Brasileiros encerram a campanha em Melbourne

Na madrugada deste sábado, Marcelo Melo e Lukasz Kubot, cabeças de chave número 2, parou na segunda rodada do Australian Open. A dupla foi superada pelo mexicano Santiago Gonzalez e o britânico Ken Skupski em sets diretos, com parciais de 7/5 e 7/6 (4).

No primeiro set, após um equilíbrio que durou até o final da série, os adversários conseguiram a quebra no décimo segundo game para sair na frente no jogo, marcando 7/5. Veio o segundo set e a partida continuou equilibrada. Sem breaks, a série foi definida nos detalhes, no tie-break, com Gonzalez e Skupski fechando em 7/6 (7-4)  para seguir na Austrália. Este foi o segundo torneio da dupla neste começo de temporada 2020, os dois na Austrália. Antes, jogaram o ATP 250 de Adelaide, preparatório para o Grand Slam, chegando até as quartas de final.

No dia seguinte, no domingo, Bruno Soares e o croata Mate Pavic também foram eliminados do primeiro Grand Slam do ano. Em uma batalha de 2h39min, eles perderam para os australianos James Duckworth e Marc Polmans por 7/6(2) 2/6 7/6(9), caindo nas oitavas-de-final da competição.

“Foi um dia duro, decidido no detalhe. Jogamos super bem, dominamos boa parte do jogo. No primeiro set criamos muitas oportunidades e eles acabaram vencendo em 7/6. O segundo set a gente jogou muito bem, ganhamos 6/2 e o terceiro o jogo subiu muito de nível. Todo mundo jogou bem. Tivemos dois match points e escapou. É triste. A gente estava jogando muito bem, estava confiante e é vida que segue”, analisou o brasileiro.

O próximo compromisso do mineiro será o Rio Open, o ATP 500 disputado no Rio de Janeiro que acontecerá entre os dias 15 e 23 de fevereiro no Jockey Club.

Duplas de Melo e Soares avançam no Australian Open

Após a estreia ter sido adiada por conta das fortes tempestades de areia em Melbourne, Marcelo Melo e Lukasz Kubot entraram em quadra na madrugada desta sexta-feira e estrearam com vitória. O time cabeça de chave 2 superou os argentinos Guillermo Duran e Diego Schwartzman em sets diretos, com parciais de 6/3 e 6/2.

marcelokubot3

Foto: Getty Images

“Foi uma bela estreia. Conseguimos jogar muito bem, do começo ao fim. Muito bom encaixar bem o jogo. Tínhamos feito uma boa preparação. É aproveitar isso para a próxima rodada. Um jogo bem diferente agora, contra dois duplistas, mas estamos muito bem preparados. É ir com tudo em busca de passar mais uma rodada para frente, passo a passo”, explicou Marcelo, contente com a estreia. Agora, a dupla volta em quadra já nesta sexta-feira, por volta das 23h, horário de Brasília, para enfrentar o mexicano Santiago Gonzalez e o britânico Ken Skupski.

Quem também venceu foi Bruno Soares. Ao lado do croata Mate Pavic, a dupla avançou às oitavas ao derrotar o indiano Divij Sharan e o neozelandês Artem Sitak em 7/6(3) e 6/3. Na próxima rodada, a dupla aguarda os vencedores de Duckworth/Polmans x Koolhof/Mektic.

“Foi mais um grande jogo hoje. Jogamos super bem e felizmente o Mate está 100%. Estamos conseguindo jogar o nosso melhor. Agora é seguir isso”, disse Bruno, feliz com a recuperação física do parceiro, que havia lesionado as costas no início do ano. “Amanhã tenho a mista para manter o ritmo e o próximo jogo já é terceira rodada. Quem está nessa fase tem méritos para estar lá e está fazendo algo muito bem”, finalizou o mineiro.

Nas mistas, Bruno disputará mais uma vez ao lado da norte-americana Nicole Melichar. A estreia da dupla será contra Alicja Rosolska e Andreas Mies.

Bruno e Pavic vencem na estreia; Demoliner cai nos detalhes

Na madrugada desta quinta-feira, Bruno Soares e Mate Pavic estrearam com vitória no Australian Open. Disputando o primeiro Grand Slam do ano, a dupla derrotou o britânico Luke Bambridge e do japonês Ben McLachlan em sets diretos, com parciais de 7/6(4) e 7/5.

Já prevendo que seria uma estreia difícil contra adversários que acabaram de conquistar o título em Auckland, Bruno comemorou a performance de sua parceria. “Depois de um início de dia com tempestade de areia atrasando os jogos, fizemos uma grande partida. A gente já sabia que seria difícil e foi muito no detalhe. O jogo poderia ter caído pro outro lado, mas o segredo foi ter jogado bem os pontos importantes. As poucas chances que conseguimos criar jogamos bem e aproveitamos”, disse Bruno, contente com a estreia.

“Não temos descanso e temos mais uma pedreira pela frente. A dupla ganhou um belíssimo jogo na primeira rodada e vamos precisar jogar com confiança e com a atitude de hoje”, finalizou o mineiro, já de olho na próxima rodada. Bruno e Pavic enfrentarão a dupla do indiano Divij Sharan e o neozelandês Artem Sitak já na noite desta quinta-feira. O brasileiro também jogará a competição de duplas mistas, ao lado da americana Nicole Melichar. Ainda sem data marcada, eles estreiam contra Rosolska e Mies.

Outro brasileiro que entrou em quadra foi Marcelo Demoliner. Ao lado do holandês Matwe Middelkoop, o time foi superado nos detalhes pelos norte-americanos Tennys Sandgren e Jackson Withrow em 4/6, 7/6 e 7/6. Marcelo Melo e Lukasz Kubot também estreariam nesta quinta-feira. A partida de estreia da dupla contra os argentinos Schwartzman e Duran, porém, foi adiada para a madrugada da sexta-feira após um atraso da rodada gerado pelos fortes ventos em Melbourne, que trouxeram a sujeira das queimadas que estão acontecendo em todo o país para as quadras do complexo do Australian Open.

Guia das Duplas – Australian Open 2020

2019-01-27t061045z_946486716_rc1440c4b350_rtrmadp_3_tennis-ausopen

Foto: Reuters

Pierre-Hugues Herbert e Nicolas Mahut são os atuais campeões do Australian Open. Entrando no sexto ano de parceria, Herbert e Mahut vão em busca da defesa do título e do quinto Grand Slam da dupla. Em Melbourne, os franceses são os cabeças de chave 1 da competição e estrearão contra Simone Bolelli e Benoit Paire. O italiano já foi campeão na Austrália em 2015, ao lado de Fognini. No caminho, muitas pedras. Soltos na chave, Henri Kontinen (campeão do Australian Open em 2017) e Jan-Lennard Struff podem se encontrar com a dupla nas oitavas, assim como os cabeças de chave 15 Gonzalez/Martin, que foram os campeões do ATP 250 de Adelaide na última semana.

Projeção de Herbert/Mahut
R1: Bolelli/Paire
R2: Gille/Vliegen ou Andujar/Lopez
Oitavas: [15]Gonzalez/Martin, Kontinen/Struff
Quartas: [6]Granollers/Zeballos, [11]Ram/Salisbury, Demoliner/Middelkoop
Semi: [3]Krawietz/Mies, [5]Koolhof/Mektic, [10]Pavic/Soares, [14]Murray/Skupski

Os brasileiros
[2]Marcelo Melo e Lukasz Kubot
Marcelo Melo está de volta na Austrália. O mineiro, que não disputou a última edição por lesão, estará ao lado do seu parceiro Lukasz Kubot em busca do segundo Grand Slam da dupla. Os cabeças de chave 2 terão a sua estreia contra os argentinos Guillermo Duran e Diego Schwartzman. Os maiores desafios aparecerão a partir das quartas, com [8]Rojer/Tecau e [9]Klaasen/Marach no caminho. Em Adelaide, torneio preparatório para o Australian Open, Melo e Kubot enfrentaram Klaasen/Marach na estreia, vencendo a partida em sets diretos.

Melo conversou com o blog, estando otimista com a preparação da dupla. “Estamos treinando muito bem, hoje (segunda-feira) fizemos duas sessões de treino antes da chuva. É muito bom estar de volta depois de ter ficado de fora no ano passado por causa da lesão. Muito feliz mesmo, o complexo está até diferente, muito legal, algumas coisas mudaram e estão atualizadas”, disse o mineiro, feliz pelo retorno. “A estreia contra os argentinos vai ser difícil, o Schwartzman vem jogando muito bem em simples, mas estamos bem contentes com a forma que estamos jogando, fizemos um bom jogo em Adelaide. Agora temos que esperar o dia em que vamos jogar por causa da chuva, provavelmente na quinta-feira, eu acho”, completou Melo, já na expectativa para a estreia.

Projeção de Kubot/Melo
R1: Duran/Schwartzman
R2: Gonzalez/Skupski ou Kwon Millman
Oitavas: [16]Krajicek/Skugor
Quartas: [8]Rojer/Tecau, [9]Klaasen/Marach
Semi: [4]Dodig/Polasek, [7]Peers/Venus, [12]Melzer/Roger-Vasselin, [13]Bryan/Bryan

[10]Bruno Soares e Mate Pavic
O fim de 2019 foi bem animador para a dupla, que finalmente conseguiu transformar a performance em um troféu ao levantar o título do Masters 1000 de Xangai. Os torneios preparatórios para o Australian Open, porém, terminaram com uma vitória e duas vitórias. Em Melbourne, a dupla tem um começo de chave complicado, estreando contra Luke Bambridge e Ben McLachlan, campeões do ATP 250 de Auckland, e tendo uma segunda rodada contra Busta/Sousa, simplistas que estão sempre nas chaves duplas, ou  o time de especialistas Sharan/Sitak.

Bruno destacou o difícil início de ano marcado por lesões. “A nossa grande preocupação é que o Mate, no primeiro treino lá em Doha, sentiu as costas. Travou na parte de cima, perto do pescoço. Já tem duas semanas que ele está muito limitado. Jogou Doha bem no sacrifício, não conseguia nem sacar. A situação já estava bem melhor em Auckland, mas ainda não estava 100%. Treinamos super bem nos últimos dias, temos feitos belos treinos e bons sets contra duplas fortes… Mas até agora, nos três jogos da temporada, a gente não conseguiu jogar nenhum 100% fisicamente. Eu estou me sentindo super bem, fisicamente e tenisticamente, jogando bem. O Mate também, ele fez uma belíssima pré-temporada, mas infelizmente teve esse pepino bem no primeiro dia de treino”, disse o mineiro.

Questionado sobre as expectativas, Soares está animado. “A cabeça está boa, estamos bem empolgados. É um lugar que a gente joga bem, nós temos boas memórias, tanto eu quanto ele. Pegamos uma primeira rodada super complicada, uma dupla que foi campeã na semana passada, formada por dois caras que sacam super bem. Vai ser um jogo de muito detalhe, provavelmente com poucas oportunidades. Mas estamos muito focados no jeito em que terminamos a última temporada. Bom, tenisticamente, né, não de lesão, porque aí começou do jeito que terminou, com o Mate machucado. (risos) A gente sabe o nível que podemos jogar e que estamos de igual pra igual com qualquer dupla. É focar nisso, tentar trazer esse ritmo e a confiança de volta pra 2020”, finalizou Bruno, confiante nas chances da dupla.

Projeção de Pavic/Soares
R1: Bambridge/McLachlan
R2: Carreno Busta/Sousa ou Sharan/Sitak
Oitavas: [5]Koolhof/Mektic
Quartas: [3]Krawietz/Mies, [14]Murray/Skupski
Semi: [1]Herbert/Mahut, [6]Granollers/Zeballos, [11]Ram/Salisbury, [15]Gonzalez/Martin

Marcelo Demoliner e Matwe Middelkoop
A dupla, que começou a parceria no fim de 2019 e já tem um título e uma final, quer continuar com o mesmo ritmo em 2020. Tanto que Middelkoop fez sua pré-temporada no Rio de Janeiro ao lado de Demoliner para afinar a dupla. Os resultados nos primeiros torneios, porém, foram duros para o time, que caíram em duas primeiras rodadas resolvidas nos detalhes do match tie-break. Em Melbourne, Demoliner e Middelkoop podem enfrentar os cabeças 11 Ram/Salisbury logo na segunda rodada.

“Estamos jogando muito bem. Nós tivemos dois jogos agora no detalhe, com equipes fortes, então estamos felizes. Logo esses detalhes vão cair pra gente, tenho certeza”, disse o gaúcho, confiante no futuro da dupla. “Eu sempre gosto de jogar o Australian Open, já fiz duas oitavas nas duplas e também uma semi nas mistas, então me sinto bem aqui. Nós temos treinado forte aqui, duas vezes ao dia, e se preparando na melhor maneira que podemos. Não vamos dar moleza, não!”, completou Demoliner.

Projeção de Demoliner/Middelkoop
R1: Sandgren/Withrow
R2: [11]Ram/Salisbury ou Fucsovics/Norrie
Oitavas: [6]Granollers/Zeballos
Quartas: [1]Herbert/Mahut, [15]Gonzalez/Martin
Semi: [3]Krawietz/Mies, [5]Koolhof/Mektic, [10]Pavic/Soares, [14]Murray/Skupski

A grande ausência
Robert Farah é a ausência notável do Australian Open. Suspenso por doping, o colombiano não disputará o Grand Slam australiano, quebrando uma sequência de oito edições jogadas. Com a notícia sendo recente, Juan Sebastian Cabal buscou um parceiro de última hora e disputará o torneio ao lado do espanhol Jaume Munar, que estava inscrito nas duplas com o seu compatriota Fernando Verdasco.

Neste último domingo, o ciclista colombiano Fabián Puerta falou com a imprensa local. Também suspenso por doping da mesma substância, a boldenona, e na mesma circunstância, com provável ingestão de carne contaminada, o ciclista declarou que até hoje, 17 meses depois de ter recebido a notificação da WADA, não conseguiu provar a sua inocência e desejou boa sorte para Farah, já adiantando que o processo não será fácil. Resta saber os próximos passos de Cabal, que terá que continuar no circuito sem o seu parceiro fixo.

Uma última vez
Bob e Mike Bryan estão disputando o seu último Australian Open da carreira. Os gêmeos, que se aposentarão nesta temporada, estão em ritmo de adeus. Em sua vitoriosa carreira, Melbourne é o Grand Slam em que os norte-americanos mais conquistaram títulos, sendo campeões em seis oportunidades. O sucesso na Austrália foi tanto que entre os anos 2004 e 2013 a dupla chegou em nove finais, caindo antes em apenas um ano. Com o seu último título de Slam tendo sido conquistado em 2014, no US Open, resta saber se a atitude mais tranquila, que os gêmeos admitiram estar seguindo, adicionará mais um fator de perigo à maior dupla de todos os tempos.

Uai, mas já não tinha ido?
Se você deu uma olhadinha na chave completa, já percebeu que tem um nome que continua aparecendo. Lleyton Hewitt, que anunciou a aposentadoria em 2016, está em mais uma chave de duplas. Dessa vez, o australiano dividirá a quadra com o compatriota Jordan Thompson. Uma aposentadoria um tanto quanto flexível.

Melhores jogos de primeira rodada
[1]Herbert/Mahut x Bolelli/Paire
[7]Peers/Venus x Nielsen/Puetz
[8]Rojer/Tecau x Inglot/Qureshi
[10]Pavic/Soares x Bambridge/McLachlan
[14]Murray/Skupski x Hurkacz/Pospisil

Onde assistir
A tradicional transmissão de todas as quadras no site oficial do torneio não acontecerá este ano. Os assinantes dos canais ESPN, porém, poderão continuar acompanhando todos os jogos através da plataforma Watch ESPN. Na televisão, o torneio estará nos canais ESPN e ESPN2.

Número 1 do mundo, Farah é suspenso por doping

O colombiano Robert Farah, número 1 do mundo no ranking de duplas e atual campeão de Wimbledon e do US Open, anunciou nesta terça-feira que está suspenso após testar positivo para boldenona, substância anabolizante, em um exame antidoping. Ao lado de Cabal, Farah já havia anunciado a desistência do ATP 250 de Adelaide, que acontece nesta semana, e do Australian Open, o primeiro Grand Slam da temporada.

Robert+Farah+Day+Twelve+Championships+Wimbledon+fzxa_4lXum7x

Foto: Getty Images Europe

Nas redes sociais, Farah explicou que a amostra que assinalou a presença da boldenona foi coletada no dia 17 de outubro de 2019, em Cali, fora de competição. Duas semanas antes, quando o tenista estava disputando o Masters 1000 de Xangai, na China, Farah passou por outro teste, que deu negativo. No comunicado, o colombiano frisou que foi testado cerca de outras 15 vezes durante a temporada passada e que todas resultaram em negativo.

Farah também argumentou que o Comitê Olímpico Colombiano, no ano passado, afirmou que a boldenona é encontrada nas carnes colombianas e que a substância pode afetar os testes de antidoping dos atletas do país. O número 1 do mundo chegou a ir para Adelaide, onde disputou uma exibição ao lado de Cabal, Simona Halep e Angelique Kerber. A dupla colombiana, porém, anunciou a desistência do torneio alegando doença e problemas nas costas de Cabal.

No comunicado, Farah escreveu que já está trabalhando com a sua equipe para provar a inocência e voltar às quadras o mais rápido possível. Com a lista de inscritos já divulgada, resta saber com quem Juan Sebastian Cabal disputará o Australian Open.

Entry list – Australian Open 2020

POS PLAYER NAME DBS SGL PARTNER NAME DBS SGL TEAM
RANK RANK RANK RANK RANK
1 Cabal, Juan Sebastian 1 Farah, Robert 1 2
2 Herbert, Pierre-Hugues 6 65 Mahut, Nicolas 3 189 9
3 Kubot, Lukasz 5 Melo, Marcelo 7 12
4 Krawietz, Kevin 9 618 Mies, Andreas 11 20
5 Dodig, Ivan 12 Polasek, Filip 13 25
6 Granollers, Marcel 26 109 Zeballos, Horacio 4 30
7 Koolhof, Wesley 18 Mektic, Nikola 14 32
8 Peers, John 25 Venus, Michael 10 35
9 Pavic, Mate 17 Soares, Bruno 21 38
10 Rojer, Jean-Julien 20 Tecau, Horia 19 39
11 Klaasen, Raven 8 Marach, Oliver 32 40
12 Ram, Rajeev 24 Salisbury, Joe 22 46
13 Melzer, Jurgen 36 1310 Roger-Vasselin, Edouard 15 51
14 Kontinen, Henri 16 Struff, Jan-Lennard 56 35 51
15 Bryan, Bob 27 Bryan, Mike 27 54
16 Murray, Jamie 23 Skupski, Neal 31 54
17 Gonzalez, Maximo 34 Martin, Fabrice 29 63
18 Carreno Busta, Pablo 111 27 Sousa, Joao 37 59 64
19 Cuevas, Pablo 124 45 Pella, Guido 57 25 70
20 Krajicek, Austin 41 Skugor, Franko 35 704 76
21 Gille, Sander 46 Vliegen, Joran 38 84
22 Daniell, Marcus 47 Oswald, Philipp 40 87
23 Duran, Guillermo 78 Schwartzman, Diego 39 13 91
24 Bambridge, Luke 51 McLachlan, Ben 43 94
25 Gonzalez, Santiago 49 Skupski, Ken 50 99
26 Demoliner, Marcelo 44 Middelkoop, Matwe 55 99
27 Chardy, Jeremy 30 54 Lindstedt, Robert 70 100
28 Humbert, Ugo 366 56 Tiafoe, Frances 440 47 103
29 Rublev, Andrey 74 23 Vasilevski, Andrei 81 104
30 Nielsen, Frederik 45 Puetz, Tim 62 107
31 Hurkacz, Hubert 247 37 Pospisil, Vasek 443 148 (73) 110
32 Inglot, Dominic 59 Qureshi, Aisam-Ul-Haq 53 112
33 Sharan, Divij 52 Sitak, Artem 61 113
34 Bolelli, Simone 90 402 Paire, Benoit 101 24 114
35 Cecchinato, Marco 451 75 Djere, Laslo 39 114
36 Kecmanovic, Miomir 187 62 Ruud, Casper 223 53 115
37 Andujar, Pablo 64 Lopez, Feliciano 54 61 118
38 Albot, Radu 99 46 Jarry, Nicolas 73 77 119
39 Cacic, Nikola 87 1310 Lajovic, Dusan 115 34 121
40 Fritz, Taylor 120 31 Paul, Tommy 576 90 121
41 Bublik, Alexander 339 55 Kukushkin, Mikhail 138 66 121
42 Seppi, Andreas 294 71 Sonego, Lorenzo 449 51 122
43 Fucsovics, Marton 341 70 Norrie, Cameron 159 52 122
44 Dellien, Hugo 258 73 Londero, Juan Ignacio 342 50 123
45 Molteni, Andres 58 Nys, Hugo 66 438 124
46 Barrere, Gregoire 219 83 Mannarino, Adrian 225 43 126
47 Guccione, Chris (40) Reid, Matt 88 128
48 Johnson, Steve 450 84 Querrey, Sam 76 44 128
49 Jebavy, Roman 64 Zelenay, Igor 65 129
50 de Minaur, Alex 139 18 Vega Hernandez, David 112 1818 130
51 Arevalo, Marcelo 69 351 O’Mara, Jonny 63 132
52 Lopez, Marc 189 (92) Ramos-Vinolas, Albert 289 41 133
53 Delbonis, Federico 125 74 Mayer, Leonardo 60 88 134
54 Bopanna, Rohan 42 Uchiyama, Yasutaka 425 92 134
55 Kwon, Soonwoo 275 86 Millman, John 708 48 134
56 Sandgren, Tennys 255 68 Withrow, Jackson 67 135
57 Arends, Sander 68 Berankis, Ricardas 292 67 135
Alternates
POS PLAYER NAME DBS SGL PARTNER NAME DBS SGL TEAM
RANK RANK RANK RANK RANK
58 Bedene, Aljaz 447 58 Behar, Ariel 77 135
59 Munar, Jaume 168 89 Verdasco, Fernando 190 49 138
60 Hsieh, Cheng-Peng 72 Lu, Yen-Hsun (71) 143
61 Evans, Daniel 147 42 Smith, John-Patrick 103 301 145
62 Nishioka, Yoshihito 285 72 Ymer, Mikael 1050 76 148
63 Arneodo, Romain 80 Erlich, Jonathan 71 151
64 Knowle, Julian (68) Stebe, Cedrik-Marcel 164 (95) 163
65 Pel, David 93 Raja, Purav 86 179
66 Molchanov, Denys 85 Monroe, Nicholas 97 182

Melo faz balanço da temporada: “Só tem coisa positiva”

Com o término do ATP Finals, a temporada de 2019 de Marcelo Melo e o polonês Lukasz Kubot também chegou ao fim. Semifinalistas na competição, a dupla encerrou o ano como a segunda melhor parceria, atrás apenas dos colombianos Juan Sebastian Cabal e Robert Farah. No ranking individual, ambos terminaram no top 10: Marcelo em sétimo, com 4.910 pontos e pela sétima vez consecutiva entre os 10 melhores do ano, e Kubot na sexta colocação, com 5.090 pontos.

Marcelo+Melo+Nitto+ATP+World+Tour+Finals+Day+DBGmOk2jByFx

(Foto: James Chance/Getty Images Europa)

“Começamos o ano comigo machucado, então o Lukasz jogou sozinho, com outro parceiro. Depois, até encontrar o ritmo, foi só em Indian Wells. Aí terminando como a segunda melhor dupla do mundo e os resultados que tivemos, acho que foi uma excelente temporada. Resultados, logicamente, vão e vêm. E encerramos o ano muito bem. Fizemos um bom resultado no US Open, três finais seguidas (Pequim, Xangai e Viena), mais a semi no ATP Finals. Foi ótimo”, analisou Marcelo, contente com a temporada.

“Terminar como a dupla número 2 do mundo, nós dois no top 10, é fenomenal. Acho que só tem coisa positiva. Foram muito mais vitórias que derrotas e isso traz muita confiança para o ano que vem. Agora é descansar que a temporada foi longa e ir com tudo em 2020”, completou.

A dupla encerrou 2019 com seis finais e um título, conquistado no ATP 250 de Winston-Salem, nos Estados Unidos. Foram vice-campeões nos ATP 500 de Halle, Pequim e Viena e nos Masters 1000 de Indian Wells e Xangai, além de semifinalistas no ATP Finals, nos Masters 1000 de Miami e Roma e no ATP 500 de Washington. No total, a dupla já conquistou 13 títulos, com Melo tendo 33 troféus em sua carreira.

Este ano também marcou as 500 vitórias de Melo na ATP, atingidas durante a campanha no ATP 500 de Washington, nos Estados Unidos. O mineiro é o maior vitorioso do tênis brasileiro e o 35º da história das duplas.

1

Gráfico das 500 vitórias: Aliny Calejon/Match Tie-Break

2

Gráfico das 500 vitórias: Aliny Calejon/Match Tie-Break

A temporada da dupla Melo e Kubot terminou com 46 vitórias em 68 jogos. Marcelo ainda esteve em quatro partidas ao lado do também mineiro Bruno Soares e em um torneio com o britânico Andy Murray, parando na primeira rodada do ATP 250 de Eastbourne, preparatório para Wimbledon. O ATP Finals, que reúne as oito melhores duplas do ano, a edição de 2019, encerrada no dia 17 deste mês, marcou a sétima participação seguida de Marcelo na competição e a terceira ao lado de Kubot.

Franceses superam Kubot/Melo na semi

Marcelo Melo e Lukasz Kubot pararam na semifinal do ATP Finals. No torneio que reúne as oito melhores parcerias do ano na O2 Arena, em Londres, a dupla cabeça de chave 2 foi superadas pelos franceses Pierre-Hugues Herbert e Nicolas Mahut em sets diretos, com parciais de 6/3 e 7/6(4), encerrando a temporada de 2019.

Marcelo+Melo+Nitto+ATP+World+Tour+Finals+Day+uFVxXXD8149x

(Foto: Getty Images Europa)

Esta foi a sétima participação seguida do mineiro no Finals, recordista entre os brasileiros, e a terceira ao lado de Kubot. Semifinalista este ano, Marcelo foi duas vezes vice-campeão na competição: em 2017 com Kubot e em 2014 com o croata Ivan Dodig.

“Foi mais uma vez decidido no detalhe, especialmente por estar no Finals, todo mundo jogando muito bem. Eles vêm com muita confiança. Ganharam Paris (Masters 1000), uma dupla que nem precisa falar os resultados, venceram os quatro Grand Slams. Jogam realmente muito bem. Foram agressivos. Jogaram melhor que a gente”, disse Melo.

“Tivemos algumas chances, especialmente no segundo set, com um break acima. Mas no primeiro também perdermos três games seguidos no ponto decisivo. Então o jogo poderia ter sido bem diferente. Hoje encaixou mais para eles, faz parte. Temos de sair de cabeça erguida. Classificamos para o Finals, saímos na semifinal, encerrando a temporada com balanço positivo”, completou, contente com a temporada.

Melo e Kubot conquistaram um troféu nesta temporada, no ATP 250 de Winston-Salem, nos Estados Unidos. Com 13 títulos no total, neste ano a dupla foi vice-campeã nos ATP 500 de Halle, Pequim e Viena e nos Masters 1000 de Indian Wells e Xangai.

Melo e Kubot vencem e se garantem na semi do Finals

Marcelo Melo e Lukasz Kubot estão na semifinal do ATP Finals. Na última quinta-feira, o mineiro e o polonês venceram a dupla de Rajeev Ram e Joe Salisbury de virada, com parciais de 6/7, 6/4 e 10-7, somando duas vitórias na fase de grupos e ficando com a segunda colocação do Grupo Jonas Bjorkman, atrás de Klaasen e Venus. No Grupo Max Mirnyi, Herbert e Mahut terminaram em primeiro, com os colombianos Cabal e Farah em segundo.

Marcelo+Melo+Nitto+ATP+World+Tour+Finals+Day+5_Z2mpL0QJux

(Foto: Julian Finney/Getty Images Europa)

“Vamos com tudo nesta semifinal, depois de um jogo duríssimo para garantir a classificação. Tivemos um dia para recuperar. Agora, mais uma partida que deve ser decidida nos detalhes, contando novamente com o apoio da torcida, que foi impressionante no jogo anterior, bastante brasileiros, uma energia muito boa”, disse Marcelo.

Na competição que reúne as oito melhores duplas da temporada, o mineiro e o polonês vão em busca da vaga na final às 15h contra os franceses Pierre-Hugues Herbert e Nicolas Mahut. No outro jogo, às 9h, estarão em quadra o sul-africano Raven Klaasen e o neozelandês Michael Venus diante dos colombianos Juan Sebastian Cabal e Robert Farah.

Marcelo busca a terceira final no torneio e a conquista do primeiro título: foi vice-campeão em 2017, com Kubot, e em 2015, com o croata Ivan Dodig. Esta é sua sétima participação seguida no Finals, recordista entre os brasileiros, e a terceira ao lado do parceiro polonês.

Melo e Kubot decidem vaga para a semifinal nesta quinta

Marcelo Melo e Lukasz Kubot vão decidir a classificação para a semifinal do ATP Finals nesta quinta-feira diante do norte-americano Rajeev Ram e do britânico Joe Salisbury pela terceira e última rodada do Grupo Jonas Bjorkman. Depois de estrear na competição com vitória, nesta terça-feira, pela segunda rodada, Melo e Kubot não passaram pelo sul-africano Raven Klaasen e pelo neozelandês Michael Venus, que superaram a dupla do mineiro e do polonês em sets diretos, com parciais de 6/3 e 6/4, em 1h10min.

Marcelo+Melo+Nitto+ATP+World+Tour+Finals+Day+M9iKwEmn87yx

Foto: Getty Images Europa

Com Klaasen e Venus já classificados em primeiro lugar, a última vaga do grupo sairá dos vencedores da partida entre Kubot/Melo e Ram/Salisbury. Nesta terça, no jogo que deu início à rodada, Ram e Salisbury ganharam do croata Ivan Dodig e do eslovaco Filip Polasek por 2 a 1, com parciais de 3/6, 6/3 e 10-6, eliminando a dupla da competição.

“Hoje faltou um pouquinho para nós. Começamos com a quebra abaixo já no início do jogo, o que não é muito bom, especialmente contra uma dupla que saca muito bem. Tivemos de correr um pouco atrás, com algumas chances, mas estava faltando uma pegada, uma conexão melhor”, explicou Marcelo. “O bom do Finals é que temos mais uma chance na quinta-feira. Está na nossa mão a classificação. Quem ganhar, segue. Então amanhã (quarta) é colocar em prática, nos treinos, o que poderíamos ter melhorado hoje para chegar com tudo. Espero que dê tudo certo. Agora é fazer uma boa preparação para o último jogo do grupo”, completou.

O Finals reúne as oito melhores duplas da temporada. Na primeira fase, elas são divididas em dois grupos, jogando todas contra todas dentro dele. As duas melhores de cada um disputam as semifinais, neste sábado (16). A decisão será neste domingo (17).

Marcelo faz sua sétima participação seguida (desde 2013) no Finals, recordista entre os brasileiros e a terceira ao lado do parceiro polonês (2017, 2018 e 2019). O mineiro já foi duas vezes vice-campeão na competição: com Kubot, em 2017, e com Dodig, em 2015.