Kubot e Lindstedt vencem a terceira e enfrentam Melo na semi

Lukasz Kubot e Robert Lindstedt finalizaram sua campanha na fase de grupos do ATP Finals com três vitórias, liderando o Grupo A da competição. O polonês e o sueco venceram Jean-Julien Rojer e Horia Tecau em 2 sets a 0, com parciais de 6/4 e 7/6.

Tecau sofreu uma quebra em seu saque no primeiro set, deixando os adversários na vantagem. O romeno voltou a ser quebrado no segundo set, o que não impediu a reação de sua dupla, devolvendo a quebra no saque de Lindstedt e igualando o set. Com os saques sendo confirmados, o set foi para o tie-break, que contou com múltiplos erros de Rojer e Tecau, dando a vitória para os invictos do grupo A.

Kubot e Lindstedt, com a liderança garantida, enfrentarão o brasileiro Marcelo Melo e seu parceiro, o croata Ivan Dodig, na semifinal, programada para este sábado. A outra semifinal contará com os franceses Julien Benneteau e Edouard Roger-Vasselin e os vencedores de Peya/Soares x Bryan/Bryan, partida que acontece nesta sexta-feira, às 15h45, com transmissão do Sportv2.

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Kubot/Lindstedt vencem mais uma e complicam situação de Bruno

A dupla formada pelo polonês Lukasz Kubot e o sueco Robert Lindstedt garantiram uma vaga na semifinal após derrotarem o brasileiro Bruno Soares e o austríaco Alexander Peya em 2 sets a 1, com parciais de 6/4, 3/6 e 10-6. Com duas vitórias, Kubot e Lindstedt lideram o grupo.

No primeiro set, o polonês e o sueco conseguiram a quebra logo no primeiro game, no saque de Peya, dificultando o trabalho de Bruno e Peya. Após perderem dois set points no saque dos adversários, Lindstedt finalmente confirmou seu game de serviço, fechando em 6/4. Já no set seguinte, Bruno e Peya abriram 3/0 após quebrarem o saque de Lindstedt no segundo game, mantendo o favoritismo e levando a partida para o match tie-break, que contou com Kubot/Lindstedt abrindo 5-0 e administrando a vantagem até o fim, fechando em 10-6.

Considerados os azarões do grupo A, o polonês e o sueco, que já haviam participado no ATP Finals com outros parceiros, passaram da fase de grupos pela primeira vez em sua carreira. “É incrível fazer algo inédito. É sempre divertido acrescentar algo em sua carreira, fiquei realmente feliz”, declarou o sueco para a imprensa de seu país.

A última vaga do grupo será decidida na partida entre Peya/Soares e os irmãos Bryan, que acontecerá na sexta-feira, com transmissão do Sportv2.

Merecido

Não sou jornalista. Aliás, eu não sei muito bem o nome da minha futura profissão, afinal, curso Esporte. Quem se forma em Esporte é o que? Esportólogo? E mesmo que fosse jornalista, torcer é humano. Hm, que maneira estranha de abrir um texto.

Bem, eu precisava escrever alguma coisa sobre isso. ‘Isso?’ Vocês sabem muito bem o que é ‘isso’. Para quem me acompanha no twitter ou seja lá onde for, sabe que uma das minhas maiores paixões no tênis é Robert Lindstedt. Comecei a gostar dele por um motivo extremamente besta: Robert é um grande amigo de Robin Söderling, meu tenista favorito. Foi meio que inevitável não acompanhá-lo. Tenho uma tendência muito forte de gostar de pessoas com personalidades parecidas com a minha. 7 anos depois, cá estamos.

Foto: Michael Dodge/Getty Images

Foto: Michael Dodge/Getty Images

A vida de Robert tem sido um drama desses ano pra cá. Depois de altos e baixos e parcerias que não saiam do lugar, encontrou o romeno Horia Tecau, com quem continuou por três anos e que chegou ao fim em 2012. Nesses três anos, fizeram três finais em Wimbledon, todas acabando em vice-campeonato. Imaginem a dor de ser três vezes vice. Chegar na última etapa e bater na trave. A última foi a mais dolorida, eu diria. Pelo menos para mim. As duas primeiras foram justificáveis: a primeira final de Slam, assim, nos primeiros meses de parceria, é assustador. A segunda final foi contra os Bryan, e, sabe como é, são os Bryan. A terceira foi contra os convidados Frederik Nielsen e Jonny Marray. Os convidados haviam vencido 5 de 6 partidas em 5 sets. A final, claro, não foi diferente. Foi frustrante, para dizer a verdade. Diria injusto, mas Freddie e Jonny mereceram, e não quero ser… bem, injusta com eles.

Frustrante. Essa palavra também define o ano seguinte, 2013. Foi necessário respirar novos ares, mas, ao lado de dois grandes atletas, Nenad Zimonjic e Daniel Nestor, não conseguiu engatar. Terminou o ano jogando com vários parceiros diferentes e com a sensação de que faltava algo. Faltava mesmo.

Ser campeão de grand slam aos 36 anos traz um novo sentido a vida. Recomeço? Maior motivação? 36 anos é uma idade avançada em qualquer esporte. Sabemos que nas duplas isso é comum, porém é preciso ter um cuidado extra com físico, conforme o tempo passa. E é aí que a pré-temporada entra. 2014 parecia promissor desde o começo. A pré-temporada foi diferente, iniciada antes e extremamente focada. O trabalho pelo mês de dezembro seguiu com Ali Ghelem, uma das pessoas que mais sou grata no tênis, pela dedicação de sempre com Robin Söderling e hoje com Robert Lindstedt.

Mas 2014 não começou muito bem, afinal, estava sem parceiro, já que o austríaco Jurgen Melzer segue lesionado. Após algumas conversas aqui e ali, chegou a conclusão de que Lukasz Kubot seria seu parceiro para Melbourne. Haviam jogado um torneio antes, Masters de Paris, o último da temporada. A estreia foi dura e a derrota veio cedo. Retomaram em Sydney, onde também caíram na primeira rodada. Um sorteio um tanto quanto infeliz, já que as duas derrotas foram para Mirnyi/Tecau e os irmãos Bryan, que dispensam apresentações. Foram para Melbourne sem uma vitória no bolso, mas a confiança estava lá, afinal, sabiam que haviam feito um bom trablho. Kubot, aliás, precisou desistir do acordo que tinha Jeremy Chardy para poder seguir na Austrália com Lindstedt.

Falando nele, Lukasz Kubot possui uma característica muito interessante: o coração de um campeão. Não é necessário muito tempo para perceber que Lindstedt é muito emotivo em quadra. Sua fama, aliás, não é das melhores por esse temperamento forte. E aí que Kubot entra, equilibrando as coisas. O polonês mantém a calma e procura motivar o parceiro a cada ponto. Se você sabe que vai ter alguém ao seu lado, a confiança não cai. Você não quer decepcionar seu parceiro. É trabalho de equipe. E isso, como podemos ver, funcionou muito bem.

Para Melbourne, Robert também pode contar com Jonas Björkman. Amigo e mentor, Björkman sempre esteve por perto, passando seus conhecimentos, que não são poucos, sobre duplas. Ele foi um porto seguro para Lindstedt. Atuou como técnico em todos os treinos, deu segurança a Kubot, que é seu fã confesso, e, principalmente, esteve presente nas partidas, incentivando.

Hoje, aos 36 anos, a recompensa pelo trabalho duro veio. Em Melbourne, Robert pode levantar o que sempre sonhou, o troféu de campeão de grand slam. E ele chorou. “As pessoas dizem que homens não choram,” um jornalista comentou em sua coletiva de campeão. A resposta? “As pessoas estão erradas, então.” Conquistas levam sim, ao choro. Eu, como fã, chorei. E por que ele, um campeão, não pode chorar também?

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Não sei se esse texto fez algum sentido. Fui digitando o que pensava, nem sei o que estou dizendo no momento, são apenas devaneios. Mas se pudesse resumir meus sentimentos em uma frase, provavelmente seria ‘Você não sabe o quanto merece esse título, Robert.’ Ah, como merece.

Como funciona a escolha de parceiro

O sueco Robert Lindstedt, número 19 do mundo, escreveu sobre como um duplista escolhe um novo parceiro para a temporada e resolvi traduzir, pois achei interessante seu ponto de vista. Espero que gostem.

“Recebi algumas perguntas e comentários sobre como funciona a procura de um novo parceiro. O que você procura em seu jogo? Então por que não escrever algumas linhas sobre isso?

Como perguntar é muito simples. “Você quer fixar uma parceria comigo? Acho que nós vamos funcionar bem juntos e podemos nos divertir muito!” Funciona tipo assim mesmo. Nosso nível de maturidade não é muito alto, pra ser honesto. O convite pode vir de uma mensagem de texto, ligação ou uma conversa com o tenista no torneio. Geralmente acontece depois do US Open. Tudo é muito secreto e ninguém deve saber o que está acontecendo. Mas uma coisa é certa: nada é secreto na tour. É como se fosse um jardim de infância, cheio de boatos.

O que você procura? Isso é mais complicado e todos são diferentes, procurando por coisas diferentes. Algumas vezes uma parceria que você tem certeza que funcionará, não funcionará, e vice-versa. As circunstâncias fazem mais diferença do que a qualidade dos jogadores em si.

 Primeiramente, você procura por alguém que joga no lado em que você não joga. Eu sei que soa ridículo, mas é coisa mais importante. Não é fácil trocar de lado, é possível, mas não é fácil. Você se torna um bom jogador quando você se especializa em um lado. É difícil mudar de lado, o que não tem nada a ver com a falta de talento de um tenista. A maior diferença é na rede, quando você precisa cruzar. Duplas é muito mais rápido do que simples, então seus instintos precisam trabalhar. E isso não é fácil de treinar.

Alguns caras procuram por um bom sacador, outros por um bom devolvedor. Eu mudei muito a minha opinião sobre isso durante os anos. Comecei na tour procurando por um bom devolvedor, mas mudei e agora prefiro por um parceiro com um bom saque. Talvez tenha a ver com os 3 anos que passei com Horia e seu serviço feito um canhão.

Uma coisa que é muito importante para mim é que preciso me dar muito bem com meu parceiro. Preciso ser muito amigo dele. Se não for assim, os treinos não serão bons, a comunicação em quadra será ruim e a confiança não existirá. Talvez eu seja um dos únicos que pensam assim. Conheço vários caras que veem isso como um trabalho, em que simplesmente convivem com isso, gastam suas horas e seguem caminhos diferentes no final do dia. Eu quase queria ser assim.

Então, quando tudo isso está finalmente decidido, você se senta com seu parceiro e conversa sobre tudo, técnico, fisioterapeuta e calendário. O calendário é o mais importante, é preciso que ambos concordem e se mantenham firmes até o fim. Jürgen e eu nos sentamos no seu quarto de hotel em Xangai, olhamos para o calendário e discutimos diferentes opções. Nós concordamos em tudo, exceto por um torneio ou outro, o que foi perfeito.

Agora, Jürgen precisa ficar em forma para começarmos a luta contra todos os outros. Nós contra eles. Nós contra o mundo.”

Ir para o tênis universitário ou tornar-se profissional?

A maioria dos grandes duplistas passaram pelo tênis universitário americano. Apesar de duplas não ser praticado pelos melhores tenistas universitários, o jogo melhora suas habilidades, sendo essencial. O efeito em suas carreiras foram tão fenomenais que alguns deram declarações para vários meios de comunicação comentando sobre o assunto.

Bob e Mike Bryan, Stanford University

Bob e Mike frequentaram Stanford por um ano, em 1998, onde Bob conquistou a tríplice coroa da NCAA, algo nunca mais repetido desde então. A tríplice coroa consiste em conquistar o título de simples, duplas e por time. Bob foi a segunda e última pessoa a ter esse feito, sendo Alex O’Brien o primeiro, também por Stanford, em 1992. Em sua vitória nas duplas, Bob e Mike derrotaram Robert Lindstedt, outro tenista que optou pelo tênis universitário e que competiu pela Pepperdine University.

“Se não tivesse ido para Stanford, não estaríamos aonde estamos hoje. Os técnicos Dick Gould e John Whitlinger foram ótimos técnicos e líderes. Eles realmente ajudaram o nosso jogo, e claro, nossas duplas. Gould focava em um estilo de jogo agressivo e sempre nos dizia para trabalhar a devolução de backhand. Já Whitlinger passou horas e horas treinando com a gente e estava lá quando ganhamos o título de duplas da NCAA.”

Dick Gould, na época, via um futuro brilhante para os Bryan. Gould gostava tanto do entusiasmo que os gêmeos traziam para quadra que chegou a comentar que os dois poderiam ser os futuros duplistas no time americano da Copa Davis. Acertou em cheio.

Eric Butorac, Gustavus Adolphus College

Butorac é um dos raros casos que conseguiram se dar bem no circuito profissional vindo de uma faculdade de divisões inferiores da NCAA. Booty, como é conhecido, declarou que jogar duplas no tênis universitário o ensinou a trabalhar em equipe. “Tênis é um esporte individual, mas nas duplas você tem que trabalhar com outra pessoa. Isso inclui viagens, planejamento, estratégia, trabalho físico e lidar com vitórias e derrotas difíceis pela temporada. Levar as necessidades de outra pessoa em consideração foi uma habilidade que com certeza comecei a desenvolver na faculdade.”

Rajeev Ram, University of Illinois

Ram conquistou dois troféus da NCAA em seu tempo de faculdade, sendo um em duplas. Rajeev frisou a importância do tênis universitário em sua vida “Antes de ir para a faculdade, eu podia contar em uma mão as vezes que realmente joguei duplas, mas na faculdade eu jogava todos os dias. Essa quantidade de vezes explica o porquê das pessoas melhorarem seu jogo de duplas enquanto frequentam a faculdade.”

Perguntado se é melhor ir para o tênis universitário ou persistir na carreira de profissional, Ram mostrou sua experiência. “Se você não está tendo sucesso aos 17 ou 18 anos como Roddick e Querrey tiveram, não tem motivos para não ir para o tênis universitário. Você olha para caras sucedidos na carreira como John Isner, James Blake e Kevin Anderson… eu não acho, e eles provavelmente dirão o mesmo, que estariam aonde estão se não fosse pelo tênis universitário.”

Abigail Spears, University of California, Los Angeles (UCLA)

As mulheres também aproveitaram o tempo de faculdade para alavancar a carreira. Abigail Spears, 23ª do ranking de duplas da WTA, tornou-se profissional em 2000 após jogar tênis universitário pela UCLA. Sua parceira, Raquel Kops-Jones, também jogou tênis universitário, tendo um título de duplas da NCAA pela University of California-Berkeley.

Spears conta que aprendeu na UCLA a sempre ser positiva e trabalhar em equipe. “Encorajar e apoiar faz parte das duplas. Uma atitude positiva é a coisa mais frustrante que seu adversário pode ver em quadra, pois o fará duvidar do sucesso no andar da partida.”

Alguns profissionais, como o tenista Amer Delic e o técnico Nick Saviano, deram conselhos sobre seguir o tênis universitário antes de tornar-se profissional. 

Nick Saviano: A decisão de ir para a universidade ou tornar-se profissional é muito complicada, influenciada por diversos fatores. O primeiro é se você é homem ou mulher. São caminhos são completamente diferentes, porque os homens se desenvolvem mais devagar e acaba não sendo tão crítico para eles se desenvolverem tão precocemente. Com as mulheres, mesmo que não estejam se desenvolvendo tão rapidamente quanto costumava ser antigamente, ainda sim é mais rápido do que os homens.

Outros fatores são: você tem uma boa equipe? Você tem dinheiro para se sustentar durante os três anos que são necessários para uma boa transição para o profissional? Você está preparado, com um bom técnico e o físico impecável? Todas essas perguntas são componentes críticos para ser bem sucedido no circuito profissional, principalmente ter uma boa equipe com você, apoiando em todos os momentos.

Amer Delic: Eu joguei na universidade e foi, provavelmente, os melhores três anos da minha vida. Estar em um ambiente de equipe na universidade foi essencial. Infelizmente, no tênis, a única oportunidade que você tem de estar em um time é na Copa Davis, e nem todos conseguem chegar neste nível. Eu pude estar nestes dois ambientes, é incrível. É essencial para o desenvolvimento, já que muitos tenistas podem não estar prontos para tudo o que envolve o tênis: as viagens, todo o planejamento fora das quadras… eles não estão maduros o suficiente para isso.

Se eu tivesse um atleta comigo que precisasse decidir entre universidade ou tornar-se profissional, eu o aconselharia a ir para a universidade, por pelo menos um ano. Sabe, usar esse tempo para se preparar, e bem, você terá grandes técnicos, academias, tudo. Tudo será fornecido para você, então use, aproveite.

Bola na rede altera o placar.

No pique dessa final sensacional da Libertadores, nada mais justo que um post sobre futebol! O esporte mais popular do mundo transforma qualquer um em louco, até mesmo seus torcedores famosos e aqui eu listo alguns tenistas e seus clubes. No fim, todos nós fazemos as mesmas coisas: torcemos, cornetamos e damos opinião sobre esse esporte que move milhões.

Bruno Soares e Marcelo Melo – Cruzeiro
Os mineiros são cruzeirenses confessos, mas sempre tem alguém que pergunta se eles torcem pro Galo. É Cruzeiro!

[tweet https://twitter.com/marcelomelo83/status/330071770403061760]

André Sá – Atlético Mineiro
Esse é o mineiro que torce pro Galo. E ele aproveitou o bom momento do Atlético na Libertadores pra dar uma zoada nos amigos cruzeirenses.

[tweet https://twitter.com/Andre_Sa77/status/355336756318584832] Continuar lendo

10 Motivos Para Gostar de Robert Lindstedt

You don’t understand portuguese? What are you doing here? Click here to read in english.

A série 10 motivos continua, e hoje é a vez do cara que me fez começar a gostar de duplas e é meu favorito, Robert Lindstedt. Não precisa passar mais de 5 minutos no meu twitter pra saber que gosto dele, mas já me perguntaram muito o porquê disso. Vou tentar simplificar essa pessoa um tanto quanto estranha em 10 motivos. Bora lá?

  1. Ele é mal-humorado.
    E essa fama é tão grande que uma vez o torneio de Bastad entregou esta credencial para que ele usasse.

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    Zangado.

    Continuar lendo

10 reasons why you should like Robert Lindstedt

I decided to start to write these 10 reasons posts in english too, because I saw a lot of foreigner readers struggling to understand (google translator is not good for portuguese > english translations, I know)… but my english is not the best thing in the world, so I hope you all understand.

So, 10 reasons continues and now it’s time to write about the person who made me like doubles, back in 2007, thanks to Robin Söderling. If you follow me on twitter for 5 minutes you’ll see I like him, but a lot of people ask me why, so I guess it’s time to explain it and what’s the best place to do it than here? It’s my favorite doubles player and probably my favorite person in the world, Robert Lindstedt. Check it out:

1) He’s grumpy.
He’s so grumpy that Båstad tournament gave him this credential. Fair enough.

Grumpy.

Grumpy.

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