Bruno Soares encerra temporada e continua com Murray em 2022

Bruno Soares e Jamie Murray encerraram a sua temporada de 2021. Disputando o ATP Finals em Turim, na Itália, a dupla encerrou a fase de grupos do torneio sendo superada pelos franceses Pierre-Hugues Herbert e Nicolas Mahut em 6/3 7/6(5) em 1h22 de partida.

“Obviamente, a gente não conseguiu render tudo o que poderíamos ter rendido aqui, ainda mais pelas ótimas duas últimas semanas que tivemos no circuito, mas estou extremamente honrado de estar aqui no Finals mais uma vez”, disse o mineiro, que fez a sua sétima participação no torneio que reúne as oito melhores duplas da temporada.

Em 2021, Soares e Murray voltaram a unir forças e conquistaram os títulos nos ATPs 250 de Melbourne e São Petersburgo, além de terem sido finalistas no US Open e semifinalistas no Australian Open. “Foi uma temporada maluca e difícil, na verdade. Começando ali com a bolha e a quarentena rígida na Austrália, e depois as lesões durante o ano e a apendicite em Tóquio. E ainda assim a gente ter ganhado dois títulos, feito uma semi e uma final em Grand Slam e ter classificado para o Finals… acho que podemos considerar 2021 como um baita ano. Um ano de extrema superação. Estou muito feliz com tudo”, continuou.

Já de olho na temporada de 2022, o mineiro confirma que continuará ao lado de Murray: “Eu e o Jamie seguiremos juntos em 2022. E acho que agora é isso, né? Descansar bastante e preparar o corpo da melhor maneira possível, além de contar com um pouco mais de sorte na questão das lesões para o ano que vem. Estou me sentindo super bem, tanto tenisticamente quando fisicamente, e estou super motivado para a próxima temporada”, finalizou o atual número 16 do mundo.

Aos 39 anos, Bruno tem 35 títulos no circuito da ATP, incluindo as conquistas no Australian Open (2016) e no US Open (2016 e 2020). O brasileiro já atingiu o posto de número 2 do mundo e também é dono de três títulos de Grand Slam nas duplas mistas: dois no US Open (2012 e 2014) e um no Australian Open (2016).

Murray/Soares vencem mais uma e se garantem no Finals

Bruno Soares e Jamie Murray continuam embalados. Após a conquista do título do ATP 250 de São Petersburgo, o mineiro e o britânico venceram a segunda no Masters 1000 de Paris. Nesta quinta-feira, a dupla derrotou Roberto Bautista Agut e Alexander Bublik em 6/1 6/3, se garantindo nas quartas de final.

Além do ótimo resultado, a campanha em Paris também garantiu a classificação de Soares e Murray no ATP Finals, que será pela primeira vez em Turim, na Itália. Esta será a sétima participação do mineiro no torneio que reúne os oito melhores times da temporada e a quarta ao lado de Murray. Ao todo, Bruno atingiu as semifinais do último torneio da temporada em quatro oportunidades.

“Classificar pro Finals é sempre especial. Primeiro porque concretiza que fizemos uma boa temporada, e segundo por estar presente nesse torneio tão especial. Vai ser a primeira vez de todo mundo em Turim, e eu só joguei quando era em Londres, então estou super empolgado, com a motivação lá em cima. Queremos terminar bem essa semana aqui em Paris para chegar com tudo lá no Finals”, disse o brasileiro, empolgado com mais uma classificação.

Focados em fazer uma boa campanha em Paris, Bruno e Jamie agora enfrentarão os colombianos Juan Sebastian Cabal e Robert Farah por uma vaga na semifinal.

Bruno Soares e Jamie Murray são campeões em São Petersburgo

Bruno Soares e Jamie Murray conquistaram o título no ATP 250 de São Petersburgo, na Rússia. Na decisão, a dupla venceu o cazaque Andrey Golubev e o monegasco Hugo Nys em 6/3 6/4 e 1h21 de partida.

Foto: ATP de São Petersburgo

“Hoje é dia de comemorar título, sem dúvidas! Nós viemos pra cá em busca de um objetivo, que era fazer mais jogos para pegar ritmo e confiança, e acho que fizemos uma grande semana. Jogamos super bem e conseguimos elevar o nosso nível, muito mais do que apresentamos em San Diego e Indian Wells. Estamos super empolgados, logo mais temos um desafio dos grandes em Paris. Agora é manter esse ritmo e confiança e levar pra lá”, disse o mineiro, contente com o nível apresentado durante a semana.

Em busca de uma vaga no ATP Finals, Bruno e Jamie aparecem atualmente na 8º colocação do ranking do ano, com seis duplas já classificadas para o ATP Finals. Ao todo, Soares já disputou a competição que reúne as oito melhores duplas da temporada em seis oportunidades: 2013, 2014, 2016, 2017, 2019 e 2020. “Com o resultado aqui em São Petersburgo, a gente se coloca numa posição muito boa na corrida pra Turim, com um boa vantagem pro nono colocado. Agora é buscar oficializar a classificação no Masters 1000 de Paris. O meu grande objetivo da temporada é estar no Finals e a gente está cada vez mais perto disso”, finalizou o 13º do ranking.

Este é o 35º título da carreira de Bruno Soares e o 12º ao lado de Jamie Murray. Em 2021, a dupla também conquistou o troféu do ATP 250 de Melbourne, no início do ano. Bruno e Jamie seguem para o Masters 1000 de Paris, na França. Lá, o time enfrentará os russos Karen Khachanov e Andrey Rublev na estreia.

Murray/Soares superam dupla de Demoliner e vão à final de São Petersburgo

Bruno Soares está na final do ATP 250 de São Petersburgo, na Rússia. Ao lado do parceiro Jamie Murray, o mineiro superou o compatriota Marcelo Demoliner e o neozelandês Marcus Daniell por 7/5 6/3, se garantindo na decisão. Esta será a 68ª final da carreira do brasileiro.

“Objetivo alcançado, com certeza. A ideia era fazer bastante jogos para pegar ritmo e confiança. Vamos fazer quatro jogos por aqui e isso é super importante pra gente nessa reta final. Além disso, mais importante ainda é somar pontos e manter a vantagem em busca de uma vaga no Finals, que é o nosso grande objetivo da temporada”, disse o atual número 13 do mundo.

Bruno e Jamie aparecem atualmente na 8º colocação do ranking do ano, com seis duplas já classificadas para o ATP Finals. Faltando duas vagas, a dupla vai em busca da classificação. Ao todo, Soares já disputou a competição que reúne as oito melhores duplas da temporada em seis oportunidades: 2013, 2014, 2016, 2017, 2019 e 2020.

“Esse torneio é muito legal e a cidade é espetacular. Muito feliz de ter conhecido. Claro, está fazendo muito frio, mas é uma das cidades mais bonitas que já visitei, sem dúvidas. Agora é ir com tudo pra essa finalera e buscar o caneco”, finalizou Bruno, que disputa o torneio de São Petersburgo pela primeira vez. Os adversários da final sairão dos vencedores de Golubev/Nys x Bopanna/Shapovalov.

Melo e Dodig param nas quartas de Antuérpia

O brasileiro Marcelo Melo e o croata Ivan Dodig deram adeus na Bélgica. A dupla cabeça de chave 1 parou nas quartas de final do ATP 250 da Antuérpia após serem superados pelo sul-africado Lloyd Harris e o belga Xavier Malisse em 6/4, 3/6 e 10-7.

Este foi o segundo torneio da dupla no retorno da parceria. Agora, Melo e Dodig seguirão para o ATP 500 de Viena, na Áustria, e depois para o Masters 1000 de Paris, na França.

Melo e Dodig estreiam com vitória na Antuérpia

Marcelo Melo e Ivan Dodig estrearam com vitória no ATP 250 da Antuérpia, na Bélgica. Cabeças de chave 1, a dupla derrotou os holandeses David Pel e Botic Van de Zandschulp em sets diretos, com parciais de 6/3 e 7/6(4), se garantindo nas quartas de final.

Foto: European Open

“Jogamos bem hoje, acho que fomos bem sólidos. Chegamos dos Estados Unidos há poucos dias e ainda estamos com nove horas de diferença do fuso horário. É difícil se adaptar em um prazo tão curto, mas conseguimos aproveitar as chances e vencer, que é o importante”, disse o brasileiro, contente com a estreia.

Melo e Dodigo voltarão a entrar em quadra já nesta quinta-feira, quando enfrentarão o sul-africano Lloyd Harris e o experiente belga Xavier Malisse. “Vamos enfrentar uma dupla que não tem nenhum costume de jogar. O Lloyd Harris está muito bem em simples e o Malisse é o treinador dele, que vem atuando nos torneios interclubes e sempre foi um grande jogador. Será um jogo perigoso, disputado na quadra central. Eles não têm nada a perder, então temos que jogar igual hoje, ou melhor, para conseguir passar”, completou o mineiro.

Demoliner e Daniell caem na primeira rodada em Moscou

Disputando o ATP 250 de Moscou, na Rússia, Marcelo Demoliner e Marcus Daniell foram superados na estreia. A dupla do equatoriano Gonzalo Escobar e do uruguaio Ariel Behar levou a melhor no duelo, derrotando seus adversários em 6/3, 6/7 e 10-7.

Melo e Dodig param na semi de Indian Wells

Marcelo Melo e Ivan Dodig se despediram do Masters 1000 de Indian Wells, nos Estados Unidos. Na madrugada deste sábado, a dupla foi superada pelo australiano John Peers e o eslovaco Filip Polasek, os cabeças de chave 7 da competição, em 6/4 e 7/6(1).

Em seu primeiro torneio do retorno da parceria, Melo e Dodig igualaram o melhor resultado da dupla em Indian Wells. Anteriormente, o mineiro e o croata também haviam atingido as semifinais do torneio californiano na edição de 2015.

Agora, Marcelo e Dodig partem para a Europa, onde iniciarão a gira final de 2021. Na próxima semana, o time disputará o ATP 250 da Antuérpia, na Bélgica, onde são os cabeças de chave 1. Na estreia, o brasileiro e o mineiro enfrentarão os holandeses Pel/Van de Zandschulp.

Melo e Dodig vão às quartas em Indian Wells

O retorno da parceria de Marcelo Melo e Ivan Dodig continua rendendo. Disputando o Masters 1000 de Indian Wells, nos Estados Unidos, a dupla venceu mais uma ao derrotar os belgas Sander Gille e Joran Vliegen em dois sets a um, com parciais de 6/4, 4/6 e 10-5, para se garantir nas quartas de final do torneio.

“Jogamos muito bem hoje, ainda mais pelas condições. Estava ventando muito, com uma tempestade de areia, então estava muito difícil de jogar. Mas conseguimos fazer um bom jogo, até melhor que a primeira rodada, e isso dá muita confiança para nós. Estivemos na frente no segundo set, mas eles jogaram bem para quebrar de volta. Já no match tie-break, após o 5 a 5, fomos bem superiores”, resumiu o mineiro.

Este é o primeiro torneio de Melo e Dodig após cinco anos do fim da parceria. “Está muito legal, a nossa motivação está muito boa. Temos treinado muito bem e isso é o que está fazendo a gente jogar bem. Amanhã não jogamos, então vamos usar o dia para ficarmos prontos para a próxima rodada”, finalizou. Nas quartas, a dupla enfrentará os italianos Fabio Fognini e Lorenzo Sonego.

Melo celebra o retorno com Dodig: “Nós mudamos e evoluímos muito de lá pra cá”

A novidade desta sexta-feira foi o retorno da parceria de Marcelo Melo e Ivan Dodig. Pegando os fãs de surpresa, a dupla dona de seis títulos no circuito já iniciará as atividades no próximo mês de outubro, no Masters 1000 de Indian Wells. Em conversa com o blog, o mineiro contou os motivos para não continuar ao lado de Lukasz Kubot e a retomada ao lado de Dodig.

Foto: ATP World Tour/Peter Staples

Melo esteve ao lado de Kubot por quase cinco temporadas. A dupla tentou um retorno no meio deste ano, jogando entre Roland Garros e o US Open, mas decidiu seguir caminhos diferentes definitivamente. “A gente tinha combinado de jogar até Wimbledon. Depois nós acabamos prolongando até o US Open. Acho que os resultados não vieram iguais aos de Wimbledon, sabe. A gente jogou bem lá, mas depois não conseguimos colocar em prática tudo o que a gente já jogou junto. Nós tivemos muitos resultados aquém do nosso nível real. Não estávamos conseguindo encaixar muito bem e, por isso, nós resolvemos cada um buscar o seu caminho, em busca de melhores resultados”, disse o mineiro.

Com Dodig, Marcelo atingiu novos níveis em sua carreira. A dupla esteve em atividade entre as temporadas de 2012 e 2016, conquistando Roland Garros em 2015, os Masters 1000 de Xangai, Paris, Toronto e Cincinnati, e o ATP 500 de Acapulco. Foi também com o croata que Melo chegou ao número 1 do mundo no ranking individual de duplas, além de ter feito mais outras oito finais, com destaque para Wimbledon (2013) e o ATP Finals (2014).

Cinco anos após o encerramento da parceria, a dupla resolveu retomar as atividades. “A ideia do retorno surgiu de uma combinação de fatores. O Ivan encerrou a parceria com o Polasek e tinha combinado de jogar com o Bopanna até o US Open, estando sem parceiro para o restante do ano. Depois que eu e o Kubot decidimos não seguir adiante, acabei convidando o Ivan para jogar. Eu acho que ele é um jogador que sempre se comprometeu muito e todo mundo sabe o tanto que a gente jogou bem junto. Independentemente da maneira que a gente terminou ou não a parceria, eu acho que nós mudamos muito de lá para cá. Nós evoluímos bastante. A conversa que nós tivemos foi muito legal, foi positiva de todas as maneiras”, continuou.

Nas cinco temporadas que não estiveram juntos, Melo jogou ao lado de Kubot e conquistou Wimbledon em 2017. O mineiro voltou ao posto de número 1 naquele mesmo ano e também terminou a temporada no topo do ranking de times. Dodig também conquistou outro Grand Slam, sendo campeão do Australian Open deste ano com Polasek.

A primeira partida de Melo e Dodig será daqui um mês, no torneio de Indian Wells, que acontece na segunda semana de outubro. Animado com o futuro, Marcelo celebrou a evolução da carreira de ambos durante estes cinco anos. “Nós vemos essa retomada de parceria com bons olhos. Ele teve outras opções de parceiros, assim como eu também tive, mas nós acabamos nos escolhendo. É importante a gente resgatar as memórias das coisas boas que fizemos juntos, independentemente do término da parceria. E quando terminamos, nós tínhamos acabado de ganhar dois Masters 1000 seguidos. Muita coisa mudou e a nossa experiência é muito maior hoje em dia. Ele até falou pra gente que hoje entende muito mais as coisas quando comparado com antigamente, quando ainda estava focado em simples. Tenho convicção que a gente vai fazer um bom retorno. Eu complemento o jogo dele muito bem, assim como ele complementa o meu. Além disso, ele vem jogando muito bem, está muito sólido mesmo”, finalizou.

Murray e Soares são vice-campeões do US Open

Bruno Soares e Jamie Murray ficaram com o vice-campeonato do US Open. O mineiro e o britânico foram superados pela dupla do norte-americano Rajeev Ram e do britânico Joe Salisbury em dois sets a um, com parciais de 3/6, 6/2 e 6/2 em 1h45 de duração.

Foto: Darren Carroll/USTA

“Nós começamos super bem a partida. Só que no início do segundo set perdemos um pouco do momento, levamos uma quebra e não conseguimos recuperar o nível. Não sacamos bem nesse jogo e eles subiram demais o nível, além de terem sacado melhor, o que acabou dificultando ainda mais”, analisou o atual número 11 do mundo.

“Obviamente estou triste de ter estado tão perto de um título de Grand Slam e ter escapado, mas sempre busco olhar pelo lado positivo também. Depois de tudo o que aconteceu comigo, da apendicite e todo esse tempo fora das quadras, estar em uma final de Slam é realmente especial. E sem dúvidas foi o nosso melhor torneio do ano, jogamos melhor que na Austrália. Agora estamos na briga por uma vaga no ATP Finals, então é aproveitar esse embalo e levar isso para esse fim de temporada”, continuou. Com a campanha em Nova Iorque, Bruno e Jamie subiram para a oitava colocação na corrida do Finals e têm como próximo desafio o torneio de Indian Wells.

“Vim para cá só querendo aproveitar o momento e deu no que deu. Queria agradecer o carinho da torcida e todas as mensagens que recebi nessas duas semanas. Agora é levantar a cabeça e seguir firme”, finalizou. O US Open foi o primeiro torneio de Bruno após ser diagnosticado com apendicite durante os Jogos Olímpicos de Tóquio e ter que passar por cirurgia. No total, o brasileiro ficou sem disputar torneios por dois meses, com o último sendo em Wimbledon.

Esta foi a sexta final de Grand Slam nas duplas masculinas de Bruno Soares. O mineiro foi campeão de major em três oportunidades: no Australian Open, em 2016 (com Jamie Murray), e duas vezes no próprio US Open, em 2016 (Murray) e 2020 (Mate Pavic). Nas mistas, Bruno também foi campeão em três oportunidades: US Open 2012 (com Ekaterina Makarova) e 2014 (Sania Mirza), e Australian Open em 2016 (Elena Vesnina). Ao todo, Bruno Soares é dono de 34 troféus em 67 finais disputadas no circuito da ATP.