Em partida acirrada, Bryans eliminam Bruno e Peya do Finals

Bruno Soares e Alexander Peya fizeram uma partida acirrada, mas foram eliminados pelos gêmeos americanos Bob e Mike Bryan em 2 sets a 0, com parciais de 7/6(3) e 7/6(2). O confronto valia a classificação para a semifinal do ATP Finals, em Londres.

Apenas o primeiro set apresentou chances de quebra, com Bruno e Peya concretizando uma no segundo game, abrindo 2-0. Porém, os americanos devolveram a quebra logo em seguida, levando para o tie-break. Com duas duplas faltas, uma de Bruno e outra de Peya, os Bryans conquistaram o primeiro set. No segundo, ambos os times seguiram firmes e repetiram o tie-break, com os gêmeos levando a melhor.

Bob e Mike enfrentarão os franceses Julien Benneteau e Edouard Roger-Vasselin na semifinal, partida que acontece neste sábado, às 16h, horário de Brasília.

Kubot/Lindstedt vencem mais uma e complicam situação de Bruno

A dupla formada pelo polonês Lukasz Kubot e o sueco Robert Lindstedt garantiram uma vaga na semifinal após derrotarem o brasileiro Bruno Soares e o austríaco Alexander Peya em 2 sets a 1, com parciais de 6/4, 3/6 e 10-6. Com duas vitórias, Kubot e Lindstedt lideram o grupo.

No primeiro set, o polonês e o sueco conseguiram a quebra logo no primeiro game, no saque de Peya, dificultando o trabalho de Bruno e Peya. Após perderem dois set points no saque dos adversários, Lindstedt finalmente confirmou seu game de serviço, fechando em 6/4. Já no set seguinte, Bruno e Peya abriram 3/0 após quebrarem o saque de Lindstedt no segundo game, mantendo o favoritismo e levando a partida para o match tie-break, que contou com Kubot/Lindstedt abrindo 5-0 e administrando a vantagem até o fim, fechando em 10-6.

Considerados os azarões do grupo A, o polonês e o sueco, que já haviam participado no ATP Finals com outros parceiros, passaram da fase de grupos pela primeira vez em sua carreira. “É incrível fazer algo inédito. É sempre divertido acrescentar algo em sua carreira, fiquei realmente feliz”, declarou o sueco para a imprensa de seu país.

A última vaga do grupo será decidida na partida entre Peya/Soares e os irmãos Bryan, que acontecerá na sexta-feira, com transmissão do Sportv2.

Espetacularização, herois e palcos

Com a crescente espetacularização das modalidades, outros segmentos além da prática em si chamam a atenção, como a gestão, o marketing e a administração das grandes ligas e associações, temas recentes e muito pesquisados no âmbito esportivo. O esporte, tratado como um fenômeno de massa, depende de figuras centrais, tidas como heróis, para que consiga despertar a atenção do público e, assim, permaneça no cenário mundial.

O tênis é uma das modalidades mais populares do mundo e que atrai milhões de espectadores e praticantes todos os anos com suas grandes estrelas, os tais herois que a literatura da psicologia esportiva aponta, disputando os principais campeonatos. Com torneios em todas as semanas do ano e em diferentes partes do mundo, tanto o público presente quanto o marketing e a venda de transmissões televisivas para as emissoras locais, internacionais e internet são essenciais para o crescimento do esporte.

O primeiro ponto a ser abordado é a promoção da imagem dos principais atletas através de campanhas, essencial para a venda do produto e figura pouco presente no mundo das duplas, dificultando o crescimento do interesse em um possível público. Um bom marketing busca certos aspectos atrativos do produto em questão para aumentar sua visibilidade e gerar identificação do público com os personagens principais, sendo o das duplas a dinamicidade do jogo e a maior prática entre os tenistas amadores.

Essa promoção aumentou com o passar do tempo, mas permanece até hoje focada no top 10 de simples, o que foi notado por Bruno Soares: “Eles promovem mais os jogadores no top 4, top 10, o resto fica muito pra trás. Obviamente tem que ter uma atenção maior no top 4, já que eles atraem e levam coisas boas pro esporte, mas eu acho que tem que ter uma promoção dos jogadores de menos destaque, que não tem um ranking alto mas estão no top 50, e o pessoal da dupla, pois compõem o circuito.”

Um maior conhecimento do público apagará a imagem distorcida que estes possuem do resto do circuito. O foco exagerado em Nadal e Federer, por exemplo, acaba direcionando a visão do esporte apenas para um seleto grupo de atletas, limitando ou até mesmo diminuindo o interesse do público em geral. É comum escutarmos que a qualidade de jogo fora do top 10 de simples e nas duplas é muito abaixo e que não é interessante ou não vale a pena prestar atenção, já que o parâmetro do público são as derrotas que os outros tenistas sofreram para os principais figurões.

Outro ponto importante e levantado por Marcelo Melo é a questão da organização dos torneios. Uma simples montagem de programação pode fazer uma grande diferença a longo prazo. “Eu acho que os torneios podem ajudar muito mais, especialmente na promoção das duplas‎. Algumas vezes o torneio tem duplas entre as 5 melhores do mundo e não promove para o público. Quando acontece a promoção das duplas, como no caso do torneio de Auckland, em que todos os dias tem uma dupla na quadra central, os jogos ficam cheios. O público gosta de assistir duplas, porém precisam organizar bem na hora de programar”, opinou o mineiro.

O caso de Auckland é interessante. A presença de um jogo de duplas todos os dias e no horário nobre virou tradição e atração no torneio, sendo abraçada pelo público local, que adquiriu a cultura de assistir as duplas. Esta cultura, aliás, mostra-se essencial, sendo ela já presente, como é visto nos Estados Unidos, ou sendo adquirida, como no Brasil, em que seus melhores resultados se apresentam nas duplas. Bruno comentou o caso: “A organização influencia sim, tem alguns lugares em que o público local gosta de duplas, como é o caso de Auckland, que coloca duplas no horário noturno, antes de simples, está sempre cheio. Nos EUA também, vai de cada lugar. Tem torneio que não gosta. O Finals também ficou bacana, com duplas seguido de simples em cada sessão, isso ajuda a ficar sempre cheio.”

Londres está sendo o maior exemplo disso. Adotando a mesma estratégia de Auckland, com a disposição da programação apresentando as duplas antes de simples, o último torneio do ano, disputado nesta semana, tornou-se um palco de promoção do esporte. O público geral do tênis, com acesso a todas as partidas de duplas na internet e na televisão, pareceu surpreso com a qualidade de jogo. Com a acessibilidade e o poder de escolha, o público mostrou-se curioso e interessado em acompanhar mais o circuito, uma vez que as partidas apresentaram uma maior agilidade e qualidade quando comparado com simples.
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A questão da transmissão continua de pé. A dinamicidade do jogo mudou e foi alterada com a implementação de encurtadores de partida, como o match tie-break e o ponto decisivo. Apesar da duração raramente passar de 1h20, o que beneficia os canais de televisão, a transmissão continua inexistente. Isso, é claro, envolve uma parte burocrática nos bastidores, já que as transmissões televisivas e online foram terceirizadas pela ATP, sendo de posse de uma empresa independente.

Mas, como aponta Bruno Soares, o problema também assombra o resto do circuito: “Se você parar pra pensar, o único local que tem cobertura mesmo é a quadra central. É a única quadra que, em todos os torneios, você vai ter certeza que terá transmissão.” Todos são afetados diretamente com a falta de atenção para as quadras secundárias. Sem a cobertura necessária, tenistas como Thomaz Bellucci podem ser mal vistos. “No fim do ano, a pessoa que vê esses caras do nível do Thomaz e do Nieminen perdendo acaba pensa algo que não é verdade. Ela vai e pensa ‘pô, sempre me dizem que o Thomaz e o Nieminen são grandes jogadores, mas eles só perdem’. Aí nos outros 50 jogos do ano em que o cara joga bem ninguém transmitiu e ninguém está sabendo”, completa o mineiro.

Câmeras em todas as quadras resolveria boa parte do ponto apresentado acima. Apesar da maioria dos torneios possuírem três ou quatro quadras, o que é pouco e aparentemente fácil de resolver, contratos, altos cargos e os demais problemas legais mais uma vez aterrorizam o circuito.

Enquanto os tenistas, o conselho e os fãs tentam remar contra a maré, a papelada continua impedindo o progresso no âmbito internacional, mas com pequenas brechas como as que acontecem no Finals, as duplas sobem no maior palco do tênis e aproveitam cada minuto de seu show, reconstruindo sua história e atraindo novos aliados.

Bruno e Peya vencem em Londres

Bruno Soares e Alexander Peya estrearam com vitória em Londres. O brasileiro e o austríaco derrotaram a dupla formada pelo holandês Jean-Julien Rojer e o romeno Horia Tecau em 2 sets a 1, com parciais de 6/3 e 6/4.

Bruno e Peya começaram bem no primeiro set, anulando os pontos de Rojer e Tecau no segundo saque e forçando o erro dos adversários. Já no segundo set, Rojer e Tecau voltaram ao jogo após conquistarem o ponto mais longo da partida, com o romeno melhorando sua performance.

O match tie-break contou com a abertura de uma larga vantagem pelo brasileiro e o austríaco em 5-1, que foi rapidamente alcançada por Rojer/Tecau, marcando 5-6. Ambas as duplas confirmaram seus saques seguintes e, numa fantástica devolução de Bruno, Rojer teve seu serviço quebrado, dando a vitória para Peya e Soares.

“Estou muito feliz com essa vitória, é muito importante começar assim. As últimas semanas não foram tão boas e iniciar com vitória em um torneio neste formato, contra uma dupla que teve um ano fantástico, é muito importante”, declarou o mineiro.

Para Bruno, a vitória foi crucial: “Estamos em um grupo muito complicado com os irmãos Bryan, líderes do ranking. Os outros jogos ganham um peso maior em cima disso. Fizemos uma boa partida e o segundo jogo tende a melhorar. Nossa ideia é vencer mais uma partida para ter um respiro dentro do grupo.”

O grupo A contou com a derrota dos irmãos Bryan para o polonês Lukasz Kubot e o sueco Robert Lindstedt em 2 sets a 0, com parciais de 7/6 e 6/3. Kubot e Lindstedt são os líderes do grupo, seguidos de Bruno e Peya.

Finals é sorteado e mineiros caem em grupos diferentes

O ATP Finals, torneio que reúne as oito melhores equipes da temporada em Londres, na Inglaterra, teve seus grupos sorteados na tarde desta segunda-feira. 

O brasileiro Bruno Soares e seu parceiro, o austríaco Alexander Peya, estão no grupo A, que também conta com os irmãos Bryan, o holandês Jean-Julien Rojer e o romeno Horia Tecau, e o polonês Lukasz Kubot e o sueco Robert Lindstedt. Já Marcelo Melo e Ivan Dodig estão no grupo B, junto ao canadense Daniel Nestor e o sérvio Nenad Zimonjic, os franceses Julien Benneteau e Edouard Roger-Vasselin, e os espanhois Marcel Granollers e Marc Lopez.

O torneio terá início no domingo com dois jogos de simples e dois jogos de duplas por dia e transmissão do Sportv.

Confronto direto:
Grupo A
Bryan/Bryan x Peya/Soares 7-1
Bryan/Bryan x Rojer/Tecau 3-0
Bryan/Bryan x Kubot/Lindstedt 2-0
Peya/Soares x Rojer/Tecau 1-1
Peya/Soares x Kubot/Lindstedt 0-0
Rojer/Tecau x Kubot/Lindstedt 1-0

Grupo B
Nestor/Zimonjic x Benneteau/Roger-Vasselin 2-1
Nestor/Zimonjic x Granollers/Lopez 1-0
Nestor/Zimonjic x Dodig/Melo 1-0
Benneteau/Roger-Vasselin x Granollers/Lopez 2-0
Benneteau/Roger-Vasselin x Dodig/Melo 0-0
Granollers/Lopez x Dodig/Melo 1-2

Liga asiática idealizada por Bhupathi anuncia os técnicos da primeira edição

A IPTL (International Premier Tennis League) anunciou os técnicos dos quatros times que disputarão a primeira edição do torneio realizado na Ásia, entre os dias 28 de Novembro e 13 de Dezembro.

O francês Fabrice Santoro e o filipino Treat Huey serão os jogadores-técnicos de seus times, Indian Aces e Manila Mavericks, enquanto os renomados técnicos Josh Eagle (Nicholas Kyrgios) e David Macpherson (irmãos Bryan) liderarão o Singapore Slammers, time de Bruno Soares, e o UAE Royals, respectivamente.

O evento foi idealizado pelo indiano Mahesh Bhupathi e contará com a presença de 21 campeões de Grand Slam em Manila, Nova Déli, Cingapura e Dubai.

Sobre o Finals

Estamos na última semana do calendário da ATP e prestes a conhecer os oito classificados para o ATP Finals. Com as crescentes perguntas de como funciona a classificação e da situação de cada uma das duplas, preparei um FAQ para vocês.

Ranking de 26 de Outubro.
Ranking de 26 de Outubro.

1) Por que Pospisil/Sock e Kubot/Lindstedt têm vantagem e se classificarão no lugar de Butorac/Klaasen mesmo estando em 8?

O Finals possui uma regra que classifica automaticamente um campeão de slam que está fora do top 8 da temporada, restando assim as 7 primeiras vagas. Este ano temos dois times que se encaixam nesta situação: Pospisil/Sock e Kubot/Lindstedt. Com um se classificando automaticamente, o outro time irá para o Finals como alternate, entrando na competição se um dos oito times desistirem.

Pospisil/Sock estão com 40 pontos na frente de Kubot/Lindstedt. Para garantir sua classificação, Pospisil/Sock precisam apenas igualar o resultado de Kubot/Lindstedt em Paris, com exceção de derrota na segunda rodada, uma vez que Pospisil/Sock são cabeças de chave e uma derrota na segunda rodada não somaria pontos, enquanto para Kubot/Lindstedt uma derrota na segunda rodada traria 90 pontos, passando na frente de seus adversários. Kubot/Lindstedt precisam ganhar uma rodada a mais que Pospisil/Sock. As únicas possibilidades de classificação para ambos é se um dos times conquistar o título ou chegar na final com Dodig/Melo perdendo na estreia.

2) O que Butorac/Klaasen precisam, então?

Butorac/Klaasen precisam ganhar o título ou fazer final com Dodig/Melo não chegando na semifinal.

3) E Dodig/Melo? 

  • Sem depender dos outros, o título
  • Se forem eliminados na estreia, Butorac/Klaasen, Pospisil/Sock e Kubot/Lindstedt não podem fazer final e Cabal/Farah não podem ser campeões
  • Se chegarem nas quartas, Butorac/Klaasen não podem fazer final e Pospisil/Sock, Kubot/Lindstedt e Cabal/Farah não podem ser campeões
  • Se chegarem na semi, Butorac/Klaasen, Pospisil/Sock e Kubot/Lindstedt não podem ser campeões
  • Se chegarem na final, apenas Butorac/Klaasen podem alcançá-los (sendo campeões)

4) E quanto aos outros?

Rojer/Tecau e Granollers/Lopez se classificarão se fizerem quartas de final, independente de outros resultados. Para chegar nas quartas, Rojer/Tecau podem se encontrar com Kubot/Lindstedt e Granollers/Lopez com Cabal/Farah, assim podendo determinar o futuro dos quatro times na mesma rodada. Os colombianos, aliás, precisam ser campeões de Paris com Dodig/Melo caindo na estreia ou quartas de final para terem a chance de classificação, sendo a mais difícil das possibilidades entre os times.

5) Putz, me perdi. Tem resumão?

Veja os quadros abaixo.

rojer tecau

granollopez

dodig melo

booty klaasen

pospisock

kubot robert

colombian

Curiosidade:
Não teremos um indiano se classificando para o Finals este ano. A última vez que isto aconteceu foi em 1996.

Sá vence na estreia e tem Soares como possível adversário

André Sá, terceiro melhor duplista do país e 61º do ranking da ATP, estreou com vitória na tarde desta terça-feira no ATP de Viena, na Áustria.

O mineiro e seu parceiro, o croata Mate Pavic, superaram os alemães Benjamin Becker e Jan-Lennard Struff por 2 sets a 1, com parciais de 6/7(4), 6/4 e 10-8. “Foi bem duro o jogo, mas atuamos bem desde o começo. Estreia é sempre complicada, mas aguentamos bem a pressão”, disse Sá que, ao lado do croata, fez oitavas de final em Roland Garros e Wimbledon.

Na próxima rodada, Sá e Pavic enfrentarão os vencedores do duelo entre a dupla do brasileiro Bruno Soares e do austríaco Alexander Peya e a dupla campeã de Grand Slam do também austríaco Jurgen Melzer e o alemão Philipp Petzschner, que acontecerá nesta quarta-feira, por volta das 15h, horário de Brasília.

Peya/Soares e Dodig/Melo concorrem ao prêmio de dupla favorita dos fãs

A tradicional votação de fim de ano da ATP chegou e os fãs podem fazer parte apoiando seus tenistas favoritos até o dia 3 de Novembro. Os brasileiros Bruno Soares e Marcelo Melo estão concorrendo ao lado de seus parceiros Alexander Peya e Ivan Dodig como ‘dupla favorita’ mais uma vez, categoria existe há nove anos e que tem como seus únicos vencedores os americanos Bob e Mike Bryan.

Para votar, clique na imagem abaixo para ser redirecionado para o site. A seguir, escolha seu tenista de simples e sua dupla favorita, preencha o campo do e-mail e envie. Apenas um voto por e-mail é computado, sendo necessário outro endereço para votar novamente.

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Bruno Soares se classifica antecipadamente para o ATP Finals

O Masters 1000 de Xangai, na China, mal atingiu sua terceira rodada e o brasileiro Bruno Soares já pode comemorar por antecipação: a vitória na segunda rodada contra o norte-americano Eric Butorac e o sul-africano Raven Klaasen garantiu Bruno e seu parceiro, Alexander Peya, no ATP Finals, o torneio final de 2014 que reúne as oito melhores equipes do ano.

O tenista mineiro recebeu a informação logo após a partida desta terça-feira, vencida por 2 sets a 0, do representante da ATP responsável pelos rankings. “Somamos mais 180 pontos com esta vitória e o membro da ATP, que cuida desta parte, afirmou que nos classificamos matematicamente”, destaca Bruno, que junto a Peya ocupa o terceiro lugar no ranking de duplas.

“Chegar ao Finals é o grande objetivo do ano e pra gente é bom classificar com essa antecedência. Fica fora essa disputa no fim do ano que desgasta. E agora podemos nos preparar da melhor forma possível para Londres. Isso dá uma tranquilidade para a gente ir jogando nosso melhor”, comenta Bruno, que venceu neste ano o Masters 1000 de Toronto e também o US Open nas duplas mistas, entre outros feitos.

“Estou muito feliz de estar presente mais uma vez nesse grande evento. Melhor evento do ano. Você não pode escolher ninguém e tem que classificar. Me sinto honrado e vamos partir para cima”, completa Soares. O ATP Finals acontece entre os dias 9 e 16 de novembro na O2 Arena, em Londres.