Melo segue rotina de treinos na quarentena australiana

Marcelo Melo segue treinando em Melbourne. O mineiro, que chegou na Austrália na última sexta-feira, está aproveitando as cinco horas disponíveis durante a quarentena para se preparar para os torneios que disputará. Os tenistas que disputarão as competições australianas precisam passar por 14 dias de isolamento antes de serem liberados para as atividades normais.

“Está tudo certo por aqui, podendo treinar. Temos feito duas horas na quadra e, depois, uma hora e meia no ginásio, um local ao lado do outro. Na sequência, tempo para a refeição. Tudo muito coordenado, com todos bem separados. E com muita limpeza: após cada um deixar a quadra, o ginásio, tudo esterilizado. Até o elevador do hotel, depois de usarmos”, explicou Marcelo.

Vários protocolos foram definidos pelo governo australiano e o Australian Open a fim de evitar a contaminação dos competidores e trabalhadores pelo coronavírus. “Tudo muito bem organizado. Eles estão há 11 dias por aqui com nenhum caso. Então, temos de entender esse protocolo de segurança bem rígido. Faz parte. Pelo menos podemos treinar. Ainda falta um tempinho para começarmos a competir e está tudo tranquilo, como dá para ser, diante do que o mundo vem passando”, completou o mineiro, entendendo os cuidados e elogiando a organização.

Antes do Australian Open, Marcelo disputará o ATP 250 de Melbourne, torneio que acontecerá a partir do dia 31 de janeiro. O mineiro estará ao lado do romeno Horia Tecau, já que o seu parceiro fixo, o holandês Jean-Julien Rojer, será pai em breve e optou por não viajar para a Austrália. A parceria de Melo e Rojer será iniciada após as competições australianas.

Marcelo Melo viaja nesta quinta para o primeiro Grand Slam do ano

Marcelo Melo está na fase final de sua preparação para o Australian Open. O mineiro, que segue treinando em Monte Carlo, viajará nesta quinta-feira para Melbourne. Para um melhor controle da entrada dos tenistas no país, a competição fretou voos saindo de diferentes partes do mundo, com Melo embarcando em Dubai, nos Emirados Árabes.

“Estamos seguindo as orientações do torneio sobre o voo. Vamos sair de Dubai, em avião fretado para os jogadores. Estão organizando para que todos partam juntos para Melbourne. E aí facilita muito a entrada lá”, contou o mineiro. Marcelo jogará dois torneios, um ATP 250 em Melbourne e o Australian Open, ao lado do romeno Horia Tecau, já que seu parceiro fixo, o holandês Jean-Julien Rojer, será pai em breve.

Após a chegada na Austrália, os tenistas precisam cumprir uma rígida quarentena de 14 dias que inclui parceiros fixos de treino. “Durante a primeira semana vamos treinar eu e o Horia. Não podemos ter contato com mais ninguém. Na segunda semana, será permitido o contato com mais uma dupla. Conversamos com o Mate Pavic e o Nikola Mektic e vamos treinar junto com eles. Mas só podemos treinar com eles e sem contato com mais ninguém fora desse grupo, somente os quatro”, completou Marcelo.

Além da definição dos parceiros de treino, os competidores poderão ficar poucas horas fora de seus quartos para evitar a disseminação do vírus. “Essas cinco horas incluem atividades como o treino, a parte física, a fisioterapia. Pelo que entendi a organização do Australian Open é que vai decidir os horários que poderemos ficar fora. No restante do dia somos obrigados a permanecer no quarto. E sem contato com outros jogadores fora do nosso grupo, dois e depois quatro. Realmente muito restrito nessas duas semanas, pelas condições que a Austrália está. Parece que em Melbourne estão nulos os casos. Não querem correr o risco de levar o vírus para lá. E entendemos todos esses cuidados”, continuou.

“Depois dos 14 dias, aí poderemos circular livremente por Melbourne, escolher nosso hotel, voltar ao normal, sem essa rotina das duas primeiras semanas. Já outras restrições, durante o torneio, só vamos saber chegando lá. E tem um número específico de convidados, praticamente pode levar um cada um. Parece que só entram mil pessoas na Austrália”, finalizou o mineiro, detalhando as medidas do torneio.

Bruno Soares embarca para a Austrália nesta terça

Bruno Soares está a caminho da Austrália. O mineiro, que terminou 2020 como parte da melhor dupla da temporada, está viajando nesta terça-feira para iniciar a sua preparação para o Australian Open, onde retomará a sua parceria com o britânico Jamie Murray.

“Estou embarcando hoje para Australia, pegando o vôo fretado que sairá de Doha, porque o meu vôo acabou sendo antecipado. O descanso foi bom e a preparação está em processo, terminando nos 14 dias de quarentena que precisamos fazer lá. Treinarei somente com o Jamie na primeira semana, seguindo os protocolos propostos, e na segunda vamos continuar a preparação com Cabal e Farah”, disse o mineiro.

Bruno e Murray voltarão a se reunir após um ano e meio separados. A dupla, que fez uma das parcerias mais perigosas do circuito entre as temporadas de 2016 e 2019, conquistou dois títulos de Grand Slam junta, o Australian Open e o US Open, ambos em 2016. Também foi neste mesmo ano que Soares e Murray terminaram a temporada no topo do ranking de times. No total, foram 10 títulos conquistados pela parceria mais bem-sucedida da carreira do brasileiro.

“A expectativa é muito boa para essa volta com o Jamie, acho que estamos melhores agora do que na nossa primeira versão. Estamos mais experientes e jogando tão bem ou até melhor do que naquela época, então estou super empolgado pelo futuro”, falou o atual número 6 do mundo, empolgado com o potencial da dupla.

Bruno e Murray ainda estão planejando os seus próximos passos após os torneios australianos. “Ainda estamos definindo. O mais provável será jogar os ATP 500 de Roterdã e Acapulco e o Masters 1000 de Miami, mas ainda vamos conversar melhor, dependendo dos nossos resultados”, finalizou Bruno, focado na Austrália.

Demoliner e Gonzalez iniciam a temporada com derrota

Iniciando a parceria com o mexicano Santiago Gonzalez, Marcelo Demoliner caiu na primeira rodada do ATP 250 de Delray Beach, nos Estados Unidos. O gaúcho e o mexicano foram superados por Oliver Marach e Luis David Martinez em sets diretos, com parciais de 6/2 e 6/3, se despedindo da competição.

Esta é a segunda vez que Demoliner e Gonzalez formam uma parceria. A primeira foi em 2018, quando o gaúcho e o mexicano disputaram nove torneios juntos. O time foi campeão do ATP 250 de Antalya, na Turquia, e foi vice-campeão do ATP 250 de Antuérpia, na Bélgica. Retomando a parceria, os números 44 e 48 do mundo buscam posições no ranking para que possam entrar em torneios de maiores níveis.

Demoliner e Gonzalez seguem a sua preparação para o Australian Open, que acontece em fevereiro. O torneio australiano será o quarto Grand Slam disputado pela parceria, que já participou de Roland Garros, Wimbledon e do US Open, caindo na segunda rodada em todos.

Com Rojer prestes a ser pai, Melo joga ao lado de Tecau na Austrália

A estreia da parceria de Marcelo Melo e Jean-Julien Rojer terá que esperar. A dupla, que estava programada para iniciar os trabalhos na Austrália, aguardará a chegada do bebê que o holandês e a sua esposa terão em breve. Com isso, Marcelo disputará um dos dois ATP 250 de Melbourne e o Australian Open ao lado do romeno Horia Tecau, que foi o parceiro de Rojer nas últimas sete temporadas.

Esta será a primeira vez que Melo e Tecau jogarão juntos. O romeno dono de 37 títulos foi campeão de Wimbledon (2015) e do US Open (2017) com Rojer, além de medalha de prata nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro com o seu compatriota Florin Mergea. Após o término de sua parceria com Rojer, Tecau está sem parceiro fixo. Aos 35 anos, Horia, que sofreu com algumas lesões nas últimas temporadas, declarou estar em busca de um calendário mais enxuto, o que o impede de fixar parceria.

“Vou jogar com o Tecau, por coincidência ex-parceiro do Jean-Julien, tanto no ATP 250, lá mesmo em Melbourne, como no Australian Open. Depois desses dois torneios, eu e o Jean-Julien iniciaremos então, com muita motivação, a nossa nova parceria”, disse Marcelo, que está se preparando para o início da temporada de 2021 na sua cidade natal, em Belo Horizonte.

A ATP divulgou recentemente o calendário parcial da próxima temporada, que incluirá uma bolha criada em Melbourne. Dois torneios ATP 250, que irão ocorrer na mesma semana do dia 31 de janeiro, a ATP Cup e o Australian Open serão disputados na cidade, mantendo os jogadores centralizados.

Melo e Rojer estão animados com a nova parceria

Após encerrar a vitoriosa parceria de quatro anos ao lado do polonês Lukasz Kubot, Marcelo Melo já está focado em 2021. Será na próxima temporada que o mineiro terá o holandês Jean-Julien Rojer, campeão de dois Grand Slams, como seu parceiro. Empolgados, os dois estão se preparando para iniciar a nova parceria da melhor maneira possível.

“Muito motivado com essa nova parceria. Conheço o Jean-Julien há bastante tempo. Ele também está extremamente motivado, feliz dessa parceria comigo. E acho que isso vai ser muito importante para termos boas chances de jogar bem. Contamos com um jogo sólido e espero que dê muito certo. Vamos fazer de tudo, treinar. Estamos bem empolgados”, disse Marcelo, animado com o futuro.

Jean-Julien Rojer é um dos maiores vencedores do circuito. Dono de 29 títulos, o experiente holandês de 39 anos já foi número 3 do mundo e, ao lado de Horia Tecau, terminou a temporada de 2015 como parte da melhor dupla daquele ano. Atual número 25 do mundo, o holandês conquistou os títulos de Wimbledon (2015) e do US Open (2017) com Tecau, com quem encerrou a parceria após 7 anos. A dupla levantou 20 troféus junta.

Amigos de longa data, Rojer e Melo disputaram apenas um torneio juntos, na edição de 2016 do ATP 250 de Munique, na Alemanha. O holandês também não esconde a felicidade em dividir a quadra com um de seus amigos mais próximos do circuito. “Primeiro de tudo, eu estou muito empolgado em jogar com o Marcelo. Ele é um dos melhores tenistas de duplas do mundo nos últimos 10 anos, talvez mais. Uma grande pessoa. Então, estou ansioso porque acredito que nosso estilo de jogo possa se dar bem junto. Marcelo é não só um amigo, como um dos melhores amigos que tenho no circuito. Será bem legal formar dupla com ele”, afirmou Rojer.

Com o calendário parcial da ATP divulgado na noite da última quarta-feira, a dupla decidirá os seus primeiros passos de 2021. Agora, Melo e Rojer treinam em suas cidades, se preparando para o ano que virá.

Após quatro temporadas, Melo e Kubot encerram a parceria

A vitoriosa parceria de Marcelo Melo e Lukasz Kubot chegou ao fim. Após quatro temporadas, a dupla dona de 15 títulos no circuito, incluindo a conquista de Wimbledon em 2017, encerrou as atividades após a vitória na última partida do ATP Finals. Em 2021, Melo seguirá ao lado do holandês Jean-Julien Rojer, campeão de Wimbledon em 2015 e do US Open em 2017.

Foto: Divulgação

Lukasz Kubot foi a parceria mais bem-sucedida da carreira de Marcelo Melo. Com 165 vitórias conquistadas nestes quatro anos de parceria, a dupla foi campeã em 15 torneios, com destaque para os títulos em Wimbledon, os Masters 1000 de Miami, Madri, Paris e Xangai, e mais sete ATP 500. Juntos, Melo e Kubot chegaram ao topo do ranking de duplas, tanto de times, terminando 2017 como a melhor dupla da temporada, quanto no individual. O time também disputou o ATP Finals em todos os anos de parceria.

Em conversa com o blog, Marcelo revelou que a difícil decisão foi tomada após o último Grand Slam. “Nós decidimos terminar a parceria logo após Roland Garros. Na verdade, foi uma decisão mais do meu lado. Eu achava que a gente precisava de uns ares novos, jogamos quatro anos juntos, e o Lukasz entendeu. Nós conversamos e achamos que seria legal terminar o nosso capítulo como dupla jogando no Finals, até por isso fomos para Colônia e jogamos todos aqueles jogos. Fizemos o possível e o impossível para poder classificar. Os últimos sete jogos que fizemos eram como se fossem sete finais, precisávamos ganhar todos e isso foi gerando uma carga emocional muito forte na gente. Nós lutamos para terminar no Finals”, disse o ex-número 1 do mundo.

Após a derrota na segunda rodada de Roland Garros, Melo e Kubot figuravam na 12ª colocação do ranking de times e precisavam de uma sequência impecável de resultados para se classificar no ATP Finals. A dupla, então, foi vice-campeã no ATP 250 de Colônia, campeã no ATP 500 de Viena e semifinalista no Masters 1000 de Paris, garantindo a sua vaga no torneio que reúne os melhores times do ano em Londres.

“Falei pro Kubi que a gente fez história. Nós chegamos ao posto de número 1 do mundo, ganhamos Wimbledon, etc, e que seria muito legal jogar no Finals. No fim, deu certo. E, no fim das contas, foi um jogo muito emocionante. O Koolhof e o Mektic, que foram os nossos adversários, até chegaram na gente e disseram: ‘É até estranho falar isso, mas fiquei feliz que vocês ganharam da gente, para terminar assim’. Vários jogadores vieram falar com a gente e até umas pessoas da ATP choraram com a gente fora da quadra. Mas é muito bom ver que a gente terminou bem e que conseguimos separar a amizade e o trabalho. Muitas duplas acabam mal e a gente chegou num ponto que, dentro de quadra, o melhor caminho para nós dois seria separar. Mas nós entendemos isso, e por isso acabou causando toda essa emoção”, continuou Marcelo. Visivelmente emocionados, o brasileiro e o polonês choraram em quadra após a última partida.

O experiente Jean-Julien Rojer será o próximo parceiro do mineiro. Aos 39 anos, Juls, como é conhecido, é um dos maiores vencedores do circuito, conquistando 29 títulos em sua carreira e sendo campeão de Grand Slam em duas oportunidades. O holandês também vem de um fim de uma longa parceria, terminando os sete anos ao lado do romeno Horia Tecau. Amigos de longa data, Melo e Rojer jogaram juntos apenas uma vez no circuito, no torneio de Munique, em 2016.

“O Juls conversou com o Horia e decidiu terminar a dupla também. Aí a gente acabou conversando, ele sabia do fim da minha parceria. Nós já tínhamos comentado algumas vezes, na brincadeira, que acabaríamos jogando juntos algum dia e não deu outra”, finalizou o mineiro.

Pavic/Soares encerram o ano como a dupla número 1

Bruno Soares e Mate Pavic finalizaram a parceria com chave de ouro. Neste sábado, a dupla campeã do US Open foi coroada pela ATP como a melhor parceria do ano, terminando 2020 no topo do ranking de times.

Foto: ATP

“Mais um objetivo alcançado. É um momento muito especial, ainda mais depois de um dia frustrante como ontem. Nada como um dia após o outro. Hoje não pudemos estar dentro de quadra, competindo e brigando pelo título como a gente queria, mas vamos dormir como a dupla número 1 do mundo. E felizmente pude repetir o feito mais uma vez, em 2016 também recebi este título. Sem dúvidas é pra comemorar. É mais um marco da minha carreira que tenho que curtir muito”, comemorou Soares, feliz com a conquista.

O fim de temporada da dupla após a paralisação do circuito pela pandemia do coronavírus foi marcado pelos ótimos resultados. Além do título no US Open, a dupla foi vice-campeã em Roland Garros e no Masters 1000 de Paris. “Acho que o momento mais especial do ano foi o título no US Open. Ainda mais por toda a situação de estar voltando da pausa de seis meses do circuito e também de ter me recuperado do coronavírus nos 45 do segundo tempo pra poder competir”, destacou Bruno.

Esta é a segunda vez que o mineiro recebe o título. Em 2016, ao lado de Jamie Murray, Bruno também terminou a temporada no topo do ranking após conquistar os títulos no Australian Open e no US Open. Em 2021, o brasileiro voltará a ter o britânico como seu parceiro.

Bruno e Pavic ficam de fora da semi; dupla encerra a temporada e a parceria

Bruno Soares e Mate Pavic encerraram a temporada de 2020 nesta sexta-feira. A dupla venceu a sua última partida da fase de grupos do ATP Finals, derrotando o australiano John Peers e o neozelandês Michael Venus de virada, em 6/7, 6/3 e 10-8. Apesar da vitória, Bruno e Pavic não conseguiram garantir uma vaga nas semifinais.

Foto: ATP/Divulgação

O time dependia do resultado da outra disputa do dia, precisando que Marcel Granollers e Horacio Zeballos levassem um set contra Jurgen Melzer e Edouard Roger-Vasselin. Lesionado, Granollers acabou desistindo da partida no 6/6 do primeiro set, dando a vitória e a classificação para os seus adversários. “É uma situação bem frustrante ser eliminado dessa maneira. Estávamos jogando bem e brigando pelo número 1. É bem chato, mas vida que segue mais uma vez. É o segundo baque em duas semanas” disse Soares, visivelmente chateado.

Soares e Pavic, assim, encerram a temporada e a parceria, que rendeu os títulos no US Open deste ano e no Masters 1000 de Xangai, no ano passado, além de finais em Roland Garros, Masters 1000 de Paris e ATP 250 de Estocolmo. Na próxima temporada, Bruno voltará a ter o britânico Jamie Murray ao seu lado, com quem formou uma parceria vitoriosa e conquistou 10 títulos, incluindo o Australian Open e o US Open.

“Agora é descansar, relaxar, recuperar as energias e começar a pré-temporada em Comandatuba. Provavelmente, quando eu estiver lá, já vamos ter um calendário definido dos torneios da Austrália, e aí vai ser analisar e ver quais serão os primeiros passos de 2021 com o Jamie”, finalizou o mineiro.

Melo e Kubot encerram campanha no Finals com vitória

Marcelo Melo e Lukasz Kubot fizeram a sua última partida no ATP Finals e da parceria nesta quinta-feira. A dupla, que já estava fora da briga pela última vaga na semifinal do torneio, encarou os já classificados Wesley Koolhof e Nikola Mektic e venceu em dois sets a um, com parciais de 6/4, 6/7 e 10-8.

“Realmente foi muito emocionante o final do jogo, por várias circunstâncias. Pela maneira que foi, mais um match tie-break. E em especial por ter sido o último jogo meu e do Kubot juntos. Nós que fizemos história nesse tempo todo. Então, é muito emocionante para nós. Uma vida juntos, inúmeras conquistas e a felicidade de terminar aqui no Finals”, afirmou Marcelo, emocionado com o dia.

“Fico muito feliz de ter terminado com essa vitória. Kubot se tornou um grande amigo. Deixamos a parceria, mas seguimos amigos, logicamente, agora do circuito para a vida. Importante é saber que fizemos o máximo que pudemos. Chegamos a número 1 do mundo, tivemos a conquista de Wimbledon. Só coisas positivas na nossa carreira. Mas, agora cada um segue o seu caminho. Kubot sempre agradece o carinho que as pessoas têm com ele, quando foi ao Brasil jogar o Rio Open. Muito obrigado. Por mim, falando por ele, por este momento e pelo apoio e pela torcida nesse tempo todo”, finalizou o mineiro.

Uma das parcerias mais vitoriosas dos últimos anos, Melo e Kubot seguiram quatro anos juntos. A dupla foi campeã em 15 oportunidades, conquistando títulos como Wimbledon, quatro Masters 1000 e sete ATP 500. Os primeiros troféus, porém, vieram quando a parceria ainda não era oficial, no ATP 500 de Viena em 2015 e 2016. A melhor dupla da temporada de 2017 deu seu último adeus no ATP Finals, torneio que disputaram em todos os anos da parceria.