Ao lado de Pavic, Soares vai à semi e atinge 500 vitórias na carreira

O dia foi de alegria para Bruno Soares. Nesta segunda-feira, o mineiro e o croata Mate Pavic viraram a partida contra o norte-americano Rajeev Ram e o britânico Joe Salisbury, cabeças de chave 3 e campeões do Australian Open, com parciais de 4/6, 6/4 e 7/5, para atingir as semifinais de Roland Garros. O resultado também marcou 500 vitórias na carreira de Soares.

“Foi mais um jogaço, no detalhe. Poderia ter caído pra qualquer lado. O Ram e o Salisbury são a dupla número 1 da temporada, estão com muita confiança e estavam jogando muito bem antes da pausa, então estou muito feliz com o resultado e com a nossa performance”, disse Bruno, satisfeito com a performance diante do time que lidera o ranking da temporada. Na próxima rodada, a dupla enfrentará os vencedores do duelo dos colombianos Juan Sebastian Cabal e Robert Farah, cabeças de chave 1, contra o time formado pelo dinamarquês Frederik Nielsen e o alemão Tim Puetz.

A única chance de quebra que a dupla teve no último set veio de um ponto espetacular de Bruno, dando o match point para a dupla. “Esse ponto foi loucura. Quando o Salisbury fez aquele voleio espetacular e a bola foi naquela direção, pensei comigo: ‘A única chance que eu tenho de ganhar o ponto é fazendo uma bola mais espetacular ainda’. E foi o que aconteceu, tive a sorte de pegar no momento certo, sem encostar na cadeira do juiz e bem baixinha pra dar o match point e uma chance de a gente fechar o jogo, o que aconteceu”, continuou.

Esta é a 13ª participação do mineiro no Grand Slam francês, repetindo as campanhas de 2008 (com Dusan Vemic) e 2013 (Alexander Peya) e igualando o seu melhor resultado no torneio. “Muito contente por estar em mais uma semifinal de Grand Slam, e depois de 7 anos aqui em Roland Garros. É continuar surfando nessa onda. Assim como a última partida, hoje foi o tipo de jogo que você ganha quando você está num momento de muita confiança e que você sente que as coisas vão acontecer a seu favor. O importante é seguir acreditando e aproveitar este momento. Jogo a jogo, sabemos que estamos cada vez mais perto do objetivo final”, falou o brasileiro, enfatizando o bom momento da dupla.

Além da classificação para a semifinal, Bruno, que disputa torneios do nível ATP desde 2008, também atingiu 500 vitórias na carreira hoje. O brasileiro é dono de 33 títulos, incluindo três Grand Slams. Além do mais recente, no US Open, Soares foi campeão do Australian Open e do US Open em 2016, ao lado de Jamie Murray. “É um número surreal, pra ser sincero. Nunca esperava atingir um número assim na minha carreira. Extremamente grato por tudo que conquistei, é um momento pra comemorar e agradecer a todos os parceiros que me carregaram nestes anos”, finalizou Bruno.

Confiram alguns números das 500 vitórias de Bruno Soares:

Bruno e Pavic se garantem nas quartas de Roland Garros

O brasileiro Bruno Soares e o croata Mate Pavic estão nas quartas-de-final de Roland Garros. Neste domingo, os campeões do US Open venceram a dupla de Jean-Julien Rojer e Horia Tecau, cabeças de chave 12, por 7/5, 1/6 e 6/3 para avançar à semifinal do Grand Slam francês. Lá, Bruno e Pavic enfrentarão os campeões do Australian Open, o norte-americano Rajeev Ram e britânico Joe Salisbury.

“Foi um jogo bem duro hoje. Não só pelos adversários, mas também pelas condições do torneio. O primeiro set ganhamos na raça, na pressão. Eles começaram a jogar muito bem no segundo, até a quebra na frente no terceiro set. Foi quando conseguimos trazer aquela confiança e manter o nosso bom momento, ganhando o jogo”, contou o mineiro. “Estou super feliz com a vitória e mais uma quartas aqui em Roland Garros. Amanhã temos outro jogo duro contra uma dupla que ganhou o Australian Open e que vem jogando bem na retomada circuito”, continuou.

Vindo de título no US Open, Bruno quer se manter focado e de olho num título parisiense mais adiante. “Todo torneio que a gente vem jogar nós acreditamos que podemos ganhar. Sempre dá para pensar em título e está sempre na cabeça, mas não dá pra pensar nisso. Temos que ir jogo a jogo e passo a passo”, finalizou Bruno.

Bruno está disputando a sua 13ª edição de Roland Garros, em busca de um título inédito em sua carreira. O brasileiro foi semifinalista em Paris em duas ocasiões, 2008 (com Dusan Vemic) e 2013 (Alexander Peya).

Soares e Pavic vencem mais uma e vão às oitavas de Roland Garros

Bruno Soares e seu parceiro, o croata Mate Pavic, venceram a segunda em Roland Garros. A dupla cabeça de chave 7 superou o argentino Andres Molteni e o monegasco Hugo Nys em 7/5 e 6/4 para se garantir nas oitavas do Grand Slam francês.

Foto: Peter Staples/ATP

“Mais uma vitória aqui, super feliz com a performance. As condições estavam completamente diferentes da primeira rodada. Hoje estava mais frio e nublado, não conseguimos nem aquecer pela chuva, mas acho que nos adaptamos e jogamos um belo tênis. Foi pedreira, conseguimos aproveitar os únicos dois break points que tivemos. Eles tiveram mais chances do que a gente, mas conseguimos ficar firmes nos momentos de pressão”, resumiu Soares, ressaltando a dificuldade da partida.

Nas oitavas, Bruno e Pavic enfrentarão Jean-Julien Rojer e Horia Tecau, os cabeças de chave 12 do torneio, que superaram o time de Marcelo Arevalo e Jonny O’Mara nesta sexta-feira. Os times já se enfrentaram em três oportunidades, com as duas vitórias mais recentes, em Estocolmo e no US Open, sendo do mineiro e do croata. “Na próxima rodada é continuar o que a gente vem fazendo, estamos jogando bem e confiantes. Temos que continuar com essa energia, ritmo e confiança”, finalizou o mineiro.

Bruno vem de título no US Open e está disputando a sua 13ª edição de Roland Garros, em busca de um título inédito em sua carreira. O brasileiro foi semifinalista em Paris em duas ocasiões, 2008 (com Dusan Vemic) e 2013 (Alexander Peya).

Melo e Kubot param na segunda rodada

Nesta quinta-feira, Marcelo Melo e Lukasz Kubot deram adeus ao último Grand Slam do ano. A dupla cabeça de chave 4 foi superada pelos norte-americanos Nicholas Monroe e Tommy Paul em dois sets a um, com parciais de 7/5, 2/6 e 6/3, e parou na segunda rodada de Roland Garros.

Foto: Peter Staples/ATP

“Hoje infelizmente não deu para nós e acabamos parando aqui. Eles aproveitaram a chance no começo, jogaram um game realmente excelente, e depois seguiram na frente. Tivemos uma pequena oportunidade para voltar e aí jogaram bem de novo. Acho que foi muito decisivo o primeiro game de saque que acabamos perdendo no terceiro set. Mas, não acredito que foi nem algum erro tático, nem nada. Eles realmente jogaram muito bem”, analisou Marcelo, reconhecendo os adversários.

Esta foi a 14ª participação do mineiro em Roland Garros. Em 2015, ao lado do croata Ivan Dodig, Melo conquistou o primeiro Grand Slam de sua carreira no torneio parisiense, derrotando os irmãos Bob e Mike Bryan na final. No ano seguinte, em 2016, a dupla também foi longe e parou na semifinal.

A tradicional temporada asiática, onde Melo tem três títulos e outras quatro finais, foi cancelada neste ano pela pandemia do coronavírus e novos torneios foram adicionados durante o mês de outubro. Com isso, a dupla está decidindo o seu calendário para dar a sequência na temporada.

Duplas de Melo e Soares avançam; Demoliner/Middelkoop dão adeus

A quarta-feira foi de vitória para as duplas de Marcelo Melo e Bruno Soares em Roland Garros. Ao lado de Lukasz Kubot, Melo fez a sua estreia na quadra central e superou os anfitriões Arthur Cazaux e Harold Mayot num duplo 6/2, com 1h20 de duração, para avançar à segunda rodada. Esta é a 14ª participação de Marcelo no torneio parisiense, disputando todas as edições desde 2007.

Foto: Peter Staples/ATP

“Eu fiquei muito feliz de poder ter jogado a primeira rodada na quadra central. Tenho belas recordações de lá, quando fui campeão com o Ivan. Então realmente foi muito especial estrear na Philippe-Chatrier. Normalmente jogamos a final lá. Estrear o torneio jogando muito bem, na quadra central, foi muito legal, muito prazeroso”, disse Marcelo, recordando o título de Roland Garros conquistado em 2015, com Dodig.

Melo e Kubot já voltam em quadra nesta quinta-feira. A dupla cabeça de chave 4 vai encarar os norte-americanos Nicholas Monroe e Tommy Paul em busca de uma vaga nas oitavas. “Agora é seguir firme amanhã. Já jogamos de novo, com foco total. Temos um jogo duro. Acho que foi muito importante a maneira que jogamos hoje do começo ao fim. Foi muito positivo o dia, em especial pela Chatrier”, completou o mineiro, contente com a performance.

Bruno Soares e Mate Pavic também tiveram uma ótima estreia no Grand Slam francês. Os cabeças de chave 7 estrearam com vitória após superarem a dupla formada pelo neozelandês Marcus Daniell e o austríaco Philipp Oswald por 6/2 e 6/3.

“Foi uma estreia muito boa, muito feliz. Em condições que a gente nunca viu em Roland Garros: setembro, frio, à noite e com luz artificial. Jogamos muito bem, conseguimos deixar o resultado confortável. Seguimos surfando nessa onda de energia e de confiança que a gente vem trazendo desde o US Open”, disse Soares, contente por continuar o bom momento de Nova Iorque, onde conquistaram o título do Grand Slam norte-americano.

Na próxima rodada, Bruno e Pavic enfrentarão o argentino Andres Molteni e o monegasco Hugo Nys. “Vai ser pedreira, Nys e Molteni jogam muito bem no saibro. Nós assistimos a primeira rodada deles, que venceram Gille/Vliegen, uma dupla sempre perigosa. Agora, nós temos mais um dia para nos preparar e ir com tudo na sexta-feira”, finalizou Soares, enfatizando a qualidade dos adversários.

Bruno está disputando a sua 13ª edição de Roland Garros e vai em busca de um título inédito na sua carreira. Em Paris, o brasileiro conta com duas semifinais nas duplas masculinas como seus melhores resultados no torneio, em 2008 (com Dusan Vemic) e 2013 (Alexander Peya). Nas duplas mistas, outras duas semifinais, com a última acontecendo na temporada passada.

Pouco tempo depois foi a vez de Marcelo Demoliner. O gaúcho e o holandês Matwe Middelkoop caíram nos detalhes para o britânico Daniel Evans e o polonês Hubert Hurkacz, com parciais de 7/6, 3/6 e 7/5, encerrando as suas participações em Roland Garros.

A partida foi tensa e contou com um atrito entre Evans e Middelkoop, gerado após o britânico gritar na direção da parceria do brasileiro. A discussão entre os jogadores seguiu e precisou de intervenção do árbitro de cadeira.

Guia das Duplas – Roland Garros 2020

Foto:
© Peter Staples/ATP Tour

Os alemães Kevin Krawietz e Andreas Mies são os atuais campeões de Roland Garros. A dupla, que nunca havia disputado o torneio até o ano passado, retorna para tentar repetir as duas semanas mágicas e defender o título. Em 2020, Krawietz e Mies estão com dificuldades para manter o nível do ano passado, com sete vitórias e nove derrotas na temporada. A preparação para Roland Garros contou com a disputa de dois torneios: Roma, onde caíram na estreia, e Hamburgo, dando adeus nas quartas.

Em Paris, Krawietz e Mies são os cabeças de chave 8 da competição e vão estrear contra a dupla cazaque Bublik/Kukushkin. No caminho, podem voltar a enfrentar Klaasen/Marach nas oitavas, time que os alemães superaram na última semana, em Hamburgo. A maior ameaça da dupla, porém, está nas quartas, onde podem encontrar o espanhol Marcel Granollers e o argentino Horacio Zeballos, donos de três títulos no saibro nesta temporada.

R1Bublik/Kukushkin
R2Sitak/Zelenay ou Coria/Schwartzman
Oitavas[10]Klaasen/Marach
Quartas[2]Granollers/Zeballos, [13]Murray/Skupski
Semi[4]Kubot/Melo, [6]Herbert/Mahut, [9]Koolhof/Mektic, [16]Krajicek/Skugor
OS BRASILEIROS

[4] Marcelo Melo e Lukasz Kubot
Melo, campeão de Roland Garros em 2015, e seu parceiro, o polonês Lukasz Kubot, vão para mais uma disputa do Grand Slam francês, sendo a quarta vez da equipe em Paris. Ao todo, Melo e Kubot participarão do torneio pela 14ª vez em suas carreiras, disputando todas as edições desde 2007. Nos torneios de saibro preparatórios, o mineiro e o polonês caíram na estreia em Roma, com Melo sentindo dores no ombro, e ficaram nas quartas de Hamburgo, sendo superados pelos campeões Peers/Venus.

O sorteio definiu um bom começo de chave para Kubot/Melo, com jogos técnicos para a adaptação da dupla no pesado e lento saibro francês. Mais tarde, a dupla pode ter um duro caminho com os franceses Herbert/Mahut, campeões da edição de 2018, os embalados Koolhof/Mektic, que vêm de final no US Open e bons jogos nos torneios preparatórios do saibro, e pedreiras como Granollers/Zeballos e os atuais campeões Krawietz/Mies.

Melhor campanha da dupla em Roland Garros: oitavas (2018, 2019)
Melhor campanha de Melo: campeão (2015)
Melhor campanha de Kubot: semifinal (2016)

R1Cazaux/Mayot
R2Behar/Escobar ou Monroe/Paul
Oitavas[16]Krajicek/Skugor
Quartas[6]Herbert/Mahut, [9]Koolhof/Mektic
Semi[2]Granollers/Zeballos, [8]Krawietz/Mies, [10]Klaasen/Marach, [13]Murray/Skupski

[7] Bruno Soares e Mate Pavic
Os campeões do US Open não querem deixar a peteca cair. Embalada, a dupla jogou apenas um torneio de preparação, o Masters 1000 de Roma, onde fizeram bons jogos e caíram nas quartas de final para Granollers/Zeballos, que acabaram conquistando o título mais tarde. Na última semana, Bruno optou por descansar, enquanto Pavic foi para o ATP 500 de Hamburgo, no qual disputou ao lado do compatriota Ivan Dodig e ficou com vice-campeonato.

Assim como em Nova Iorque, a dupla não terá vida fácil desde o início. Com uma chave dura, Soares e Pavic estrearão contra os experientes Daniell/Oswald, podem ter os problemáticos Gille/Vliegen logo na segunda rodada e Rojer/Tecau, uma das maiores potências da atualidade, nas quartas.

Melhor campanha da dupla em Roland Garros: estreia na competição
Melhor campanha de Soares: semifinal (2008, 2013)
Melhor campanha de Pavic: final (2018)

R1Daniell/Oswald
R2Gille/Vliegen ou Molteni/Nys
Oitavas[12]Rojer/Tecau
Quartas[3]Ram/Salisbury, [14]Chardy/Martin
Semi[1]Cabal/Farah, [5]Dodig/Polasek, [11]Peers/Venus, [15]Melzer/Roger-Vasselin

Marcelo Demoliner e Matwe Middelkoop
A preparação da dupla, apesar de curta, foi animadora. Dando continuação aos bons resultados conseguidos na gira de saibro da América do Sul, onde foram campeões em Córdoba e semifinalistas em Buenos Aires, Demoliner e Middelkoop fizeram uma ótima partida nas quartas de Kitzbuhel, caindo nos detalhes para os experientes Marach/Melzer. Em Hamburgo, o time disputou o qualifying, mas precisou desistir na fase final por uma emergência familiar do brasileiro. Já em Paris, Marcelo e Matwe terão uma estreia complicada pela frente, encarando os simplistas Evans/Hurkacz em um piso lento. Caso avance, a dupla pode ter Granollers/Zeballos logo na segunda rodada, tendo um início difícil na França.

Melhor campanha da dupla em Roland Garros: estreia na competição
Melhor campanha de Demoliner: segunda rodada (2018, 2019)
Melhor campanha de Middelkoop: segunda rodada (2018, 2019)

R1Evans/Hurkacz
R2[2]Granollers/Zeballos ou Johnson/Querrey
Oitavas[13]Murray/Skupski
Quartas[8]Krawietz/Mies, [10]Klaasen/Marach
Semi[4]Kubot/Melo, [6]Herbert/Mahut, [9]Koolhof/Mektic, [16]Krajicek/Skugor
A QUEDA DA PREMIAÇÃO

A premiação geral de Roland Garros sofreu uma queda de 10% nesta edição, um dos efeitos da pandemia do coronavírus. Para não afetar os jogadores de ranking mais baixo, o torneio remanejou a premiação, de modo que as rodadas finais de todas as chaves diminuíssem a premiação e a primeira rodada das chaves de simples, as duas primeiras das duplas e o qualifying aumentassem.

Somando as chaves principais de simples e duplas (masculino e feminino), a diferença de premiação entre 2019 e 2020 é de cerca de 4,3 milhões de euros. A redução da premiação nas chaves de simples foi de 11%, enquanto nas duplas foi de 15.6%. O maior baque foi para os campeões, com os de simples diminuindo em 30% e os de duplas perdendo incríveis 45%.

As chaves de simples deste ano correspondem a 87% da premiação total, sofrendo um pequeno aumento comparado aos 86,4% de 2019. É uma tendência que, infelizmente, está acontecendo não só em Roland Garros, como também em outros torneios. A proporção da premiação simples/duplas é, teoricamente, de 80/20, mas simples continua aumentando lentamente com o passar do tempo. Confira as proporções dos últimos 10 anos em Roland Garros:

*..2011..2012..2013..2014..2015..2016..2017..2018..2019..2020
Simples/Duplas80,7%81,5%82,9%83,5%84%84.6%85,2%85,8%86,4%87,1%
Simples ()6.032.000
.
6.555.000
+8.6%
7.984.000
+21.8
9.212.000
+15.3%
10.448.000
+13.4%
12.032.000
+15.1%
13.548.000
+12.6%
14.904.000
+10%
16.280.000
+9.2%
14.491.000
-10.9%
Duplas ()1.436.000
.
1.484.000
+3.3%
1.640.000
+10.5%
1.812.000
+10.4%
1.984.000
+9.4%
2.176.000
+9.6%
2.346.000
+7.8%
2.454.000
+4.6%
2.556.000
+4.1%
2.156.440
-15.6%

*A premiação apresentada é do total distribuído em apenas uma chave

OLHO NELES

Marcel Granollers e Horacio Zeballos são os grandes nomes da temporada de saibro de 2020. A dupla disputou quatro torneios na superfície e foi campeã em três (Buenos Aires, Rio de Janeiro e Roma), além do vice-campeonato em Kitzbuhel. São 16 vitórias e apenas uma derrota no piso. O espanhol e o argentino haviam planejado disputar o ATP 500 de Hamburgo antes de viajar para Paris, mas Zeballos acabou sentindo um incômodo nas costas e preferiu poupar o físico.

GIRO DE NOTÍCIAS
  • Pierre-Hugues Herbert voltará ao lado de Nicolas Mahut após 7 meses. A dupla, que não disputa um torneio junta desde fevereiro, em Roterdã, retornará à disputa em Paris. Além da paralisação do circuito pela pandemia do coronavírus, a esposa de Herbert ganhou um filho e o francês optou por permanecer na Europa, disputando apenas os dois challengers de Praga em agosto.
  • Juan Sebastian Cabal ainda está se recuperando de uma lesão na coxa, sofrida na primeira rodada de Hamburgo. O colombiano disse no último domingo que ainda não está 100% e que segue treinando para conseguir competir no Grand Slam.
  • Na chave, dez tenistas já foram campeões em Roland Garros: Pablo Cuevas (com Horna, 2008), Roger-Vasselin (com Benneteau, 2014), Marcelo Melo e Ivan Dodig (2015), Feliciano Lopez (com Marc Lopez, 2016), Michael Venus (com Harrison, 2017), Pierre-Hugues Herbert e Nicolas Mahut (2018), e Kevin Krawietz e Andreas Mies (2019).
OS MELHORES JOGOS DE PRIMEIRA RODADA
  • [2]Granollers/Zeballos x Johnson/Querrey
  • [5]Dodig/Polasek x Kontinen/Struff
  • [6]Herbert/Mahut x Purcell/Saville
  • [9]Koolhof/Mektic x Bambridge/McLachlan
  • Bopanna/Shapovalov x Pospisil/Sock
ONDE ASSISTIR

Neste ano, o Brasil tem mais opções para acompanhar todas as emoções de Roland Garros. Além do Bandsports (televisão e site), o Sportv também está transmitindo o torneio em seu terceiro canal. Em adição aos canais de televisão, o site oficial do torneio oferece o serviço de streaming de todas as quadras e conteúdos extras pelo valor de R$39,90. Confira a chave de duplas completa e não perca nenhum momento do último Grand Slam do ano!

Melo e Kubot param nas quartas de Hamburgo

Marcelo Melo e Lukasz Kubot pararam nas quartas de final do ATP 500 de Hamburgo. A dupla cabeça de chave 3 foi superada pelo australiano John Peers e o neozelandês Michael Venus em 6/1 e 6/2, encerrando a sua participação no torneio alemão.

A partida viu Peers e Venus agressivos, ameaçando o serviço de seus adversários constantemente. “Hoje não tivemos muitas chances. Eles realmente jogaram muito bem, aproveitaram tudo o que podiam. Agora é seguir para Roland Garros”, afirmou o mineiro. A dupla viajará para Paris nesta sexta-feira, já mirando no último Grand Slam da temporada.

Esta será a 14ª participação de Melo no torneio francês, disputando todas as edições desde 2007. Campeão em 2015 ao lado do croata Ivan Dodig, o mineiro vai em busca do seu terceiro Grand Slam da carreira. O seu parceiro também disputará a sua 14ª edição de Roland Garros. A melhor campanha de Kubot em Paris foi uma semifinal em 2016, com o austríaco Alexander Peya. A chave de duplas masculinas de Roland Garros está programada para iniciar nesta próxima terça-feira, dia 29.

Melo e Kubot vencem a primeira no ATP 500 de Hamburgo

Marcelo Melo e Lukasz Kubot se garantiram nas quartas de final do ATP 500 de Hamburgo, na Alemanha. Nesta quarta-feira, a dupla cabeça de chave 3 do torneio estreou com vitória diante dos alemães Yannick Hanfmann e Mats Moraing em dois sets a um, com parciais de 7/6(6), 1/6 e 10-5.

Foto: Hamburg Open

“Acho que fizemos um bom jogo no geral. Foi um bom primeiro set. No segundo, acabamos perdendo cada game praticamente no detalhe. Aí usamos a nossa experiência no match tie-break, onde fomos superiores e tivemos vários bons pontos. A energia foi ótima. É seguir amanhã desde o começo na mesma energia desse match tie-break”, disse o mineiro. Melo e Kubot possuem um alto aproveitamento em match tie-breaks, ganhando 52 dos 77 disputados até o momento.

Além de avançar no torneio, a ocasião foi especial para Melo, o aniversariante do dia. “Fiquei feliz de ter vencido no dia do meu aniversário. O nosso jogo acabou sendo na quadra central. Foi um momento especial, bem legal. Agora é focar para amanhã, quando vamos enfrentar uma dupla muito experiente”, completou Marcelo, feliz com a vitória.

Nesta quinta-feira, Melo e Kubot terão a difícil missão de enfrentar o australiano John Peers e o neozelandês Michael Venus, os algozes de Fognini/Kontinen na primeira rodada. Nesta partida que valerá uma vaga na semifinal, os quatro tenistas são campeões de Grand Slam: Marcelo Melo em Roland Garros (2015) e Wimbledon (2017), Lukasz Kubot no Australian Open (2014) e Wimbledon (2017), John Peers no Australian Open (2017) e Michael Venus em Roland Garros (2017).

37 momentos de Marcelo Melo

  1. Quando ele não aguentava mais escutar ‘Ricardo Mello’
  2. Ou quando ele virou ator global
  3. Ou até mesmo quando ele virou eco. Marcelo celo elo elo elo…
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    Acapulco 2015 !!

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  4. E aquela vez que ele virou outro animalCG_12dCUcAAo6P2
  5. Quando a bolinha foi embolsada
    bola
  6. Quando ele tentou ganhar o coração de André Sá e foi rejeitado
  7. Quando a Billie Jean King flagrou ele dormindo
  8. Quando ele mostrou que é o Elton John nacional
  9. Quando ele faz pontos incríveis de um modo casual
  10. Quando ele dá uma daquelas entre as pernas
  11. Uma coisa que acontece sempre
  12. Sempre MESMO
  13. Tipo, MUITO
    copadavis
  14. Praticamente o rei disso
    rg16
  15. Quando ele foi curtir uma aula de tai chi na China com o Zverev e botaram uma espada na mão desses dois
    marcelo espada e kung fu
    (Inclusive estou aguardando a sequência de Kung Fu Panda, o Kung Fu Giraffes)
    DoNIFGuXUAAfEWM
  16. Quando ele precisou abaixar no discurso
  17. Quando ele entra no modo “pai orgulhoso assistindo o filho ser a árvore na peça de teatro da escola” quando está assistindo o Zverev
    ezgif-6-2bf9fe367f31
  18. Quando um gato quase perdeu uma das sete vidas num smash dele
  19. Quando a coberturinha era muito baixa pra ele
  20. Quando a ATP pediu pra ele cantar uma música de Natal em inglês
  21. Quando ele mostrou todo o gingado
  22. Quando ele perdeu pro Sascha no jogo da torta na cara
  23. Quando ele tomou um saque do Kubot na cabeça e precisou de um saquinho de gelo
  24. Quando ele desejou um feliz dia das mães pra Dona Roxane ♥
  25. E dedicou uma vitória para o pai. ❤
    marcelo pai
  26. Quando ele foi zoado pelo amigo em plena premiação
  27. Quando ele foi definido como ‘girafa com mãos de polvo’
    ezgif-4223956446
  28. Quando ele precisa colocar um monte de toalha pra sentar, já que os bancos são muito pequenos para ele
  29. Quando ele descobriu que não sabia pronunciar ‘Aegon’
  30. Quando ele resolveu atrapalhar a entrevista do Cilic
    marcelo marin atrás
  31. Quando ele estava empolgado dançando com Federer e Zverev e aí percebeu que a câmera pegou a imagem e saiu de fininho
    marcelo sascha roger dança
  32. Quando ele foi visitar as amigas girafas no zoológico
  33. Quando ele quebrou o microfone e teve que usar o do Schwartzman… desse jeito
    marcelo diego
  34. Quando ele, cansado de tomar bolada do Kubi na cabeça, apareceu no treino de capacete
    marcelo capacete
  35. Quando ele não fazia a menor ideia do que era Spice Girls
  36. Mas os melhores momentos foram quando ele ganhou Roland Garros…
    rg18
  37. …e realizou o sonho de ganhar Wimbledon! Você merece, Marcelo. 🙂

Demoliner e Middelkoop desistem da disputa de Hamburgo

O brasileiro Marcelo Demoliner e o holandês Matwe Middelkoop desistiram do ATP 500 de Hamburgo, na Alemanha. A dupla, que disputava o qualifying do torneio, havia vencido na primeira rodada os alemães Marvin Moeller e Milan Welte em 6/1, 2/6 e 10-7 e enfrentariam o moldavo Radu Albot e o paquistanês Aisam-ul-Haq Qureshi por uma vaga na chave principal, quando veio o anúncio do WO.

Em suas redes sociais, o gaúcho comunicou que uma emergência familiar foi o motivo da desistência e pediu o apoio de todos.