando 2017 como a melhor dupla da temporada, quanto no individual.

Murray/Soares superam cabeças 2 e vão à semi do US Open

Bruno Soares e Jamie Murray se garantiram na semifinal do US Open. De virada, a dupla derrotou o espanhol Marcel Granollers e o argentino Horacio Zeballos, os cabeças de chave 2 do torneio, em 6/7(5-7), 6/4 e 6/4 e 2h28 de duração.

Foto: Manuela Davies/USTA

“Foi um jogaço hoje. Uma sensação incrível. Acho que a gente subiu o nosso nível mais uma vez, foi um dos melhores jogos que eu já participei em Grand Slam. Todos os quatro estavam muito firmes em quadra e foi muito no detalhe. Poderia ter caído para qualquer lado e felizmente caiu pro nosso. Agora é descansar, já que amanhã é o nosso dia livre. Vamos continuar focados para ganhar na semi e seguir em busca do nosso objetivo maior”, analisou o mineiro.

Bruno, que está com o seu filho Noah presente, disse que o dia foi ainda mais emocionante pela presença do pequeno. “Mais uma semifinal de Grand Slam e mais uma semifinal aqui em Nova Iorque. É um lugar que todo mundo sabe que é especial para mim, ainda mais com o Noah aqui comigo. Foi um dos momentos mais emocionantes da minha vida quando ele entrou na quadra correndo, com a felicidade e o olhar de empolgação que ele me deu. Vai ser um momento eterno para mim”, finalizou.

Na semi, Bruno e Jamie enfrentarão o australiano John Peers e o eslovaco Filip Polasek, os cabeças de chave 7. As equipes nunca se enfrentaram no circuito. Esta é a nona semifinal de Grand Slam que o mineiro disputa em sua carreira. Bruno foi campeão de major nas duplas masculinas em três oportunidades: no Australian Open, em 2016 (com Jamie Murray), e duas vezes no próprio US Open, em 2016 (Murray) e 2020 (Mate Pavic).

Bruno e Jamie avançam às quartas do US Open

Bruno Soares e Jamie Murray continuam embalados no US Open. Nesta segunda-feira, a dupla superou o alemão Dominik Koepfer e o finlandês Emil Ruusuvuori em 7/6(6), 6/7(4-7) e 6/1 para se garantir nas quartas de final do Grand Slam de Nova Iorque.

Foto: Darren Carroll/USTA

“Foi mais um jogo duríssimo por aqui. Muito feliz mesmo de poder fazer mais uma quartas de final num Grand Slam, ainda mais em Nova Iorque, que gosto muito das condições e é o meu melhor Slam. Foi uma partida muito disputada e decidida no detalhe. Acho que a chave do jogo foi ter começado o terceiro set bem firme. No fim do segundo set nós sentamos ali, conversamos e resetamos a cabeça. Sabíamos que era necessário começar o terceiro set com tudo e deu tudo certo. Espero que a gente consiga seguir assim, passo a passo e rumo à final”, disse o mineiro.

Bruno, que ficou dois meses sem jogar um torneio e passou por uma cirurgia de apendicite durante os Jogos Olímpicos de Tóquio, também refletiu o sucesso da campanha em seu primeiro torneio. “Toda vez que acontece esse tipo de coisa a nossa perspectiva de mundo muda um pouco, né? A gente começa a valorizar cada vez mais as coisas, mais detalhes que antes passavam batidos. Essa energia extra acabou funcionando muito bem”, finalizou.

Na próxima rodada, Bruno e Jamie terão a difícil missão de enfrentar o espanhol Marcel Granollers e o argentino Horacio Zeballos, os cabeças de chave 2 e maiores favoritos ao título após a queda de Mektic/Pavic na estreia.

Bruno defende o título no US Open. Em 2020, o mineiro foi campeão ao lado do croata Mate Pavic. O último Grand Slam do ano é o major mais vencedor de Soares, tendo também sido campeão em 2016, ao lado de Jamie Murray, e em mais duas outras oportunidades nas duplas mistas, com Ekaterina Makarova (2012) e Sania Mirza (2014).

Duplas de Soares, Demoliner e Monteiro estreiam com vitória no US Open; Melo e Kubot se despedem

Bruno Soares e Jamie Murray estrearam com vitória no US Open. No retorno do mineiro ao circuito, que ficou dois meses fora de ação, a dupla superou o norte-americano Tommy Paul e o australiano Alexei Popyrin em sets diretos, com parciais de 6/4 e 6/2. Na próxima rodada, Bruno e Jamie enfrentarão os norte-americanos Chris Eubanks e Bjorn Fratangelo.

Foto: Manuela Davies/USTA

“Bela estreia aqui. O começo foi um pouquinho tenso, eu estava realmente fora de ritmo, mas o jogo foi passando e nós fomos melhorando. Subimos bem o nível e jogamos um segundo set muito firme”, disse Bruno, satisfeito com a evolução da dupla durante a partida.

“Muito feliz de poder competir, de conquistar essa vitória e de jogar um Grand Slam. E mais feliz ainda de ter o Noah, meu filho, aqui comigo, assistindo e curtindo os jogos. Realmente é muito especial. Agora é seguir firme e usar essa energia boa que está vindo de fora da quadra, do público, do Noah e da família, para continuar jogando bem”, finalizou o mineiro, contente de ter o filho assistindo aos jogos.

Esta foi a primeira partida de Bruno Soares após o diagnóstico de apendicite feito nos Jogos Olímpicos de Tóquio, onde acabou sendo operado. O mineiro não disputava um torneio desde Wimbledon, no início de julho.

Demoliner/Daniell e Millman/Monteiro também avançam

O gaúcho Marcelo Demoliner e o neozelandês Marcus Daniell viram a desistência de seus adversários durante a partida de estreia. Enfrentando os britânicos Daniel Evans e Lloyd Glasspool, a dupla avançou com 6/7, 6/4 e 2/1 ret após uma lesão sentida por Evans. Na segunda rodada, Demoliner e Daniell enfrentarão os franceses Herbert/Mahut, cabeça de chave 3 da competição.

Outro brasileiro que avançou foi Thiago Monteiro. Ao lado do australiano John Millman, o cearense superou a dupla de De Minaur/Reid em 6/3 e 6/2, se garantindo na segunda rodada. Lá, o time enfrentará os cabeças de chave 4 Ram/Salisbury.

“Acho que a gente jogou firme. A nossa energia bate bem e temos um bom entrosamento. Ele é um cara super alto astral, com uma energia que gosto muito, e ele é muito sólido em quadra. Hoje fomos bem firmes no saque. É manter esse entrosamento e buscar fazer um bom jogo na próxima rodada”, disse Monteiro, feliz por voltar a jogar com Millman.

Cabeças de chave fora

O dia foi complicado para quatro duplas cabeças de chave, que se despediram do torneio na estreia. Marcelo Melo e Lukasz Kubot, cabeças 9, foram surpreendidos pelos norte-americanos King/Reese em 7/6 e 6/4. A dupla sensação da temporada e principais favoritos da competição, os croatas Mektic/Pavic, foram eliminados pelos também norte-americanos Lammons/Withrow em 6/2 e 7/5. Cabal/Farah, cabeças 5, e Puetz/Venus, os 12º favoritos, também deram adeus ao US Open.

Após cirurgia, Soares retorna ao circuito e conhece adversários no US Open

Bruno Soares e Jamie Murray conheceram seus primeiros adversários do US Open. A chave de duplas masculinas foi sorteada neste domingo e a dupla, que é cabeça de chave 7 da competição, estreará contra o norte-americano Tommy Paul e o australiano Alexei Popyrin. Soares é o atual campeão do Grand Slam americano tendo vencido no ano passado com Mate Pavic.

De volta ao circuito após o susto passado nos Jogos Olímpicos de Tóquio, onde foi diagnosticado com apendicite e precisou ser operado, Bruno está animado para entrar em quadra. O mineiro não disputa um torneio desde Wimbledon, no início de julho.

“Voltar em Nova Iorque é sempre uma grande emoção. Sem dúvidas é o meu Grand Slam favorito e também é o que tenho os melhores resultados. Fui campeão no ano passado também, então é ainda mais especial. Mas a expectativa é um pouco diferente, já que estou sem competir há muito tempo e também não joguei nenhum torneio preparatório para o US Open”, disse Bruno, que ocupa a 11ª posição no ranking.

O brasileiro voltou aos treino há duas semanas, mas confessa que precisa de ritmo de jogo. “Venho fazendo a preparação por aqui com o Jamie e estamos usando esses últimos dias para afiar a sintonia. Treinei bem nas ultimas duas semanas, mas estou sem ritmo de jogo e isso é o mais importante para mim. Eu preciso jogar ponto, então espero que eu consiga jogar o máximo de jogos-treino até a nossa estreia”, continuou.

Já pensando na estreia, Soares sabe que será um jogo complicado. “Vai ser um jogo perigoso. Os dois são jogadores de simples que jogam forte e sacam muito, além de jogarem muito firme do fundo de quadra. Então vai ser aquela antiga dinâmica de nós, os duplistas, precisarmos pressioná-los para não deixar os adversários confortáveis em quadra. Esse ano vai ser diferente da última edição, com público, então estou bem empolgado com essa estreia”, finalizou.

O US Open é o Grand Slam de melhor desempenho de Bruno Soares. O tenista já foi campeão do torneio em quatro oportunidades: duas nas duplas masculinas, ao lado de Jamie Murray (2016) e Mate Pavic (2020), e mais duas nas duplas mistas, com Ekaterina Makarova (2012) e Sania Mirza (2014). O mineiro ainda está avaliando se disputará a competição de duplas mistas, depois de tanto tempo sem jogar.