Entry list – Australian Open 2019

POS PLAYER NAME DBS SGL PARTNER NAME DBS SGL TEAM
RANK RANK RANK RANK RANK
1 Marach, Oliver 4 Pavic, Mate 3 7
2 Cabal, Juan Sebastian 5 Farah, Robert 5 10
3 Murray, Jamie 7 Soares, Bruno 7 14
4 Bryan, Bob 14 Bryan, Mike 1 15
5 Herbert, Pierre-Hugues 12 55 Mahut, Nicolas 11 190 23
6 Mektic, Nikola 13 Peya, Alexander 17 30
7 Klaasen, Raven 15 Venus, Michael 16 31
8 Kubot, Lukasz 9 Zeballos, Horacio 29 173 38
9 McLachlan, Ben 18 Struff, Jan-Lennard 22 57 40
10 Rojer, Jean-Julien 19 Tecau, Horia 27 46
11 Inglot, Dominic 20 Skugor, Franko 28 357 48
12 Kontinen, Henri 26 Peers, John 23 49
13 Ram, Rajeev 21 Salisbury, Joe 30 51
14 Dodig, Ivan 35 Roger-Vasselin, Edouard 24 59
15 Lopez, Feliciano 32 64 Lopez, Marc 31 63
16 Cuevas, Pablo 44 88 Verdasco, Fernando 80 28 72
17 Haase, Robin 38 50 Middelkoop, Matwe 36 74
18 Berrettini, Matteo 125 54 Cecchinato, Marco 20 74
19 Krajicek, Austin 41 444 Sitak, Artem 34 75
20 Bopanna, Rohan 37 Sharan, Divij 39 76
21 Gonzalez, Maximo 43 439 Jarry, Nicolas 50 43 86
22 Skupski, Ken 55 Skupski, Neal 33 88
23 Sock, Jack 2 106 Withrow, Jackson 87 89
24 Ebden, Matthew 106 46 Lindstedt, Robert 46 92
25 Daniell, Marcus 51 Koolhof, Wesley 42 93
26 Johnson, Steve 89 33 Kudla, Denis 183 63 96
27 Copil, Marius 544 60 Fucsovics, Marton 241 36 96
28 Jebavy, Roman 49 Molteni, Andres 48 97
29 Gonzalez, Santiago 53 Qureshi, Aisam-Ul-Haq 47 100
30 Mayer, Leonardo 75 56 Sousa, Joao 45 44 100
31 Ivashka, Ilya 426 91 Medvedev, Daniil 389 16 107
32 Albot, Radu 66 98 Jaziri, Malek 99 45 111
33 Oswald, Philipp 52 Puetz, Tim 60 317 112
34 Harrison, Ryan 102 62 Querrey, Sam 72 51 113
35 Arevalo, Marcelo 54 220 Cerretani, Jamie 61 115
36 Mannarino, Adrian 278 42 Mies, Andreas 73 115
37 Duran, Guillermo 98 Schwartzman, Diego 105 17 115
38 Daniel, Taro 458 77 Millman, John 285 38 115
39 Granollers, Gerard 92 414 Granollers, Marcel 25 96 117
40 Klizan, Martin 245 41 Matkowski, Marcin 76 117
41 Bambridge, Luke 56 O’Mara, Jonny 62 118
42 Paes, Leander 63 Reyes-Varela, Miguel Angel 57 120
43 Gojowczyk, Peter 357 59 Ramos-Vinolas, Albert 277 65 124
44 Chardy, Jeremy 135 40 Martin, Fabrice 86 126
45 Pella, Guido 136 58 Podlipnik-Castillo, Hans 69 127
46 Demoliner, Marcelo 70 Nielsen, Frederik 58 433 128
47 Carreno Busta, Pablo 78 23 Garcia-Lopez, Guillermo 131 105 128
48 Klahn, Bradley 212 76 Kukushkin, Mikhail 451 53 129
49 Nys, Hugo 79 510 Paire, Benoit 137 52 131
50 Marrero, David 64 Zverev, Mischa 91 69 133
51 Bolelli, Simone 97 141 Seppi, Andreas 213 37 134
52 Basic, Mirza 226 87 Dzumhur, Damir 148 47 134
53 Molchanov, Denys 67 636 Zelenay, Igor 68 135
54 Monroe, Nicholas 65 Nedunchezhiyan, Jeevan 74 139
55 McDonald, Mackenzie 230 78 Sandgren, Tennys 152 61 139
56 Fritz, Taylor 208 49 Norrie, Cameron 182 90 139
57 Bedene, Aljaz 67 Marterer, Maximilian 286 74 141
ALTERNATES
POS PLAYER NAME DBS SGL PARTNER NAME DBS SGL TEAM
RANK RANK RANK RANK RANK
58 Carballes Baena, Roberto 276 73 Rublev, Andrey 127 68 141
59 Mmoh, Michael 476 103 Tiafoe, Frances 186 39 142
60 Krajinovic, Filip 223 94 Lajovic, Dusan 240 48 142
61 Andreozzi, Guido 117 79 Delbonis, Federico 132 80 159
62 Andujar, Pablo 267 82 Munar, Jaume 216 81 163
63 Gille, Sander 82 574 Vliegen, Joran 85 167
64 de Minaur, Alex 406 31 Hewitt, Lleyton 142 173
65 Hsieh, Cheng-Peng 83 Rungkat, Christopher 93 176
66 Duckworth, James 234 (105) Thompson, Jordan 296 72 177
67 Kokkinakis, Thanasi 198 146 Kyrgios, Nick 139 35 181
68 Behar, Ariel 103 Garin, Christian 501 84 187
69 Raja, Purav 90 Sancic, Antonio 104 194
70 Gong, Mao-Xin 100 Zhang, Ze 96 208 196
71 Reid, Matt 115 Smith, John-Patrick 81 193 196
72 Arneodo, Romain 88 Vasilevski, Andrei 122 210

 

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Com lesão nas costas, Marcelo Melo desiste do Australian Open

A temporada 2019 do mineiro Marcelo Melo terá início em Uberlândia (MG), integrando a equipe do Brasil na Copa Davis. Marcelo está se recuperando de uma lesão nas costas, que impediu a sua preparação para o Australian Open, primeiro Grand Slam do ano, neste mês de janeiro. Assim, a volta às quadras, após as disputas de 2018, será nos dias 1 e 2 de fevereiro, diante da Bélgica, quando o Brasil estará em busca de uma vaga no Grupo Mundial. Aproveitando o tempo parado, Marcelo também retirou um cisto por causa de uma infecção que teve no ano passado, em Acapulco, no México.

“Infelizmente, não me recuperei a tempo para disputar o Australian Open. Mas já voltei aos treinos na preparação para a Copa Davis”, explicou MarceloNo ano passado, ao lado do parceiro polonês Lukasz Kubot, Marcelo começou a temporada na Austrália com o título do ATP 250 de Sydney, disputando na sequência o Australian Open, em Melbourne, chegando às quartas de final.

Agora, em 2019, além da Davis, em Uberlândia, Marcelo estará também no Rio de Janeiro, para o Rio Open, entre os dias 18 e 24 de fevereiro, nas quadras de saibro do Jockey Club Brasileiro. Será sua sexta participação no torneio, que disputa desde a primeira edição, em 2014.

Marcelo Melo confirma presença no Rio Open

O mineiro Marcelo Melo disputará pela sexta vez o Rio Open, o maior torneio de tênis da América do Sul, realizado nas quadras do Jockey Club Brasileiro, no Rio de Janeiro. Presente em todas as edições, o brasileiro ainda não possui um parceiro definido, com o polonês Lukasz Kubot ainda para confirmar se estará no Brasil no próximo ano. Juntos, a dupla atingiu as quartas de final do torneio em duas oportunidades.

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Foto: Fotojump

Marcelo buscará seu primeiro título no Rio Open nesta edição 2019. O principal resultado até agora foi o vice-campeonato, conquistado em 2014, jogando com o espanhol David Marrero. Em 2015, formou dupla com o austríaco Julian Knowle, parando na estreia. Em 2016, foi às semifinais com o também mineiro Bruno Soares.

“Vai ser um prazer jogar novamente o Rio Open, um torneio tão importante no calendário mundial e especialmente por ser no Brasil. É uma oportunidade de jogar diante da torcida que apóia a gente o ano todo, mas nem sempre tem a oportunidade de ir para fora. Fico muito feliz com essa chance de jogar mais uma vez no Rio, espero todo mundo lá, não só para apoiar a nossa dupla, seja com quem for, mas todos os brasileiros que jogarão o torneio”, afirmou o mineiro.

Antes de ir para o Rio, Marcelo estará em Uberlândia (MG), integrando a equipe do Brasil que enfrentará a Bélgica, na Copa Davis, em busca de vaga no Grupo Mundial. Os jogos também serão no saibro, no ginásio Sabiazinho, nos dias 1 e 2 de fevereiro. “Muito feliz em mais uma vez ser convocado para fazer parte da equipe. Todos sabem a importância que dou para a Copa Davis, um orgulho enorme em defender o Brasil”, finalizou.

Bruno Soares comemora conquistas no Conselho dos Jogadores: “O nosso objetivo é criar mais oportunidades”

2018 foi um ano de vitórias para Bruno Soares. Campeão do Masters 1000 de Cincinnati e dos ATP 500 de Washington e Acapulco, o mineiro também conseguiu bons resultados do lado de fora da quadra, no Conselho dos Jogadores da ATP. Membro desde 2014 e representando as duplas ao lado de seu parceiro Jamie Murray, Bruno busca por uma igualdade maior no circuito. Em entrevista ao Match Tie-Break, o atual número 7 do mundo contou os seus objetivos no lado político do tênis e as principais mudanças que acontecerão já em 2019.

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Foto: Getty Images Europa

A busca por igualdade de oportunidade entre os tops e os de ranking mais baixo é o foco do trabalho de Bruno Soares e Jamie Murray na diplomacia entre os jogadores e a ATP: “O nosso principal objetivo no Conselho é criar mais empregos e oportunidades, para que o pessoal consiga jogar os maiores torneios e com uma premiação melhor. Outro objetivo é deixar o ranking e o circuito de uma forma mais justa. O ranking é uma meritocracia, você tem que ganhar jogos para subir no ranking. Mas certas regrinhas como o bye para os principais cabeças de chave, por exemplo, dão uma vantagem muito grande para os tops, e o nosso objetivo é criar mais oportunidades, deixar tudo um pouco mais igual e mais justo.”

A principal mudança nas duplas masculinas aborda justamente a questão dos cabeças de chave e entrará em vigor já na temporada de 2019. Antes exclusividade de Indian Wells e Miami, agora todos os Masters 1000 passarão a ter uma chave de 32 times, acabando com o bye para as oito melhores duplas. “É uma grande oportunidade que eu e o Jamie estávamos buscando no Conselho há algum tempo. É muito bom conseguir quebrar essa barreira que existe entre o top 25 e a turma dos 25 ao 45 do mundo, que é uma parte do ranking que não tem a oportunidade de jogar esses eventos. O torneio fica mais justo sem os cabeças de chave. Aliás, na minha opinião, sempre achei que o pessoal que está no top 8, que já tem a possibilidade de jogar os Masters 1000 o ano inteiro e ainda sai de cabeça de chave, leva uma vantagem muito grande em cima do resto da turma.”

Outras pequenas mudanças também foram acrescentadas na entrada das duplas nos Masters 1000. Os 13 melhores times no ranking da temporada e que permaneceram juntos durante todo o período possuem a garantia de classificação nos cinco primeiros Masters 1000 do próximo ano, além de um bônus parecido acontecer também após Wimbledon, com as 13 melhores duplas que jogarem juntas em todas as semanas da temporada garantidas nos quatro últimos Masters do ano, sendo mais um modo de assegurar a continuação das parcerias em mais temporadas.

“Esse bônus foi mais uma das coisas que acrescentamos, mas, na minha opinião, a regra da chave de 32 praticamente vai anular isso aí, porque essa turma, com esse novo cenário, vai conseguir entrar direto. Fica mais como uma ‘super garantia’ para algum caso extraordinário, de alguém que fez muitos pontos numa parte específica da temporada e não jogou bem no resto. É mais um incentivo para que as duplas continuem juntas”, disse o mineiro. Um dos benefícios de uma maior continuidade nas principais parcerias é a conexão com o público, que poderá acompanhar e criar uma maior identificação com certos times.

Mas Bruno também destaca que é necessário ter um cuidado maior com o calendário e o ranking. Os pontos do ranking são formados pela somatória dos 18 melhores resultados do tenista no espaço de um ano. Porém, quando o jogador é aceito na chave de um Masters 1000 obrigatório (são oito no total, com Monte Carlo sendo exceção), os pontos conseguidos nos torneios deste nível entrarão obrigatoriamente na soma dos 18 melhores resultados, mesmo que o tenista tenha perdido na primeira rodada, zerando a semana.

“Acho que vai causar muito efeito na oportunidade que essa turma vai ter. Mas vale lembrar, e a gente tocou muito na tecla com o pessoal, o seguinte: esses torneios, em caso de derrota na primeira rodada, dão zero pontos no ranking e, muitas vezes por isso, você perde pontos de outros torneios jogados. No início, quando eu estava nesta mesma situação em que eles irão passar, tive 5 ou 6 zeros no meu ranking e isso afetava. Eu tinha que ter um cuidado para estruturar meu calendário de uma forma que não tomasse esses zeros, e aí tinha que avaliar se valia a pena jogar certos Masters 1000 ou esperar evoluir um pouco mais no ranking”, destacou Soares.

A implementação das chaves de 32 nos Masters 1000 é a maior mudança no circuito de duplas desde 2007, quando o formato atual de disputa de partidas foi introduzido na ATP. As alterações no formato, porém, poderiam ter acontecido de outra forma caso os duplistas da época, liderados por Bob e Mike Bryan, não tivessem se unido. A ATP havia proposto o fim da categoria de duplistas, deixando apenas que tenistas com ranking de simples disputassem as chaves de duplas. Outras mudanças incluíam um grande corte na duração das partidas, com o formato sugerido contando com ponto decisivo, tie-break no 4/4 e match tie-break no terceiro set. Foi necessário que Bob, Mike e mais de 40 duplistas movimentassem um processo contra a ATP para que a entidade desistisse da maioria de suas propostas. A circuito de duplas, porém, também precisou ceder, e o formato com ponto decisivo e match tie-break foi implementado.

A participação de duplistas em lideranças políticas na ATP vem sendo de grande importância desde então, e Bruno já sentiu o impacto positivo da novidade através de seus companheiros de circuito. “Fazer parte dessas mudanças é muito legal, teve um impacto muito bacana mesmo. A turma enxergou que nós (os tops) estávamos nos prejudicando, digamos assim, porque estamos saindo de uma condição segura, de ser cabeça de chave o ano inteiro e de estar diretamente na segunda rodada, com premiação garantida, para nos colocar no meio do bolo, saindo atrás com todo mundo, mas fazendo isso para um bem maior. Acho que o pessoal valorizou demais o nosso movimento e esforço muito em função disso, porque mostrou a nossa pegada, que é trabalhar para um bem maior, e não para o nosso interesse. Ver o que é melhor para o esporte, para o tênis e para a turma que estamos representando, que no nosso caso são os duplistas. Essa foi a primeira grande mudança que conseguimos executar nos últimos 5 anos diretamente para os duplistas, e acredito que terá um benefício muito grande para o circuito”, finalizou o mineiro, feliz com o trabalho e pronto para mais desafios.

Soares e Murray confirmam participação no Rio Open em 2019

O Rio Open já tem a sua primeira dupla confirmada: a quarta melhor parceria de 2018, formada pelo mineiro Bruno Soares e pelo escocês Jamie Murray. Campeão de dois Grand Slams, Soares tenta ser o primeiro brasileiro a vencer o maior torneio de tênis da América do Sul. A sexta edição do Rio Open será disputada entre 16 e 24 de fevereiro de 2019, no Jockey Club Brasileiro.

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Foto: João Pires/Fotojump

Soares e Murray são uma das principais duplas do circuito nos últimos anos. Logo no primeiro ano da parceria, em 2016, eles venceram dois Slams, o Australian Open e o US Open. Os dois já somam nove troféus juntos e, em 2018, alcançaram as semifinais do ATP Finals de Londres, torneio que reúne as oito melhores duplas do mundo.

“Foi uma temporada bem positiva. Terminamos mais uma vez entre os 10 melhores, fomos a quarta melhor dupla da temporada. Após Roland Garros, foi espetacular. Mais um título de Masters 1000 (Cincinnati), mais um ATP 500, final no Masters de Xangai, e no Finals passamos em primeiro no grupo, com três vitórias. Estou feliz com os resultados e podemos melhorar ainda mais ano que vem”, comentou Soares.

“O Brasil é muito bem representado no circuito pelos duplistas e o Bruno tem grande parcela de todo esse sucesso. No Rio o público ele tem muito apoio e esperamos quem em 2019 um tenista do Brasil possa sair campeão em uma Quadra Guga Kuerten lotada de torcedores brasileiros”, disse Luiz Carvalho, Diretor do Rio Open.

No Rio Open, Soares tentará quebrar um tabu: o mineiro parou nas semifinais nas cinco edições do torneio, com três parceiros diferentes. Duas com o austríaco Alexander Peya, uma com o conterrâneo Marcelo Melo e outras duas com Murray. “O jogo de duplas geralmente é decidido nos detalhes, e infelizmente ainda não tive a chance de disputar uma final no Rio. Mas eu e o Jamie gostamos muito de jogar no caldeirão da Quadra 1 e estamos confiantes de que esse será o ano”, finalizou o mineiro.

Bruno e Murray encerram temporada na semi do Finals

Bruno Soares encerrou mais uma temporada de títulos e bons resultados neste sábado, ao parar nas semifinais do ATP Finals com o britânico Jamie Murray diante dos norte-americanos Mike Bryan e Jack Sock, com parciais de 3/6, 6/4 e 4-10. No seu terceiro ano de parceria, a dupla terminou 2018 com três títulos e a terceira participação consecutiva no Finals.

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Foto: Julian Finney/Getty Images Europe

“Realmente foi um jogaço hoje. Todo mundo afiado e jogando bem, foi decidido nos detalhes. No primeiro set, os dois pontos decisivos caíram para eles. O segundo set foi parecido, bem próximo e caiu para nós. No match-tiebreak deu tudo certo para eles, jogaram muito”, avaliou Soares, campeão de cinco Grand Slams em duplas masculinas e mistas.

Em 2018, Soares e Murray foram campeões em Acapulco, Washington e Cincinnati e vices em Doha, Queen’s e Xangai. A dupla atingiu as semifinais do Finals nos três anos da parceria, que continua em 2019. “Estou feliz com mais uma bela temporada, mais um bom Finals. Agora estou oficialmente de férias, vou descansar e começar a preparação para o ano que vem. Começamos a temporada em Doha de novo”, declarou o mineiro.

Soares e Murray foram campeões do Australian Open e do US Open em 2016 e já venceram nove títulos juntos, três em cada ano de parceria.

Melo e Kubot encerram participação no Finals com vitória

Marcelo Melo e Lukasz Kubot encerraram a sua participação no ATP Finals com vitória. Enfrentando a dupla número 1 do mundo, o mineiro e o polonês venceram Oliver Marach e Mate Pavic em sets diretos, com parciais de 7/6 e 6/4. Apesar de precisarem de uma vitória em sets diretos para se manterem vivos na competição, Melo e Kubot encerraram sua participação pela porcentagem de games vencidos inferior ao de Marach e Pavic.

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Foto: Julian Finney/Getty Images

Foi a terceira vitória do ano diante de Marach e Pavic, a melhor dupla da temporada de 2018. Melo e Kubot encerram a temporada com a conquista de quatro títulos, tendo o Masters 1000 de Xangai e o ATP 500 de Pequim, ambos na China, o ATP 500 Halle, na Alemanha e o ATP 250 de Sydney, na Austrália, além do vice-campeonato no US Open.

“Ficamos felizes com a temporada que tivemos. Começamos o ano complicado, depois conseguimos terminar muito bem, especialmente classificando para o Finals. E hoje, com essa vitória, jogamos bem. Encerrar com uma vitória é sempre muito bom, especialmente em um Finals. Foi mais um excelente ano, muito feliz por estar aqui jogando pela sexta vez”, declarou Marcelo, satisfeito com a temporada.

“Eu e o Lukasz continuamos firme em 2019 com a parceria. Logicamente queríamos ter classificado, mas não deu. Fizemos o que foi possível. Agora é descansar para começar bem a temporada ano que vem”, completou.

No Finals, Melo e Kubot perderam para os norte-americanos Mike Bryan e Jack Sock, na estreia, e para os franceses Pierre-Hugues Herbert e Nicolas Mahut, na segunda rodada, e passaram a depender de uma combinação de resultados e do percentual de games vencidos para seguir no torneio. Bryan e Sock já estão classificados para as semifinais, enquanto Marach/Pavic e Herbert/Mahut disputam a última vaga.

Esta foi a sexta participação seguida de Melo no Finals, recordista entre os brasileiros, a quinta de Kubot e a segunda jogando juntos, sendo vice-campeões no ano passado. Marcelo foi vice, também, em 2014, ao lado do croata Ivan Dodig.

Invictos, Murray/Soares vão em busca de vaga na decisão do Finals

Bruno Soares e Jamie Murray terminaram a fase de grupos do ATP Finals invictos. A primeira dupla a se classificar para as semifinais do torneio que reúne as oito melhores duplas da temporada na Arena O2, em Londres, derrotou os atuais campeões Henri Kontinen e John Peers de virada, com parciais de 3/6, 7/6 e 10-3.

Inicialmente programados para enfrentar Nikola Mektic e Alexander Peya, Bruno e Murray viram seus adversários serem trocados no dia anterior. Peya desistiu da competição por lesão no cotovelo, com a dupla sendo substituída por Henri Kontinen e John Peers, os atuais campeões do ATP Finals.

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Foto: Clive Brunskill/Getty Images Europe

O primeiro set começou com Kontinen e Peers saindo na frente, quebrando o serviço de Soares no terceiro game. O finlandês e o australiano seguiram com seu alto aproveitamento nos games de serviço, confirmando seus saques e ganhando a parcial. No segundo set, Soares e Murray conseguiram ameaçar mais o saque de seus adversários, mas nenhuma quebra foi concretizada. No tie-break, Bruno e Jamie começaram a construir a vitória. Dois mini-breaks deram o set para a dupla do mineiro e do britânico, levando a decisão para o match tie-break. Lá, o bom momento de Soares e Murray continuou e a dupla conseguiu três mini-breaks durante a parcial final, não perdendo pontos nos seus games de saque e indo para a semifinal invictos.

“Estou super feliz, conseguimos fechar o grupo com 100% de aproveitamento e jogando bem, com confiança. E agora é mais uma oportunidade de jogar semifinal aqui, já é a minha quarta. Mas vale lembrar que nas três vezes que caí na semifinal, eu também me classifiquei em primeiro no grupo. Ou seja, num torneio como esse, isso não diz nada. Quem vai pra semifinal está jogando muito”, disse Soares, reconhecendo a dificuldade dos futuros adversários.

É a terceira semifinal consecutiva que a dupla disputa no ATP Finals. Classificados em primeiro lugar no Grupo Llodra/Santoro, Bruno e Jamie enfrentarão os segundos colocados do Grupo Knowles/Nestor, que conta com Marach/Pavic, Kubot/Melo, Bryan/Sock e Herbert/Mahut na disputa. A semifinal acontecerá neste sábado, com horário a ser definido.

“O outro grupo é o grupo da morte, pela qualidade dos jogadores. Os dois que saírem daquele grupo vão sair muito fortes, todo mundo ali já ganhou Grand Slam. Agora é se preparar, amanhã temos um dia de descanso, mais um dia pra estudar os adversários. O que vier é pedreira, mas estamos confiantes e jogando bem, agora é tentar executar isso aí mais uma vez”, finalizou o mineiro, confiante com a forma atual.

Soares e Murray estão disputando o ATP Finals pelo terceiro ano consecutivo. Semifinalistas na última edição, o time duas vezes campeão de Grand Slams busca superar seu melhor desempenho no último torneio do ano. Em 2018, a dupla foi campeã em três oportunidades, levantando os troféus no Masters 1000 de Cincinnati e nos ATPs 500 de Washington e Acapulco. Além dos três títulos no ano, Bruno e Murray também foram vice-campeões em Xangai, Queen’s e Doha.

Melo e Kubot buscam primeira vitória nesta sexta: “Ainda estamos vivos”

Marcelo Melo e Lukasz Kubot vão decidir a classificação para as semifinais do ATP Finals na terceira e última rodada da fase de grupos. Nesta quarta-feira, a dupla do mineiro e do polonês foi derrotada pelos franceses Pierre-Hugues Herbert e Nicolas Mahut em dois sets a um, em parciais de 6/2 e 6/4. Com duas derrotas no Grupo Knowles/Nestor, Melo e Kubot enfrentarão o austríaco Oliver Marach e o croata Mate Pavic, cabeças 1 da competição, nesta sexta.

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Foto: Julian Finney/Getty Images Europe

Melo e Kubot precisam vencer Marach e Pavic  em dois sets e dependem, ainda, de uma derrota de Herbert e Mahut também em sets diretos, para tentar a vaga no critério de game average. Herbert e Mahut jogam contra os norte-americanos Mike Bryan e Jack Sock, que tem duas vitórias e lideram o grupo.  Nesta quarta, Bryan e Sock marcaram 6/4 e 7/6(4) em Marach e Pavic.

“Hoje, eles realmente jogaram muito bem, especialmente o Herbert, que fez a diferença. Devolveu muito bem, acabou complicando um pouco para nós no saque, colocando uma pressão extra. Não tivemos muitas chances. Eles jogaram realmente em um alto nível. Jogamos melhor do que na primeira rodada. Estava me sentindo melhor em quadra, devolvi bem melhor. Mas realmente, os adversários estavam muito sólidos”, explicou Marcelo. “Como eu já tinha falado, estamos em um grupo muito difícil, no qual precisávamos estar 100% todos os dias, aproveitando todas as chances. Ainda estamos vivos, apesar das chances serem baixas. Então é ficar focado e fazer de tudo para, quem sabe, conseguir a classificação”, completou.

No jogo desta segunda rodada, os franceses dominaram, sacando e devolvendo muito bem, não dando qualquer chance de quebra para Melo e Kubot. Os adversários conseguiram o break logo no primeiro game do set inicial e voltaram a quebrar no quinto para vencer por 6/2. Na segunda série, mais uma vez os franceses quebraram no game inicial. A partir daí, a partida ficou mais equilibrada em alguns momentos, mas os adversários fecharam em 6/4 para conquistar a vitória.

O torneio reúne as oito melhores parcerias da temporada e será disputado até este domingo (18). Na primeira fase, as duplas são divididas em dois grupos, jogando todas contra todos dentro da chave. As duas melhores de cada um disputam as semifinais, no sábado (17), com a decisão do título no domingo.

Esta é a sexta participação seguida de Melo no Finals – recordista entre os brasileiros –, a quinta de Kubot e a segunda jogando juntos – terminaram como vice-campeões no ano passado. Marcelo foi vice, também, em 2014, ao lado do croata Ivan Dodig.

Soares e Murray vencem mais uma e se garantem na semi do Finals

Bruno Soares e Jamie Murray venceram mais uma no ATP Finals. A dupla do brasileiro e do britânico derrotou os colombianos Juan Sebastian Cabal e Robert Farah em sets diretos, com parciais de 6/4 e 6/3, conseguindo sua segunda vitória. Com o resultado, Bruno e Murray se garantiram no primeiro lugar do Grupo Llodra/Santoro, se classificando para a semifinal do torneio que reúne as oito melhores duplas da temporada em Londres.

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Foto: Julian Finney/Getty Images Europe

A partida contra os cabeças de chave 2 da competição foi marcada pela boa devolução de Soares e Murray. No primeiro set, o mineiro e o britânico conseguiram uma quebra logo cedo, no segundo game, que foi prontamente devolvida pelos seus adversários no game seguinte. A parcial, então, seguiu na igualdade até o 10º game, onde a dupla do brasileiro quebrou o serviço de Cabal e fechou o set em 6/4.

Na segunda parcial, Cabal e Farah chegaram a quebrar no primeiro game, mas a reação de Bruno e Murray aconteceu logo em seguida. A dupla venceu quatro games consecutivos, abrindo 4/1 e concretizando uma boa vantagem que foi mantida até o fim. “Hoje foi um grande jogo nosso. Uma atuação muito boa, do início ao fim, contra uma dupla que vem muito bem esse ano e que tinha feito uma grande primeira rodada”, comentou o mineiro após a vitória.

Com mais uma vitória no Finals, Soares e Murray já estão classificados para a semifinal do torneio. Os resultados da rodada desta terça-feira garantiram a dupla na primeira colocação do grupo Llodra/Santoro, com a segunda vaga ficando com os vencedores da partida entre Cabal/Farah e Klaasen/Venus na quinta-feira.

“Estou super feliz de ter vencido e de já estar garantido na semi, mas obviamente o próximo jogo vale pontos, dinheiro e confiança. Nós temos que seguir firmes, nesse mesmo ritmo e com essa sensação boa. Muito feliz de estar na semifinal do último e melhor torneio da temporada. Vamos tentar fechar o ano com chave de ouro”, finalizou Soares, já focado na próxima partida.

Soares e Murray estão disputando o ATP Finals pelo terceiro ano consecutivo. Semifinalistas na última edição, o time duas vezes campeão de Grand Slams busca superar seu melhor desempenho no último torneio do ano. Em 2018, a dupla foi campeã em três oportunidades, levantando os troféus no Masters 1000 de Cincinnati e nos ATPs 500 de Washington e Acapulco. Além dos três títulos no ano, Bruno e Murray também foram vice-campeões em Xangai, Queen’s e Doha.