Sá inicia pré-temporada e define Australian Open como seu primeiro torneio

André Sá, número três do Brasil, iniciou a pré-temporada em Blumenau e definiu seus primeiros torneios para a próxima temporada.

O mineiro manterá a parceria com o croata Mate Pavic e iniciará 2015 no Australian Open, seguindo com o croata para o ATP 250 de Montpellier, na França. O embarque do tenista está previsto para o dia 15: “Vamos manter a parceria. Deu certo em 2014 e vamos seguir jogando quando o calendário casar, já que ele pretende jogar simples também em 2015”, disse Sá, que fez oitavas de final em Roland Garros e Wimbledon com Pavic.

Sá, ex-17º do mundo e dono de sete títulos na ATP, destacou seus planos para as próximas etapas: “A primeira meta é voltar ao grupo dos 50 melhores nessa primeira parte de 2015 e meus planos do futuro seguem para disputar os Jogos Olímpicos de 2016 no Rio de Janeiro”, finalizou.

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André Sá se despede nas quartas de Viena

André Sá, terceiro melhor duplista do país, foi derrotado na tarde desta quinta-feira nas quartas de final de Viena, na Áustria, evento disputado em piso rápido e coberto.

O mineiro e seu parceiro, o croata Mate Pavic, caíram diante da dupla campeã de Wimbledon em 2010, o austríaco Jurgen Melzer e o alemão Philipp Petzschner, por 2 sets a 0, com parciais de 6/4 e 6/2. “Eles jogaram muito bem, não deram chances pra gente”, resumiu Sá, que define parceiro nesta sexta-feira para disputar o ATP 500 da Basileia, na Suíça.

Sá vence na estreia e tem Soares como possível adversário

André Sá, terceiro melhor duplista do país e 61º do ranking da ATP, estreou com vitória na tarde desta terça-feira no ATP de Viena, na Áustria.

O mineiro e seu parceiro, o croata Mate Pavic, superaram os alemães Benjamin Becker e Jan-Lennard Struff por 2 sets a 1, com parciais de 6/7(4), 6/4 e 10-8. “Foi bem duro o jogo, mas atuamos bem desde o começo. Estreia é sempre complicada, mas aguentamos bem a pressão”, disse Sá que, ao lado do croata, fez oitavas de final em Roland Garros e Wimbledon.

Na próxima rodada, Sá e Pavic enfrentarão os vencedores do duelo entre a dupla do brasileiro Bruno Soares e do austríaco Alexander Peya e a dupla campeã de Grand Slam do também austríaco Jurgen Melzer e o alemão Philipp Petzschner, que acontecerá nesta quarta-feira, por volta das 15h, horário de Brasília.

Bellucci e Sá conquistam o título em Orleans

Após ser vice em simples, Thomaz Bellucci retornou à quadra junto com o mineiro André Sá para a decisão de duplas. E, assim como aconteceu ao longo da semana, a dupla mostrou entrosamento nos momentos importantes e ficou com o título ao bater a parceria formada pelo norte-americano James Cerretani e o sueco Andreas Siljestrom, por 5/7 6/4 10-8.

“O jogo foi demais, de alto nível. Os caras jogaram muito bem, conseguimos atuar melhor nos pontos importantes, foi muito nervoso no fim do match tie-break”, disse Sá, que comemorou a conquista. “Meu parceiro hoje merece os parabéns, pois jogou tanto a final de simples como a de duplas seguido e com 38,5 graus de febre. Foi uma semana muito positiva para nós, jogamos bem o tempo inteiro e nos entrosamos bem rápido”, completou.

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

Sá e Bellucci conquistaram seu primeiro título na temporada, sendo o primeiro de Thomaz nas duplas desde julho do ano passado quando faturou o ATP 250 de Stuttgart junto com o argentino Facundo Bagnis. “Foi muito bom voltar a jogar duplas e já ser campeão. Espero que eu e o André tenhamos outro bom resultado em Mons”, disse o canhoto.

O mineiro e o paulista voltam a jogar juntos no challenger de Mons, na Bélgica, onde terão um duro desafio logo na estreia ao enfrentarem os principais favoritos ao título, a parceria do alemão Andre Begemann e o austríaco Julian Knowle.

Bellucci consegue a dobradinha e faz final ao lado de André Sá

Horas depois de chegar à final de simples, Bellucci uniu forças com o mineiro André Sá e a dupla verde e amarela carimbou passaporte para a decisão nas duplas. Os brasileiros derrotaram a dupla neozelandesa formada por Marcus Daniell e Artem Sitak por 6/3 7/6(3), em 1h12min.

Na final em Orleans, Bellucci e Sá enfrentam a parceria formada pelo norte-americano James Cerretani e o sueco Andreas Siljestrom. O canhoto de 26 anos conquistou um título de duplas pela última vez em julho do ano passado no ATP 250 de Stuttgart ao lado do argentino Facundo Bagnis. “Eu e o André estamos em sintonia, 100% entrosados”, comemorou o paulista.

André Sá, ao lado de Bellucci, estreia com vitória em Orleans

André Sá, número 67 do ranking de duplas, e seu parceiro, Thomaz Bellucci, estrearam com vitória no challenger de Orleans, na França, torneio sobre o piso duro e coberto com premiação de €6,600 para a dupla vencedora.

O mineiro e o paulista superaram os franceses Laurent Lokoli e Enzo Couacaud em sets diretos, com um duplo 7/5. “Jogamos muito bem. Tivemos um pouco de dificuldade, pois eles entraram sem pressão, mas fomos superiores nos pontos importantes”, disse Bellucci.

Sá e Bellucci enfrentam a dupla do israelense Jonathan Erlich e o alemão Philipp Marx nas quartas de final. O duelo ocorre nesta quinta-feira, às 8h, no horário de Brasília.

Retrospectiva 2013: André Sá

André Sá

André Sá no Australian Open (Foto: Chris Hyde/Getty Images)

André Sá no Australian Open (Foto: Chris Hyde/Getty Images)

Ranking: 65
Títulos: 1
Finais: 1 (título)
Partidas disputadas: 50
Vitória/Derrota: 25/25
Premiação: $97,527
Pontos acumulados no ano: 1209
Times que mais foram vencidos: nenhum time foi vencido mais de uma vez
Times que mais causaram derrotas: 3 derrotas – Bryan/Bryan, Bednarek/Kowalczyk.
Times enfrentados durante o ano: 45
Parceiros diferentes durante o ano: 17 –  Jonathan Marray, Andrey Kuznetsov, Lukas Dlouhy, Marin Cilic, Igor Zelenay, Oliver Marach, Marcelo Demoliner, Jordan Kerr, Andy Ram, Frederik Nielsen, Feliciano Lopez, Florin Mergea, Thiemo de Bakker, Paul Hanley, Marcelo Melo, Michal Mertinak e Tommy Haas.

Vitórias:
16 em 2 sets
9 em 3 sets

Derrotas:
13 em 2 sets
12 em 3 sets

Desempenho em 2013
*Os pontos do mês entre parênteses pertencem ao mês equivalente no ano de 2012, apenas para efeito de comparação

Janeiro – ranking: 56º
07/01: Auckland – primeira rodada, derrota para Malisse/Moser
14/01: Australian Open – segunda rodada, derrota para Haase/Sijsling
Pontos do mês: 90. (180 em 3 torneios em 2012)
Vitória/Derrota: 1/2

Fevereiro – ranking: 61º
04/02: Viña del Mar – semifinal, derrota para Lorenzi/Starace
11/02: São Paulo – primeira rodada, derrota para Marach/Zeballos
18/02: Memphis – quartas de final, derrota para Blake/Sock
25/02: Delray Beach – primeira rodada, derrota para Mirnyi/Tecau
Pontos do mês: 180. (450 em 3 torneios em 2012)
Vitória/Derrota: 3/4

Março – ranking: 89º
11/03: Dallas – primeira rodada, derrota para El-Effendi/Walsh
Pontos do mês: 0. (0 em 0 torneio em 2012)
Vitória/Derrota: 0/1

Abril – ranking: 86º
08/04: Houston – primeira rodada, derrota para Bryan/Bryan
15/04: Cidade do México – primeira rodada, derrota para Martin/Skugor
29/04: Napoli – semifinal, derrota para Ianni/Starace
Pontos do mês: 29. (45 em 3 torneios em 2012)
Vitória/Derrota: 2/3

Maio – ranking: 86º
06/05: Roma – primeira rodada, derrota para Bednarek/Kowalczyk
13/05: Bordeaux – quartas de final, derrota para Bednarek/Kowalczyk
19/05: Dusseldorf – semifinal, derrota para Begemann/Emmrich
27/05: Roland Garros – terceira rodada, derrota para Marrero/Verdasco
Pontos do mês: 290. (0 em 2 torneios em 2012)
Vitória/Derrota: 5/4

Junho – ranking: 67º
24/06: Wimbledon – primeira rodada, derrota para Bryan/Bryan
Pontos do mês: 0 (90 em 1 torneio em 2012)
Vitória/Derrota: 0/1

Julho – ranking: 67º
01/07: Braunschweig – semifinal, derrota para Bednarek/Kowalczyk
08/07: Newport – semifinal, derrota para Mahut/Roger-Vasselin
15/07: Bogotá – primeira rodada, derrota para Karlovic/Moser
22/07: Atlanta – primeira rodada, derrota para Blake/Sock
Pontos do mês: 135. (150 em 3 torneios em 2012)
Vitória/Derrota: 4/4

Agosto – ranking: 67º
05/08: Rio de Janeiro – campeão (com de Bakker), derrotando Demoliner/Souza
26/08: US Open – segunda rodada, derrota para Murray/Peers
Pontos do mês: 170. (90 em 2 torneios em 2012)
Vitória/Derrota: 5/1

Setembro – ranking: 68º
16/09: Metz – semifinal, derrota para Mahut/Tsonga
23/09: Kuala Lumpur – primeira rodada, derrota para Huey/Inglot
Pontos do mês: 90. (100 em 3 torneios em 2012)
Vitória/Derrota: 2/2

Outubro – ranking: 68º
14/10: Xangai – quartas de final, derrota para Baluda/Kravchuk
21/10: Valência – semifinal, derrota para Bryan/Bryan
Pontos do mês: 225. (180 em 3 torneios em 2012)
Vitória/Derrota: 3/2

Novembro – ranking: 65º
04/11: Bogotá – primeira rodada, derrota para Arguello/Olivo
Pontos do mês: 0. (0 em 0 torneios em 2012)
Vitória/Derrota: 0/1

Bola na rede altera o placar.

No pique dessa final sensacional da Libertadores, nada mais justo que um post sobre futebol! O esporte mais popular do mundo transforma qualquer um em louco, até mesmo seus torcedores famosos e aqui eu listo alguns tenistas e seus clubes. No fim, todos nós fazemos as mesmas coisas: torcemos, cornetamos e damos opinião sobre esse esporte que move milhões.

Bruno Soares e Marcelo Melo – Cruzeiro
Os mineiros são cruzeirenses confessos, mas sempre tem alguém que pergunta se eles torcem pro Galo. É Cruzeiro!

[tweet https://twitter.com/marcelomelo83/status/330071770403061760]

André Sá – Atlético Mineiro
Esse é o mineiro que torce pro Galo. E ele aproveitou o bom momento do Atlético na Libertadores pra dar uma zoada nos amigos cruzeirenses.

[tweet https://twitter.com/Andre_Sa77/status/355336756318584832] Continuar lendo

A grama do vizinho nem sempre é mais verde.

Wimbledon é o torneio favorito da maioria dos tenistas, principalmente dos duplistas. Além de ser Wimbledon, com toda sua tradição e excelência, é o único torneio da tour que oferece qualifying para as duplas e os jogos são em melhor de 5 sets. Nada de match tie-break (ruim pro meu blog que fica sem merchan ambulante), o quinto set é longo e vemos batalhas épicas e longas durante as duas semanas.

Falando em épico, a grama inglesa ganhou tons de azul e amarelo esse ano. Os brasileiros mostraram que não vieram para brincar. Em seu torneio favorito, Marcelo Melo fez sua segunda final de slam (a primeira foi nas mistas em Roland Garros 2009, com Vania King), em uma campanha sólida, eliminando fortes adversários como Mirnyi/Tecau e Paes/Stepanek. Mais do que isso, fez história. Tornou-se o primeiro brasileiro a chegar na final de duplas masculinas e, junto com Bruno Soares, os primeiros desde Maria Esther Bueno em 1967 a chegar numa final de Wimbledon.

O mineiro e o croata mostraram como o time é entrosado e que nem as maratonas que Dodig precisou enfrentar os impediram de jogar em alto nível. Esta é apenas a segunda final da parceria, sendo a primeira em Memphis, no ano passado. Lugar de girafa é na grama mesmo. #seguraagirafa

Foto: Julian Finney/Getty Images Europe

Foto: Julian Finney/Getty Images Europe

Na final, enfrentaram os irmãos Bob e Mike Bryan, que também buscavam um recorde inédito: com a vitória em Wimbledon, são os únicos duplistas da história campeões dos quatro Grand Slams e medalha de ouro nas Olimpíadas ao mesmo tempo, o Golden Slam. Aliás, como Mike Bryan nomeou, ““O Golden non-calendar Bryan Slam. São muitas palavras”. O chamado ‘calendar Grand Slam’, que consiste em ganhar os quatro slams seguidos, só foi conseguido uma vez, pela dupla australiana Ken McGregor e Frank Sedgman em 1951.

Os irmãos, aliás, aumentaram a incrível sequência de vitórias seguidas para 24. Os americanos não perdem uma partida desde o Masters de Monte Carlo, quando caíram para Benneteau/Zimonjic na final. Desde então, colocaram no bolso os títulos de Madrid, Roma, Roland Garros e Queen’s, sendo dois deles (Madrid e Queen’s) disputados com Peya/Soares.

Bob Bryan, antes da final, falou um pouco sobre enfrentar Dodig e Melo: “Quando você joga contra um time novo, às vezes você está jogando contra o time durante a lua de mel deles. Tudo é novo e fresco. Estão atirando para todos os lados. É difícil. Quando um time novo dá certo, você realmente tem que assistir um vídeo deles e tentar descobrir o que que eles estão fazendo de diferente.”

Apesar de terem atingido o 15º slam, a mídia americana parece não dar bola. Em Wimbledon, noticiaram que todos os americanos haviam sido eliminados do torneio, o que pareceu um pouco estranho para os irmãos. Mike Bryan explica que “Os fãs hardcore de tênis adoram duplas, mas o fã normal de esportes não sabem nada. Eles amam estrelas. Duplistas não são estrelas.”

Nas mistas, Bruno Soares mostrou mais uma vez porque figura entre os melhores. Ao lado da norte-americana Lisa Raymond, foram os únicos da chave a não perder set no caminho para a final. Apesar de ser apenas o segundo torneio juntos, são dois tenistas sólidos, bons em todos os golpes e que procuraram não dar chances para os adversários. Receita para o sucesso.

A campeoníssima Raymond, dona de, agora, 12 títulos de Grand Slam, disse que se sentiu segura com Bruno durante a semana toda, o que resultou numa campanha perfeita no caminho para a final.

Na final, enfrentaram a forte dupla formada pelo canadense Daniel Nestor e a francesa Kristina Mladenovic, que vêm de final em Roland Garros, onde perderam para os tchecos Frantisek Cermak e Lucie Hradecka. Mladenovic foi sólida durante toda a partida, principalmente nas devoluções, encaixando paralelas maravilhosas. Nestor demorou para entrar no jogo, mas no segundo set o saque finalmente entrou, confirmando facilmente o serviço. Raymond teve dificuldade em variar seu saque e o jogo da americana com Bruno pareceu não encaixar em momentos cruciais.

Foto: Thomas Lovelock/AELTC

Foto: Thomas Lovelock/AELTC

Formalidades e estatísticas à parte, é muito bom ver que o tênis brasileiro voltou a ser referência mundialmente, sendo respeitado no circuito, e que o público está começando a se interessar por duplas. Mais do que isso, o público perceber que não é só de simples que vive o tênis. Os jovens que estão começando podem ver que ser duplista também é carreira, não última opção.

Num país que respira futebol, foi bom ver o Jornal Nacional noticiando as classificações de Melo e Soares para a final. Foi bom ver todos vocês comentando nas redes sociais e torcendo muito por nossos tenistas. Foi bom ver a mobilização que vocês fizeram para pedir a transmissão das finais no Sportv. São nessas pequenas coisas que o tênis se apoia, se promove e cria interesse.

A ideia do título deste post se apoia justamente nisso: é bom olhar para nossa própria grama e ver que ela é tão verde quanto a do vizinho. Eu acredito no tênis brasileiro, e você?

Wimbledon 2013 – campanha dos brasileiros nas duplas

Duplas masculinas

  • André Sá e Marcelo Demoliner
    1ª rodada: Bryan/Bryan 6/4 6/4 6/1 Demoliner/Sá
  • Bruno Soares e Alexander Peya (Áustria)
    1ª rodada: Peya/Soares 6/4 3/6 6/3 6/4 Butorac/Ram

    2ª rodada: Peya/Soares 4/6 6/1 6/7 7/5 10/8 Hanley/Smith
    3ª rodada: Bopanna/Roger-Vasselin 6/4 4/6 7/6 6/2 Peya/Soares
  • Marcelo Melo e Ivan Dodig (Croácia)
    1ª rodada: Dodig/Melo 6/3 7/6 6/2 Giraldo/Russell

    2ª rodada: Dodig/Melo 7/6 7/5 6/4 Bednarek/Kowalczyk
    3ª rodada: Dodig/Melo 6/7 2/6 6/4 6/2 6/4 Mirnyi/Tecau
    Quartas: Dodig/Melo 7/5 6/0 6/7 6/4 Blake/Melzer
    Semi: Dodig/Melo 3/6 6/4 6/1 3/ 6/3 Paes/Stepanek
    Final: Bryan/Bryan 3/6 6/3 6/4 6/4 Dodig/Melo

Duplas mistas

  • Bruno Soares e Lisa Raymond (EUA)
    1ª rodada: bye

    2ª rodada: Raymond/Soares 6/2 6/3 Husarova/Polasek
    Oitavas: Raymond/Soares 6/3 6/4 Arvidsson/Nielsen
    Quartas: Raymond/Soares 7/6 7/6 Barty/Peers
    Semi: Raymond/Soares 6/4 6/4 Dushevina/Rojer
    Final: Mladenovic/Nestor 5/7 6/2 8/6 Raymond/Soares
  • Marcelo Melo e Liezel Huber (EUA)
    1ª rodada: bye

    2ª rodada: Huber/Melo 4/0 (ret) Schiavone/Ram
    Oitavas: Barty/Peers 6/4 1/6 6/2 Huber/Melo

Juvenil – duplas masculinas

  • Rafael Matos e Marcelo Zormann
    1ª rodada: Kokkinakis/Kyrgios 4/6 6/3 6/4 Matos/Zormann

Juvenil – duplas femininas

  • Carolina Meligeni Alves e Sara Tomic (Austrália)
    1ª rodada: Alves/Tomic 6/2 6/1 Ferro/Lombardo

    2ª rodada: Alves/Tomic 6/4 6/7 6/0 Brogan/Lumsden
    Quartas: Krejcikova/Siniakova 6/4 6/0 Alves/Tomic

Brasileiros que possuem títulos de Grand Slam

  • Maria Esther Bueno
    Simples:
    Wimbledon (1959, 1960, 1964)
    US Open (1959, 1963, 1964, 1966)
    Duplas:
    Australian Open (1960)
    Roland Garros (1960)
    Wimbledon (1958, 1960, 1963, 1965, 1966)
    US Open (1960, 1962,1966, 1968)
    Mistas:
    Roland Garros (1960)
  • Thomaz Koch
    Mistas:

    Roland Garros (1975)
  • Gustavo Kuerten
    Juvenil (duplas):
    Roland Garros (1994) 
    Simples:
    Roland Garros (1997, 2000, 2001)
  • Tiago Fernandes
    Juvenil (simples):

    Australian Open (2010)
  • Bruno Soares
    Mistas:

    US Open (2012)

Brasileiros que fizeram final em Grand Slam

Juvenil: Ivo Ribeiro, Ronald Barnes, Edison Mandarino, Thomaz Koch, Luis Felipe Tavares, Ricardo Schlachter, Guilherme Clezar, Beatriz Haddad Maia 
Profissional: Maria Esther Bueno, Cláudia Monteiro, Cássio Motta, Jaime Oncins, Marcelo Melo, Bruno Soares

36 fatos sobre André Sá.

Lembram do post com 31 fatos sobre Bruno Soares no aniversário de 31 anos dele? Hoje, dia 06 de Maio, o mineiro André Sá completa 36 anos e nada mais justo que um post com 36 curiosidades sobre ele. Bora lá!

Foto: Marcelo Ruschel.

Foto: Marcelo Ruschel.

  1. Começou a jogar tênis aos 8 anos, por influência do irmão.
  2. Ao contrário de Bruno Soares e Marcelo Melo, que são cruzeirenses, é torcedor do Atlético Mineiro. Galo doido.
  3. Seu atleta favorito? Michael Jordan!
  4. Gosta de jogar basquete, tanto que praticou o esporte enquanto estudava nos EUA.
  5. 2013 é seu 17º ano como profissional. Ano que vem a gente faz uma vaquinha para o vestido da festa de 18 anos. Continuar lendo